Cech assume favoritismo e evita falar sobre o Timão

Cech assume favoritismo e evita falar sobre o Timão

Mundial, sim. Corinthians, não. Essa foi a “ordem” na primeira coletiva do Chelsea no Japão. Após meses esquivando-se de comentários mais longos sobre a disputa que definirá o melhor clube do mundo na temporada, os Blues atenderam a imprensa, nesta segunda-feira, no hotel onde estão hospedados em Yokohama, para falar exclusivamente da competição. Um assunto, no entanto, foi descartado: o provável encontro com o Timão na decisão do próximo domingo, dia 16.

Com a estreia marcada para semifinal de quinta-feira, às 8h30m (de Brasília), no Estádio Internacional de Yokohama, diante do Monterrey, do México, Petr Cech apressou-se em deixar claro que não tem motivos para comentar nada relacionado os brasileiros no momento. Para ele, o Chelsea deve se preocupar em minimizar rapidamente os efeitos do fuso-horário japonês, nove horas a mais do que na Inglaterra, para evitar que a zebra apronte para um time europeu pela primeira vez na história do Mundial.

- Temos que pensar passo a passo. Não podemos falar de Corinthians, porque eles ainda estão muito longe da gente. Precisamos vencer, eles precisam vencer o jogo deles, e têm uma grande chance de conseguir isso. Vamos falar do Monterrey, que chegou aqui já há um tempo, está adaptado e fez uma boa partida nas quartas de final. Vai ser um jogo duro e temos que começar logo essa preparação para que alcancemos a melhor forma o mais rápido possível, mesmo com a questão do fuso-horário.

Sincero, o goleiro tcheco admitiu que o Chelsea é, sim, favorito a vencer a competição, mas dividiu a responsabilidade com o Timão ao apresentar os argumentos para isso.

- Assim como o Corinthians, entramos na semifinal. Então, não podemos fugir do fato de sermos favoritos. Vamos fazer o melhor para transformar isso em realidade e vencer a competição.

Por fim, Cech falou ainda sobre a nova experiência que terá pela frente, atuando pela primeira vez com a tecnologia do chip na bola para validação dos gols. Entusiasta da ideia, o goleiro comemorou a decisão de Fifa de testá-la no Mundial e apontou o artifício como preponderante para evitar injustiças no futebol.

- Estou muito feliz por essa decisão. Nos últimos dez anos, fui um grande incentivador e acreditava que o futebol precisava disso. Se olharmos ao longo da história, vamos ver resultados que tiveram a interferência de erros e isso é frustrante para o jogador. Espero que seja realmente um benefício.

No Japão desde o começo da noite de domingo, o Chelsea realizará o primeiro treinamento em Yokohama a partir das 15h30m (4h30m de Brasília), na Marinos Town.

Fonte: Globo Esporte

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