A diferença da operação Pato-Corinthians para a recusa ao PSG em Janeiro

A diferença da operação Pato-Corinthians para a recusa ao PSG em Janeiro

Se Alexandre Pato é um bom negócio para o Corinthians ou não, o tempo dirá.
Se o Milan quer vender, bom sinal não é. E o Milan quer.
Mas o Corinthians pondera esse fator também. Pato é o jogador que mais tempo passa no Milan-Lab, o polêmico departamento médico milanista. Pirlo era recordista três temporadas atrás, antes de se transferir para a Juventus e se tornar o melhor jogador do Campeonato Italiano.

Por questões assim, o Corinthians aposta que pode recuperar Pato.
Por que, então, o Corinthians está perto de acertar a contratação do centroavante do Milan, se o Paris Saint-Germain não conseguiu, ofercendo 28 milhões de euros em janeiro, contra os 15 milhões de euros pelo clube brasileiro agora. Porque Pato se convenceu de que é bom sair. E de que é bom voltar para o Brasil, um ano e meio antes da Copa do Mundo.

Em 12 de janeiro, Pato estava vendido ao Paris Saint-Germain e o Milan usaria o dinheiro para contratar Carlitos Tévez, na época em litígio com o Manchester City. Pato vetou o negócio e o Milan... pagou o Pato mais dez meses.

Agora é diferente, é o que garante a edição desta quinta-feira de La Gazzetta dello Sport. Pato quer o Corinthians, o Milan quer vender e só falta o dia 3 de janeiro para ratificar o negócio. Pato será do Corinthians.

Vale a pena? O tempo dirá.
Positivo: o Corinthians não pensa em contratações como forma de fazer dinheiro na venda futura, como escrevi na coluna QUEM PAGA O PATO, no Estadão do último domingo.

No passado, até os anos 90, comprar carro era invenstimento. Muita gente comprava pensando no dinheiro arrecadado na venda futura. Mudou. Há muito tempo, carro se tornou consumo, para as famílias brasileiras.

Do mesmo modo, na Europa, jogador de futebol é consumo, não receita. Receita vem de contrato de TV, patrocínio, marketing, bilheteria, receita em dia de jogo...

O Corinthians, hoje, pode pensar assim. Isso é bom.

Mesmo que Pato não seja uma contratação com 100% de garantia de sucesso.

Fonte: Espn

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