Sem ser exemplo no Corinthians, Andrés abdica de 'transparência'

Sem ser exemplo no Corinthians, Andrés abdica de 'transparência'

Por Meu Timão

Andrés se diz cansado e promete deixar o cargo em meados de dezembro, quando comando será do seu vic

Andrés se diz cansado e promete deixar o cargo em meados de dezembro, quando comando será do seu vic

Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

A 26 dias de se licenciar do Corinthians, Andrés Sanchez não faz mais questão de levar adiante o lema que escorou a campanha de sua gestão desde 2007: 'Renovação e Transparência'. Na época em que foi eleito, ele prometeu divulgar informações contratuais sobre todos atletas no site do clube, mas há muito o procedimento não é mais realizado. O dirigente explica que tinha como maior objetivo ser exemplo de idoneidade, mas as demais agremiações não fizeram igual.

'Vocês não cobram os outros clubes. Fiz para mostrar aos outros clubes, vocês não cobram. Só querem saber do Corinthians, e é sempre para o mal', respondeu o mandatário aos jornalistas que cobrem a rotina diária do Corinthians, em entrevista convocada de última hora por ele, no CT Joaquim Grava. 'Mas o corintiano, o sócio que quiser, é só ir ao clube lá e ver...', acrescentou.

'Posso mudar de opinião. Por que não me cobraram um ano e meio atrás? Não quero mais ser assim (transparente), não vou ser mais. Eu achava que pondo aquilo no site, cobrariam outros clubes, mas não cobraram', comentou o presidente, que negou interesse em fazer dinheiro com a negociação de jogadores do atual elenco. 'Mas se vier proposta e o jogador quiser sair, ninguém segura. Até 15 de dezembro, quando estarei aqui, vou procurar não vender ninguém', encerrou.

Andrés assumiu o Corinthians em 2007 para mandato-tampão e se reelegeu em fevereiro de 2009 para um triênio que se encerraria em janeiro do ano que vem. O dirigente, no entanto, se diz cansado e promete deixar o cargo em meados de dezembro, quando o comando ficará sob responsabilidade do vice-presidente Roberto de Andrade. Nas eleições de fevereiro de 2012, ele apoia o situacionista Mário Gobbi, que deverá concorrer com Paulo Garcia, nome da oposição.

Fonte: Gazeta Esportiva

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