Cristóvão Borges diz ter batido na trave no Corinthians: 'Montei uma equipe que foi líder'

Cristóvão Borges diz ter batido na trave no Corinthians: 'Montei uma equipe que foi líder'

Por Meu Timão

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Cristovão Borges dirigiu o Corinthians de junho a setembro de 2016

Cristovão Borges dirigiu o Corinthians de junho a setembro de 2016

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

"Bateu na trave". Essa é a análise de Cristóvão Borges, quase dois anos depois, sobre sua passagem como técnico do Corinthians entre os meses de junho e setembro de 2016.

Em entrevista concedida ao jornal Lance! e publicada nesta terça-feira, Cristóvão Borges ressaltou o alto nível de cobrança existente em clubes como Corinthians e Flamengo.

"Não tem a ver com título. Você falou de Corinthians e Flamengo, são momentos e equipes que têm uma exigência muito grande que o resultado tem que ser mais rápido. São momentos que as coisas encaixam ou não. No Flamengo isso não aconteceu, no Corinthians foi por muito pouco, bateu na trave", argumentou o treinador, desempregado desde março do ano passado, quando foi demitido do Vasco e decidiu tirar um ano sabático.

Cristóvão Borges chegou ao Corinthians bancado, entre outros, pelo atual presidente Andrés Sanchez, que na época se dizia afastado do departamento de futebol alvinegro. O treinador tinha como missão assumir o posto deixado por Tite, recém-contratado pela CBF para comandar a Seleção Brasileira. O baiano não durou mais do que 18 jogos no Timão.

"O Corinthians... Estavam saindo muitos jogadores, era um desmanche. Chegou um momento que estávamos fazendo coisas interessantes. O Rodriguinho e o Bruno Henrique (atualmente no Palmeiras) estavam chegando na melhor fase da carreira. O Elias voltou após um mês machucado. Nesse momento montei uma equipe que foi líder do campeonato", recordou, se referindo à vitória sobre o Internacional, no Beira-Rio, em 31 de julho de 2016, quando o Timão assumiu, ainda que por apenas uma rodada, a liderança do Brasileirão.

"Em menos de uma semana, o Elias pediu para ir embora e o Bruno Henrique também. Os dois foram embora. Acontecem essas coisas", finalizou, citando assim o desmanche pelo qual passou o Corinthians como principal fator por seu fracasso à frente do Timão.

Veja mais em: Campeonato Brasileiro.

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