Nos mínimos detalhes, Timão analisa os pontos fortes do Cruz Azul

Nos mínimos detalhes, Timão analisa os pontos fortes do Cruz Azul

Conhecer o adversário é um dos preceitos básicos de Tite antes de organizar sua equipe. Por este motivo, a comissão técnica corintiana fez uma análise detalhada do Cruz Azul, rival desta quarta-feira, que é o principal inimigo pela liderança do Grupo 6 da Libertadores. Afinal, os mexicanos venceram suas duas primeiras partidas na competição - 2 a 1 no Nacional (PAR) e 4 a 0 no Deportivo Táchira (VEN). Em conversa com Mauro da Silva, olheiro alvinegro, o MARCA BRASIL aponta os principais pontos entregues ao técnico do Timão.

'É uma equipe que não tem um ponto fraco exposto. É um time que costuma se impor dentro de casa. Precisamos ter muita concentração', afirmou o olheiro corintiano.

De volta à disputa da Libertadores após nove anos ausente, o Cruz Azul é um papa-título no México, sendo o maior vencedor da Liga dos Campeões da Concacaf, que é o torneio mais sonhando no país. Com o América (MEX), o clube já conquistou cinco. Na história, teve em 2001 sua melhor participação, quando chegou até a decisão e perdeu para o Boca Juniors nos pênaltis.

Sob o comando do técnico Enrique Mezza, o Cruz Azul vive um bom momento na competição continental, mas vai aos trancos e barrancos no Campeonato Mexicano, no qual ocupa apenas a nona colocação. Um dos motivos na oscilação pode estar na troca constante dos jogadores titulares.

'O treinador alterna muito a escalação. Só o goleiro, os dois zagueiros e o volante Castro não entram neste revezamento', ressaltou Mauro, que acredita na presença do artilheiro Orozco como titular.

'Ele costuma revezar as duplas de ataque. Na Libertadores ele tem usado o Perea e o Orozco. Deve manter', disse.

Outra peça do time mexicano que chamou a atenção da comissão técnica corintiana foi o meia argentino Cristian Gímenez.

'É um meia que joga armando pela direita. Está no México há várias temporadas e dita o ritmo da equipe', analisou.

Mesmo com a troca dos titulares e da oscilação, um padrão é mantido pelo Cruz Azul. A equipe trabalha muito a bola até encontrar espaço na defesa adversária (estilo parecido com o corintiano) e procura marcar com intensidade o jogador que tem a bola nos pés. Ao estilo mexicano, é normal ver dois defensores na mesma bola.

'É um time que valoriza muito a posse de bola. São muito rápidos. Aqui no México, eles impõem um ritmo acelerado, rodam muito a bola', ressaltou.

Tudo isso será apresentado pelo técnico Tite aos jogadores na palestra antes do confronto. Tudo nos mínimos detalhes...


Reportagem de André Pires e Daniel Carmona

Fonte: Marca Brasil

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