Apesar de ter jogado pelo Catar, Emerson garante que pode defender o Brasil

Apesar de ter jogado pelo Catar, Emerson garante que pode defender o Brasil

Emerson sonha com a Amarelinha

Emerson sonha com a Amarelinha

Foto:   Alan Morici / Agência O Dia

Emerson afirmou nesta sexta-feira que tem condições legais de jogar pela seleção brasileira. Apesar de ter defendido a seleção do Catar, o atacante do Corinthians revelou que a Fifa não leva à risca a naturalização para o país asiático por conta dos jogos que ele fez com a camisa verde e amarela nas categorias de base.

'Eu me naturalizei catariano e atuei pelo país nas Eliminatórias para a Copa de 2010, mas a Fifa cancelou minha participação nessas partidas porque joguei nas categorias de base do Brasil. Então, só posso defender a seleção brasileira', disse.

Enquanto a convocação não vem, Sheik falou sobre a preparação corintiana para a disputa do Mundial de Clubes, que será realizado em dezembro no Japão. De acordo com o jogador, o elenco alvinegro tem adotado uma postura cautelosa em relação a uma possível final contra o Chelsea. Segundo o atacante, o foco do time paulista está totalmente na partida da semifinal, cujo outro participante não está definido.

'Temos evitado ficar falando muito desse jogo , porque temos outra partida antes. Se tudo der certo e chegarmos à final, a comissão técnica já está providenciando aquele arsenal de informações que o Tite sempre junta', garantiu.

Conhecido também pela postura irreverente fora de campo, Sheik contou detalhes de dois episódios curiosos envolvendo seu nome. O primeiro foi como decidiu tornar a macaca-prego Cuta seu animal de estimação. Depois, revelou o que o levou a morder o dedo do meia Walter Erviti, do Boca Juniors, no segundo jogo da final da Copa Libertadores.

'Eu costumava levar algumas cestas básicas na Favela da Rocinha. Vi um morador com dois macaquinhos, e percebi o relacionamento dele com a macaca, o clima de amizade. A Cuta é a minha companheira, minha filhinha linda. (...) O Boca tem essa tradição de vir aqui e ser catimbeiro, de levar os títulos das equipes brasileiras. Eles vêm com aquela catimba toda segurando a bola. Mas foi legal, não foi? Ele pegou meu rosto e foi apertando, aí o dedo dele foi parar na minha boca e eu mordi (risos)', explicou.

As informações são do iG

Fonte: Marca Brasil

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