Romarinho é blindado para manter os pés no chão

Romarinho é blindado para manter os pés no chão

Há quatro meses, Romarinho era apenas um atacante do Bragantino, mais uma promessa do interior paulista. Contratado pelo Corinthians, nem sabia se seria inscrito na Libertadores ou seria mais um garoto para compor o grupo. Pouco tempo depois, o camisa 31 é titular da equipe, carrasco do arquirrival Palmeiras e uma das estrelas do título da América. Com tudo isso, o atacante trouxe o assédio e as polêmicas, como a comemoração diante da torcida adversária no Dérbi, que provocou a irritação dos palmeirenses.

Por tudo isso, a diretoria corintiana segue sua missão de evitar o oba-oba em cima do atleta de apenas 21 anos. Edu Gaspar, gerente de futebol do Corinthians, mantém com a comissão técnica e a assessoria de imprensa do clube o jogador em rédeas curtas.

'Tem um controle natural de todos os atletas. Ele se encaixa na dinâmica de qualquer jogador. Os que estão no clube há mais tempo sabem como agir, o Romarinho é ‘recém-chegado’, está se adaptando a um time grande. É normal ele fazer o que está fazendo', ressaltou o dirigente, que não viu menosprezo do jogador na comemoração, uma vez que o gol saiu daquele lado do campo.

De qualquer forma, a diretoria tenta manter o jogador protegido da mídia, que o procura cada vez mais graças aos gols em momentos decisivos. Afinal, são três gols sobre o Palmeiras, um sobre o Boca Juniors, na final da Libertadores, e um golaço de letra sobre o Coritiba.

'Temos que manter os pés dele no chão, porque sabemos o que é Corinthians. É uma dinâmica parecida com a do Willian, que chegou do Figueirense e foi se adaptando', ressaltou o dirigente.

Por conta disso, Romarinho concede pouquíssimas entrevistas. Desde que chegou, só deu duas coletivas (apresentação oficial e antes do primeiro Dérbi) e declinou milhares de entrevistas exclusivas.

'O Corinthians tem uma assessoria de imprensa não para proteger, mas para indicar as melhores coisas para ele e para o clube', afirmou Edu Gaspar, negando a proibição.

Reportagem de André Pires e Felipe Piccoli

Fonte: Marca Brasil

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