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Romero faz três, Corinthians vira sobre o Vasco e se aproxima do G6

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Brasileiro 2018

Romero faz três, Corinthians vira sobre o Vasco e se aproxima do G6

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Artilheiro Romero comemora um de seus gols na vitória sobre o Vasco da Gama

Artilheiro Romero comemora um de seus gols na vitória sobre o Vasco da Gama

Foto: Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Tá precisando de gol aí? Chame Ángel Romero, oras! Com três gols do atacante, o Corinthians venceu, de virada, o Vasco da Gama pelo placar de 4 a 1 na manhã deste domingo, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela 16ª rodada do Brasileirão. Jadson, de pênalti, anotou o quarto.

Romero, que já marcara dois gols no meio de semana, no triunfo sobre o Cruzeiro, não só foi decisivo para o Timão como conquistou nova marca pelo clube: ultrapassou a marca de Ronaldo Fenômeno. Já são 37 tentos de R11 com a camisa alvinegra, contra 35 de R9.

Com os três pontos deste domingo, o Corinthians passa a somar 25 e sobe uma colocação na tabela. A equipe do Parque São Jorge está a um ponto do Internacional, último a ocupar a zona de classificação à Libertadores. O time gaúcho entra em campo logo mais à tarde.

Sem Jonathas Jesus, lesionado, Osmar Loss optou pela seguinte equipe: Cássio, Fagner, Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel (capitão) e Douglas; Pedrinho, Jadson, Romero e Clayson.

Escalação Corinthians Vasco Mané Garrincha

Meu Timão

Destaque para o retorno do zagueiro Pedro Henrique, que havia sido desfalque no meio de semana por conta de uma tendinite na coxa esquerda, e para a nova chance a Pedrinho, escolhido pelo técnico corinthiano para substituir Jonathas – Romero então seria deslocado à função de centroavante.

Já o Vasco da Gama, comandado por Jorginho, era formado por: Martín Silva (capitão), Luiz Gustavo, Breno, Ricardo Graça e Ramon; Leandro Desábato e Andrey; Evander, Kelvin e Yago Pikachu; Andrés Rios.

Se liga! – O Corinthians agora vira a chave e se volta à Copa do Brasil. Na quarta-feira que vem, recebe a Chapecoense na Arena Corinthians, em Itaquera, às 21h45, pela ida das quartas de final da competição nacional.

Me ajuda aí, juizão!

O início de jogo em Brasília expôs uma das fragilidades do Vasco: a marcação pelo lado esquerdo. O corinthiano Pedrinho tinha a missão de atacar pelo setor e não demoraria a dar trabalho aos defensores adversários, sobretudo a Ramon. Aos nove minutos, o lateral-esquerdo levou dois chapéus do garoto alagoano, não gostou e revidou por baixo, levando o primeiro cartão amarelo da matinê.

Fazia forte calor no Mané Garrincha. Ainda assim, corinthianos e vascaínos não abriam mão de um ataque veloz quando tinham tal oportunidade. Aos 26, Pedrinho recebeu em condições na direita, avançou à linha de fundo e tentou o cruzamento. O uruguaio Martín Silva, em dois tempos, fez a defesa.

Loss passa instruções aos jogadores durante parada para hidratação

Loss passa instruções aos jogadores durante parada para hidratação

Reprodução/Premiere

O Vasco criou mais lances ofensivos que o Corinthians durante a primeira etapa. Cássio, por exemplo, chegou a espalmar aquele que seria o primeiro gol da equipe carioca, fruto de cabeceio de Ricardo Graça. Ao mesmo tempo, a defesa corinthiana batia cabeça em determinadas jogadas e abusava da lentidão na saída de bola.

Na reta final do primeiro tempo, a equipe de Osmar Loss levou bastante perigo ao gol vascaíno. Clayson cobrou escanteio, Danilo Avelar subiu de cabeça e acertou o travessão de Martín Silva, já vendido na jogada. Quem não faz...

... toma! No lance seguinte, Yago Pikachu invadiu a área, passou por Fagner e, tocado, forçou a queda, ganhando pênalti do árbitro paraense Dewson Fernando Freitas da Silva. Ele mesmo foi para a cobrança, bateu rasteiro, no canto direito de Cássio, e abriu o placar.

Fagner & cia reclamam de pênalti a favor do Vasco da Gama no Mané Garrincha

Fagner & cia reclamam de pênalti a favor do Vasco da Gama no Mané Garrincha

Reprodução/Premiere

“O Fagner foi no corpo protegendo a bola e o juiz deu pênalti. Várias vezes ele deixa o jogo nervoso. Todo jogo que ele apita é assim”, resumiu o volante Gabriel, irritado, antes de seguir para o vestiário.

ROMEGOL!

Alternando entre a ponta direita e o centro, Romero logo trataria de colocar a casa em ordem. Logo aos quatro minutos, Clayson puxou contra-ataque pela esquerda e achou Jadson livre na entrada da área. O camisa 10 dominou o lançamento e, acuado por Martín Silva, só rolou para o atacante paraguaio, que arrematou rasteiro para deixar tudo igual em Brasília.

A essa altura, Romero igualava a marca de gols de Ronaldo Fenômeno pelo Corinthians: 35 tentos em 196 partidas. Você leu bem, torcedor. “Igualava”. Pois o camisa 11 deixaria mais um pouco depois. Após grande jogada de Pedrinho pela esquerda, Romero, como um bom centroavante, se enfiou entre os zagueiros do Vasco e completou o cruzamento. O Timão virava o marcador no Distrito Federal!

A vitória parcial deu margem para Osmar Loss promover sua primeira alteração: sacou Clayson para a entrada de Mateus Vital. Aqui, mais um ponto para o técnico corinthiano. O motivo? Foi justamente Vital quem deu início ao terceiro gol preto e branco em Brasília.

Restando pouco menos de 15 minutos para o apito final, o meia invadiu a área, foi tocado por trás e caiu. O juiz Dewson Freitas não teve dúvidas e sinalizou penalidade máxima. Encarregado da bola parada do Corinthians, Jadson bateu com categoria e ampliou para os visitantes.

Confira os gols e melhores momentos do jogo

Loss ainda colocaria Léo Santos e Emerson Sheik nos respectivos lugares de Jadson e Pedrinho, bastante aplaudidos. O Corinthians, precavido, trocava passes e já não fazia tanta questão assim de atacar o Vasco, desesperado.

E ainda assim Romero não perdoou. Já nos acréscimos, recebeu bela bola enfiada por Sheik e, livre de marcação, só tirou do goleiro uruguaio. R11 fazia seu terceiro gol (!) na mesma partida.

No Mané Garrincha de arquibancadas mistas, deu Timão (e Romero também)!

Veja mais em: Crônica, Campeonato Brasileiro, Fagner e Romero.

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