Gerações distintas de jogadores do Corinthians se enfrentam em torneio de Poker

Gerações distintas de jogadores do Corinthians se enfrentam em torneio de Poker

Por Meu Timão

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Finazzi, Basílio, William e André Akkari, corinthiano campeão mundial de Poker

Finazzi, Basílio, William e André Akkari, corinthiano campeão mundial de Poker

Danilo Augusto / Meu Timão

Se Basílio, William Capita e Finazzi não tiveram a oportunidade de jogar ao mesmo tempo pelo Corinthians, no Poker eles podem sentar na mesma mesa, ainda que cada um por si, e disputar um torneio no BSOP (Brazilian Series of Poker), a maior competição do jogo de cartas no Brasil.

Num evento restrito a atletas e outras figuras do futebol, os três ex-jogadores do Timão puderam mostrar suas habilidades no Poker e conversar durante horas sobre o passado dentro das quatro linhas e as partidas na concentração.

"A gente jogava na concentração com Dentinho, Júlio Cesar, Ronaldo, etc. Depois as mesas foram para a casa de um ou de outro e continuamos jogando, mas quando eles começaram a aumentar o cacife e liberar o rebuy (reentrada no torneio mediante pagamento de mais fichas), eu falei: 'Isso aí vai quebrar a galera'", brincou o ex-zagueiro ao Meu Timão.

"O Ronaldo que trouxe o Poker no Corinthians, antigamente a gente jogava cacheta, vinte e um. Mas o Poker tomou conta, é um jogo muito estratégico, muito inteligente", completou William.

Basílio, ainda começando no novo esporte, foi reconhecido e cumprimentado por André Akkari, campeão mundial de Poker e corinthiano fanático. O ídolo alvinegro teve como "padrinho" do jogo nada menos do que Vampeta.

André Akkari foi campeão mundial de Poker em 2011

André Akkari foi campeão mundial de Poker em 2011

Danilo Augusto / Meu Timão

"O Vampeta me levou uma vez num tornei, nós chegamos cedo para participar. Eu sei mais ou menos como é que joga. Chegando lá o Vampeta que acabou ganhando o torneio de nós. Foi bem legal, me deram uma bola com o símbolo do baralho, um boné e mais uns negócios", disse Basílio.

Já Finazzi leva o assunto mais a sério. O ex-jogador trabalha numa casa de Poker de São Paulo, onde "cuida de tudo o que precisar" e ainda joga com outros adversários quando sobra tempo.

Papo vai, papo vem. E o Carille?

Enquanto esperava as fichas, Basílio, autor do gol que deu fim a um jejum de 23 anos de títulos do Corinthians, comentou a provável volta do ex-treinador do Timão:

"A expectativa é muito boa do retorno de Carille, mas ele não vai encontrar o mesmo grupo. Alguns jogadores também chegaram depois que ele saiu. Ele vai encontrar muita dificuldade, mas já fez alguns pedidos de alguns reforços. A expectativa é boa, principalmente das contratações que ele pediu, tem três nomes muito importantes. Ele vai ter que administrar as posições carentes que o Corinthians tem", analisou o ídolo.

Veja mais em: Ídolos do Corinthians, Ex-jogadores do Corinthians e Fábio Carille.

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