Veteranos, Chicão e Alessandro festejam ciclo vitorioso

Veteranos, Chicão e Alessandro festejam ciclo vitorioso

Mundial: Veteranos, Chicão e Alessandro festejam ciclo vitorioso

Mundial: Veteranos, Chicão e Alessandro festejam ciclo vitorioso

O Corinthians conquistou neste domingo o seu segundo título mundial, mas a situação era bem diferente no começo de 2008, quando o lateral-direito Alessandro e o zagueiro Chicão foram contratados. Naquele momento, eles começaram uma trajetória de conquistas, iniciada pela Série B. Por isso, eles reconheceram neste domingo que não imaginar que conseguiram alcançar tanto sucesso quando chegaram ao clube.

'Em 2008, eu não tinha nem ideia do que ia acontecer em alguns anos. Hoje nós somos campeões do mundo', disse Alessandro, capitão corintiano na conquista do título do Mundial de Clubes. 'É um momento de muita alegria. Não tenho noção do que está acontecendo, é difícil, impossível, encontrar palavras para definir o meu sentimento e o que está acontecendo, estamos muito felizes com essa conquista', comemorou o jogador.

Chicão adotou discurso semelhante ao de Alessandro e fez questão de enumerar os títulos conquistados por ele no Corinthians.

'Série B, Copa do Brasil, depois veio o Brasileiro, a Libertadores, agora o Mundial. São muitos anos e muitos títulos pelo clube. Grandes momentos vividos aqui no Corinthians', afirmou Chicão.

O zagueiro lembrou que a situação do Corinthians era bem diferente quando ele foi contratado.

'Alguns jogadores não aceitaram jogar a Série B, mas estou há cinco anos no clube, conquistei vários títulos e estou muito feliz e orgulhoso por fazer parte disso', disse o zagueiro.

As várias conquistas não tiram o ânimo dos dois experientes jogadores do Corinthians. O zagueiro Chicão revelou ainda ter metas a alcançar nos próximos anos.

'Quero continuar escrevendo o meu nome na história do clube, me tornar o zagueiro com mais gols pelo Corinthians', completou Chicão.

Para ele, a união do elenco explica o êxito do Corinthians nos últimos anos.

'O segredo é a humildade do grupo. Todos aceitam o que o Tite pede. Isso dá resultado dentro de campo', disse. 'Também temos uma amizade fora de campo', disse o atleta.

Capitão do Corinthians na disputa do Mundial de Clubes também exaltou a força do grupo.

'Temos um elenco muito bem distribuído, com jogadores de características diferentes', disse o lateral, que brincou com a ajuda que o atacante Jorge Henrique lhe deu na marcação. 'Disse para o Jorge que se ele ficar na minha frente, jogo até os 40 anos', finalziou o jogador corintiano.

Fonte: Futebol Interior

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