Corinthians pode gastar cerca de R$ 95 milhões em contratações

Corinthians pode gastar cerca de R$ 95 milhões em contratações

Renato Augusto foi o primeiro reforço do Corinthians para 2013

Renato Augusto foi o primeiro reforço do Corinthians para 2013

Foto: Wagner Meier

Depois de Guilherme, Renato Augusto, Guerrero, Martínez e Alexandre Pato, o Corinthians colocou na cabeça que precisa de Gil. Zagueiro de passagem discreta pelo Cruzeiro, ele está no pequeno Valenciennes, da Primeira Divisão francesa. Nos últimos seis meses, dinheiro não tem sido problema no Parque São Jorge.

Diante da resistência do presidente Jean-Raymond Legrand em negociar o defensor, o agente Carlos Leite, autorizado pelo Timão, colocou na mesa oferta de R$ 9,5 milhões. “Acho que, com isso, vamos conseguir vencer a resistência dele”, disse o próprio jogador, que pressiona para retornar ao futebol brasileiro.

Na verdade, não há nenhum clube nacional investindo tanto em reforços quanto o Timão. A começar pela compra de 50% dos direitos de Paulinho, após a conquista da Libertadores, o Corinthians gastou R$ 95,5 milhões nos últimos seis meses. Isso computada a oferta por Gil (veja mais no quadro ao lado).

“A vinda dele é algo que queremos que aconteça imediatamente. Acho que vai dar certo e contaremos com o jogador”, opina o diretor de futebol alvinegro, Roberto de Andrade.

Quem vai sair?/ Os altos investimentos se iniciaram sem que o Corinthians tenha feito qualquer venda de jogador. Há interesse por Paulinho, mas a diretoria não pretende vendê-lo. Pelo menos é o que diz publicamente. A única possibilidade real é de que Martínez seja negociado. Mas apenas porque irrita a cartolagem com suas reivindicações, para a imprensa, de que precisa ser titular. Se estivesse quieto, sua possível saída não seria nem sequer considerada pela diretoria.

“Quem quiser comprá-lo, é só pagar R$ 12 milhões”, deixa claro Roberto de Andrade.

E ainda se fala em Dedé, já que o Vasco vive crise financeira. Seriam mais R$ 27 milhões. Neste caso, os diretores negam a negociação. “É apenas especulação”, concluiu o diretor, ciente, no entanto, de que no futebol o sucesso custa caro.

Fonte: DiarioSP

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