Eficiência da zaga do Timão à prova contra o Vasco

Eficiência da zaga do Timão à prova contra o Vasco

Mais um duro desafio para a melhor defesa da América, em 2012, e a quarta melhor até aqui, em média de gols sofridos (0,25 por jogo), da história da Libertadores - só atrás do Junior-COL, em 1978, com 0,17 em seis jogos; Argentinos Juniors-ARG, em 1986, com 0,20 em cinco; e Boca Juniors-ARG, em 1977, com 0,23 em 1913; além de estar empatada com o Estudiantes-ARG, em 1970, em quatro jogos; e Universitário-PER, em 2010, em oito, todos com 0,25.

O sólido sistema defensivo corintiano, com apenas dois gols sofridos em oito partidas no torneio, precisará, no entanto, suportar, nesta quarta-feira, a pressão de um ataque regular e eficiente na competição: o Vasco fez gols em todas suas partidas da atual edição da Taça Libertadores.

'É mais um desafio para nossa parte defensiva. Como a gente sempre ressalta, todo mundo ajuda na marcação, por isso, temos a melhor defesa da competição', ressalta Chicão, presente, assim como seu companheiro de zaga Leandro Castán, nas oito partidas da competição.

Com a excelente média de desarmes (2,9) e rebatidas (7,1) por partida, Castán ressalta o poderio defensivo do Timão para deixar o Rio com um satisfatório placar para que a classificação seja confirmada, no Pacaembu, na próxima semana.

'Eu vejo isso (a ótima média de gols sofridos na Libertadores) como um ponto positivo, porque a defesa acaba passando tranquilidade para o pessoal da frente fazer bem o trabalho deles. Então, a gente, lá atrás e no meio de campo, sabe que essa constância é importante, pois, assim, damos uma liberdade maior para os atacantes', opina o defensor, de 24 anos, que tem proposta da Roma para se transferir após a disputa da Libertadores.

'O importante é que os gols estão saindo e a gente não está tomando. Sabemos que num jogo decisivo como esse é preciso ter esse equilíbrio para poder sair classificado', emenda.

A mesma confiança de Chicão, no equilíbrio entre o ataque e a defesa do Timão - a peça-chave que deu o título do Brasileirão, em 2011 -, é retratada da mesma forma com relação ao perigoso e regular ataque vascaíno durante as partidas, orquestrado, sobretudo, por Diego Souza. Para os paulistas, o meia é o jogador que requer mais atenção.

'Sabemos da qualidade dele, principalmente em chutes de longe e cobranças de faltas. Temos que ter muito cuidado, porque pode ser um fator que vai nos atrapalhar a manter o nosso equilíbrio', ressalta o camisa 3.

Castán acrescenta ainda outras qualidade técnicas do Vasco.

'Eles têm jogadores de muito boa qualidade individual que podem decidir um jogo, como o Felipe, Juninho e Diego Souza. Conheço bem os atacantes também, o Eder Luis há um bom tempo, e o Alecsandro também, que são jogadores que a gente não pode bobear.'

Por fim, Chicão faz questão de ressaltar: falam bem da defesa, mas o ataque corintiano é tão eficiente quanto (16 gols).

'Caso não tomarmos gol, temos grandes chances de vencer, porque nosso ataque sempre marca.'
 

Reportagem de Felipe Piccoli e Juliano Macedo

Fonte: Marca Brasil

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