Justiça marca audiência para avaliar possível fraude nas eleições do Corinthians

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Por Meu Timão

Eleição ainda repercute no Corinthians

Eleição ainda repercute no Corinthians

Agência Corinthians

Realizadas e definidas em fevereiro, as eleições do Corinthians seguem rendendo muito assunto nos bastidores do clube. Após laudo de empresa, no início deste mês, o Ministério Público de São Paulo destacou que o processo não apresenta confiabilidade. Para dar sequência às investigações, a Justiça marcou uma audiência para o dia 27 de agosto, quando vai ouvir funcionários da Telemeeting Brasil, empresa responsável pelo sistema das urnas eletrônicas utilizadas no dia.

Antes baseada unicamente nos laudos da Dynamic Perícias, o processo agora também conta com auditorias da Perícias Informática e do Instituto de Criminalística, órgão de Segurança Pública de São Paulo. As informações foram publicadas pelo Estadão.

Leia também: Em relatório da CBF, Corinthians é o clube que mais pagou comissão a agentes entre 2017 e 2018

No primeiro laudo, vale destacar, a Dynamic Perícias destacou uma diferença de 25 votos entre os que foram apurados (3.642) e o número de sócios que assinaram a lista de presença no dia da votação (3.617). Além disso, o levantamento da empresa, paga por Paulo Garcia, segundo colocado da eleição, apontou que o sistema de Wi-fi que registrou os votos era vulnerável.

A fragilidade da rede de internet também foi apontada pela Perícias Informática. Além disso, o laudo da empresa também relatou divergência no código de um dos computadores utilizados na eleição - segundo o relatório, no entanto, isso foi causado por falha de um funcionário da Telemeeting Brasil. Por fim, o Instituto de Criminalística não apontou qualquer irregularidade no processo de votação.

Caso seja confirmada qualquer fraude, vale destacar, a eleição só será anulada caso alguém entre com uma ação na Justiça Civil e no Conselho Deliberativo do clube. Conforme indicado pela promotoria, a confirmação de irregularidades pode ser encaixada no artigo 66 do Código de Defesa do Consumidor: "fazer afirmação falsa ou enganosa, ou omitir informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviço, com pena de prisão de três meses a um ano e multa".

Veja mais em: Eleições no Corinthians.

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