Destaque na Libertadores, Jadson lembra expulsão de 2015 e 'dá a letra' para virada do Corinthians

Destaque na Libertadores, Jadson lembra expulsão de 2015 e 'dá a letra' para virada do Corinthians

Por Meu Timão

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Jadson soma cinco gols na atual edição da Libertadores

Jadson soma cinco gols na atual edição da Libertadores

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Artilheiro do Corinthians e assim um dos principais nomes da equipe na atual edição da Copa Libertadores da América, com cinco gols marcados, Jadson crê que o segredo para a classificação do Timão às quartas de final vai além do pé calibrado. Na opinião do camisa 10, o foco dos jogadores alvinegros tem de, primeiramente, estar na questão disciplinar.

Em entrevista concedida ao portal Globoesporte.com e publicada nesta terça-feira, Jadson projetou um Colo-Colo bastante "enjoado" no duelo desta quarta à noite, na Arena Corinthians, em Itaquera, pelo jogo de volta das oitavas de final. Na partida de ida, além da derrota por 1 a 0, o Timão amargou no Chile a expulsão do volante Gabriel.

"Eles vão jogar pelo resultado que conseguiram lá. As equipes sul-americanas tentam irritar os times brasileiros com essa catimba, a gente tem que esperar isso. Acho que eles virão fechados, e temos que ter tranquilidade, paciência, trabalhar bem a bola para conseguir achar as jogadas certas e não cair na pressão deles", declarou o meia de 34 anos de idade.

"Vai ser fundamental o apoio da torcida nos 90 minutos", acrescentou.

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O próprio Jadson já foi vítima da falta de concentração e também da tal catimba sul-americana. Em 2015, durante sua primeira passagem pelo Corinthians, o meia foi expulso junto com Fábio Santos na derrota para o Guaraní-PAR, em Itaquera, que selaria a eliminação alvinegra nas oitavas de final da Libertadores daquele temporada.

"Às vezes, o nervosismo do jogo e essa catimba que eles fazem com os brasileiros faz você perder um pouco a paciência no jogo. E, numa chegada mais rígida dos brasileiros, a arbitragem pode puxar para o lado deles por falar o (idioma) castelhano. As expulsões fazem parte, mas ninguém quer ser expulso", explicou, antes de concluir:

"Passei por isso em 2015, o cara foi passar, abri a mão, acabou pegando no rosto dele e fui expulso num jogo decisivo. Espero que nossa equipe esteja concentrada."

Veja mais em: Jadson e Libertadores da América.

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