Tite barra chegada de Lúcio, Júlio César e Forlan.

Tite barra chegada de Lúcio, Júlio César e Forlan.

A conquista da Libertadores tem reflexos imediatos.

O Corinthians está perto de anunciar novo patrocínio master.

Está quase fechado com a Iveco.

E por R$ 35 milhões.

Será novamente o clube a ter maior patrocínio no Brasil.

Mas isso não significará a chegada de grandes reforços.

Jogadores importantes, estrelas não pisarão no Parque São Jorge.

Isso apesar de vários empresários já estarem sondando Mario Gobbi e, principalmente, Andrés Sanchez, mais influente que o próprio presidente.

A resposta é clara: 'não'.

O time buscará atletas pontuais e de baixo investimento.

Como um zagueiro para o lugar de Castán, que anunciará amanhã a sua ida para a Roma por R$ 13 milhões.

E de um atacante experiente.

Liédson não terá seu contrato renovado.

Willian já deixou tudo acertado com o Mettalist da Ucrânia.

Só.

Paulinho jurou ontem durante a festa que só sairá depois do Mundial.

Jurou.

Com a postura do jogador, a equipe será praticamente a mesma que embarcará para o Japão no final do ano.

Tite é o grande responsável pela manutenção do grupo.

O treinador acredita que a hora é prestigiar a equipe campeã da Libertadores.

Um time formado por bons jogadores, mas sem estrelas.

E que TIte tem nas mãos.

Levar essa equipe para disputar o Mundial é, para ele, o reconhecimento de um grupo que fez o sonho dos corintianos.

Três grandes jogadores já foram desprezados pela Comissão Técnica.

Todos com origem em um mesmo clube.

A Inter de Milão.

Lúcio só acertou com a Juventus depois de ouvir 'não' do Corinthians.

Ele queria receber R$ 700 mil mensais no clube brasileiro.

O mesmo que ganhava na Inter.

O goleiro Júlio César foi oferecido.

Ele acredita que defender um grande clube brasileiro o levará de volta para a Seleção.

Tite já mandou avisar que estava muito satisfeito com Cássio.

E o mesmo empresário falou de Diego Forlan.

O uruguaio já entusiasmou a diretoria do clube.

Mas a sua péssima fase na Itália, com direito a apenas dois gols.

E o alto preço para a rescisão, cerca de R$ 10 milhões desestimulou os dirigentes corintianos.

Só depois do não de Andrés, que as negociações de Forlan com o Internacional foram aceleradas.

Tite conversou de maneira clara com Gobbi e Andrés.

Os dois defendiam a contratação de pelo menos um ídolo.

O treinador foi claro.

Disse que a estrela é o conjunto, o time como um todo.

E que chegou a hora do reconhecimento.

O Mundial é um direito do time que ganhou a primeira Libertadores para o Corinthians.

E que a competição no final do ano é até menos complicada do que foi a competição na América do Sul.

Cheio de moral, Tite foi ouvido.

Os dirigentes prometeram nem ouvir ofertas de empresários.

O Corinthians vai com praticamente os mesmos atletas para o Japão.

Fonte: blog do cosme rimoli

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