Carille admite susto com gols no início, mas valoriza papel da Fiel em virada na Arena

Carille admite susto com gols no início, mas valoriza papel da Fiel em virada na Arena

Por Andrew Sousa e Rodrigo Vessoni, na Arena Corinthians

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Carille e Corinthians assustaram a Fiel no início da partida desta quarta-feira, na Arena

Carille e Corinthians assustaram a Fiel no início da partida desta quarta-feira, na Arena

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Quem vê apenas o placar da vitória do Corinthians sobre o Avenida-RS, por 4 a 2, nem imagina o quanto a Fiel sofreu na noite desta quarta-feira. Desatento, o Timão mal teve tempo de se aquecer e sofreu dois gols antes dos dez minutos de partida. Assim como a torcida, Carille levou um surto com o início da partida em Itaquera.

"Foi um susto mesmo, procurei colocar o mesmo time que jogou contra o São Paulo. Acredito que essa vai ser a forma de jogar. Com nove minutos já estava 2 a 0, aí tive que mudar para ser mais agressivo", afirmou, antes de valorizar os pouco mais de 20 mil presentes na Casa do Povo.

"Quero destacar o papel da torcida que não vaiou em nenhum momento. A gente já sabe que é assim, estou vendo os mais novos entendendo o que é o Corinthians e a torcida, que é de cobrar, mas nos 90 minutos é de incentivar", completou.

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Não vaiar, cabe destacar, é um dos mandamentos do Corinthianismo, religião lançada pelo Corinthians na última segunda-feira. O quarto mandamento divulgado pelo clube diz: "A Fiel não vaia. A Fiel apoia os 90 minutos".

Apesar do alívio pela classificação à próxima fase da Copa do Brasil, o treinador deixou a Arena com motivos de sobra para se preocupar. Como em toda a temporada, o time sofreu um gol em jogada aérea. Com pouco tempo para trabalhar, Carille quer entrega de todo o time para diminuir o número de gols adversários.

"A gente precisa parar de tomar gol logo... isso não é só para o sistema defensivo. Eu tenho laterais e volantes que ajudam o setor ofensivo a fazer gols, então todo mundo precisa ajudar a marcar também. A gente precisa parar de tomar gols o quanto antes. Estou trabalhando a bola parada, mas preciso trabalhar mais, porque a bola parada decide", concluiu.

A lamentação pelas falhas defensivas se transformam em trabalho a partir desta quinta-feira. No período da tarde, a equipe se reapresenta e inicia os trabalhos visando o embate contra o Botafogo-SP, marcado para domingo, às 19h.

Veja mais em: Fábio Carille e Copa do Brasil.

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