Loss admite 'mudança repentina', evita rótulo ofensivo no Corinthians e diz se espelhar em Carille

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Por Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni, no CT Joaquim Grava

Osmar Loss foi apresentado como técnico do Corinthians nesta quarta-feira

Osmar Loss foi apresentado como técnico do Corinthians nesta quarta-feira

Rodrigo Vessoni/Meu Timão

O técnico Osmar Loss tratou de falar sobre "a cara do seu Corinthians" logo em sua apresentação como novo treinador da equipe. E aos torcedores mais empolgados com a perspectiva de grandes inovações: calma lá!

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No primeiro bate-papo com a imprensa no CT Joaquim Grava, Loss sinalizou continuidade no trabalho que vinha sendo feito por Fábio Carille nos últimos 16 meses. O ex-auxiliar-técnico e agora treinador, afinal de contas, admitiu se tratar de uma "mudança repentina".

"Conversamos com o grupo. A ideia é uma manutenção do que vinha sendo feito pelo Carille, eu vinha fazendo parte da comissão, tenho ciência do que o grupo pode render. Temos a comissão técnica que é do clube, foi uma mudança repentina", declarou.

Há no Corinthians, seja interna ou externamente, a ideia de que Osmar Loss é um treinador com características ofensivas. Seus trabalhos bem-sucedidos à frente do Sub-20 do Timão entre 2013 e 2017 fortalecem tal tese - foram mais de cem gols marcados por suas equipes nas quatro edições de Copa São Paulo de Futebol Júnior disputadas.

Ao ser questionado sobre o assunto, no entanto, Loss evitou o rótulo de treinador ofensivo.

"O Corinthians tem que ter a cara do Corinthians. Claro que falam sobre o treinador. Na Copa São Paulo, o nível dos primeiros jogos não é elevado, acaba tendo goleadas e dá essa impressão. Tem que ser um futebol equilibrado defensivamente, sólido, que vai sofrer poucas situações de gol e que seja eficiente na frente", argumentou.

Por fim, ao projetar esquemas táticos para o Corinthians de 2018, Loss não fugiu daquilo que já vinha sendo trabalhado por Carille. O novo treinador, por exemplo, vê o centroavante Roger não como um titular absoluto, mas sim como uma boa alternativa para jogos em que seja interessante para o Timão atuar num esquema 4-2-3-1.

"Todo esse processo que passamos de testar o 4-1-4-1, depois 4-2-3-1, e pelo fato de perdemos o Jô e passar para o 4-2-4 me faz pensar que não dá para definir hoje uma forma de jogar. O fato de ter o Roger dá a oportunidade de trazer algo diferente, e isso vai trazer mais dificuldades para os adversários", explicou.

Veja mais em: Osmar Loss e Fábio Carille.

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