Corinthians: Favoritismo difícil de engolir

Corinthians: Favoritismo difícil de engolir

Previsões: Antes do Brasileirão/11, o Corinthians não constava da lista de favoritos de nove entre dez especialistas da mídia esportiva, a despeito dos reforços que o time fazia, e da força da sua camisa, e sua gigantesca torcida. Justamente a Fiel, que faz toda a diferença.

Arrancada inicial: Os dez jogos invictos, com nove vitórias, e um empate foram vistos como aproveitamento “anormal” para o Campeão Mundial da FIFA 2000, e Tetra-campeão Brasileiro; uma vontade enorme em certos profissionais de dizer “cavalo paraguaio”, contidos por força da profissão. Ninguém reparou que aquela arrancada tenha, talvez, sido decisiva na reta final.

Desfalques em série, e conseqüentes tropeços: “O time voltou ao “normal”, o aproveitamento anterior estava além do previsto... ou desejado!

Super-times: O Flamengo derrotou o Santos! Flamengo é Flamengo! Detalhe. O Santos perdeu para mais dez times; Ronaldinho atingiu o seu objetivo, que era a Seleção, diminuiu o ritmo, e a timidez demonstrada pelo craque na humilhante virada sofrida pelo rubro-negro diante do cambaleante Grêmio, não deixou dúvidas sobre o quanto o Flamengo pode dele esperar. Botafogo. Devolveu a derrota sofrida em casa para o Corinthians, e virou o bicho-papão: Santos e Avaí escancararam as mazelas botafoguenses.

Vasco. O “time da moda”! A confiança depositada em jogadores cansados de guerra somente permitiu ao time ficar uma semana na liderança; é ainda a grande esperança dos secadores em não verem o Timão campeão. Apesar de emparelhado na liderança, o Gigante da Colina tem pela frente Botafogo, Fluminense, e Flamengo, além dos desesperados Avaí e Palmeiras; o Santos não conta, depois de inúmeros adiamentos de jogos, agora já fala em dar “descanso” aos seus jogadores. “Coerente e ético”.

Timão supera arbitragens: Contra o Cruzeiro, o árbitro, aflito com vitória do Timão, inventou um pênalti, que o badalado Montillo chutou para o céu, que queria justiça; contra o Inter, dois pesos e duas medidas, o juiz expulsou Alessandro, e evitou dar cartões para jogadores faltosos do Inter que já os possuíam. O meia Alex resolveu!
Contra o Avaí, a coisa ficou ainda mais suspeita, com o juiz validando o gol do Avaí, em claro impedimento, em pleno Pacaembu, e deixou o time com dez num cartão vermelho para lá de discutível de Leandro Castán, que saiu bradando: “Contra tudo, e contra todos”. Isso para não comentar outras ocasiões, como quando Emérson recebeu amarelo e vermelho direto, por não sair rapidamente de campo, com uma lesão que o tirou de combate por um mês.

Elenco: As análises de blogueiros profissionais, ou amadores, quase sempre insistem em não reconhecer o óbvio. Ignoram que um time que possui Ralf, Paulinho, Alex, Sheik, e Liédson em seu elenco dispensa opiniões sobre favoritismo. Isso é análise fria, sem medo, ou fanatismo. Embora análises e favoritismos estejam, incluindo essa, sujeitos á chuvas e trovoadas, a verdade verdadeira é que o favoritismo do Corinthians é muito difícil de engolir. So sorry...

Corinthians: Favoritismo difícil de engolir.

Fonte: Roda de Corinthianos

Enviado por: Dirceu Felipe de Barros

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