Chegou a hora de Alex acabar com jejum de gols

Chegou a hora de Alex acabar com jejum de gols

‘O gol é apenas um detalhe’. A frase do técnico Carlos Alberto Parreira sempre foi muito questionada no futebol. Afinal, o gol é um detalhe precioso. Sem eles, nenhum jogador ofensivo vive. Se o artilheiro Liedson não marca há 11 jogos, Alex também vive fase semelhante. É verdade que o camisa 12 é um meia, mas o seu jejum já começa a lhe dar uma pressão maior. Nesta quarta-feira, contra o Cruz Azul, às 22h, no Pacaembu, é a hora do ‘canhotinha’ chutar a urucubaca para dentro da rede.

'Ele e toda equipe jogaram muito contra o Cruz Azul. O técnico tem que ter um pouco de coerência. Senão fica tirando e colocando. Futebol não é quebra-cabeça. Precisa dar uma sequência', analisou Tite, que não vê motivos para reclamações da torcida sobre Alex.

No entanto, sem marcar em jogos oficiais na temporada - Alex marcou sobre o Flamengo, em amistoso -, o camisa 12 já ouve vaias quando erra um passe. Isso porque sua principal arma, o chute de média distância, não tem sido mortal.

'O Alex pode ser mais, principalmente falando em eficiência. Bolas paradas melhores, número de gols maior. Você sabe que o gol camufla coisas no futebol. Se fizer uns três, quatro gols, eu vou ser julgado de uma forma melhor', analisou o meia, em entrevista à Rádio Estadão/ESPN, na tarde desta terça.

Para se ter uma ideia, o último gol em jogos oficiais foi sobre o Inter, em 23 de outubro, pelo Brasileirão. Nesta quarta completam 150 dias. Muito tempo para quem tem a missão de alimentar o ataque e chegar à área para finalizar. Fato que o consagrou no ano passado e quando defendeu o Colorado. Da sua perna esquerda, sempre saíram gols decisivos.

Mesmo sem viver uma grande fase e com a sombra de Emerson, que pode entrar no seu lugar para reeditar o Corinthians com três homens de frente, Alex tem o respaldo do comandante para continuar tentando jogadas de efeito, que podem decidir a partida.

'Ali (na armação) se erra mais, número 10 é assim. É o momento da criação, você joga perto do adversário. De quatro jogadas, você erra três, mas em uma você decide. Ele joga em uma função mais decisiva. Num chute, num cabeceio, numa infiltração, por isso acaba errando mais', analisou o comandante corintiano.

Fonte: Marca Brasil

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