Cortada da Copa por lesão, corinthiana se reinventa e vira peça importante nos bastidores

Cortada da Copa por lesão, corinthiana se reinventa e vira peça importante nos bastidores

Por Meu Timão

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Érika passou a apoiar jogadoras com a visão de fora do campo após corte pela Seleção

Érika passou a apoiar jogadoras com a visão de fora do campo após corte pela Seleção

Bruno Teixeira/Ag. Corinthians

Érika estava entre as jogadoras do Corinthians que foram convocadas pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, que acontece na França. Com uma lesão na parte final da preparação, no entanto, a zagueira teve que ser cortada, mas optou por continuar com a comissão e se reinventou para seguir dando apoio à equipe no mundial.

Convocada ainda se recuperando de uma entorse no tornozelo, a zagueira corria contra o tempo para poder atuar na Copa do Mundo. Mas uma lesão na panturrilha esquerda durante os trabalhos de transição ao campo declararam a impossibilidade de atuar na competição.

“Parece que você realmente sente o corte na hora. É muito difícil. Eu não queria aceitar. E também, minha dor não parecia compatível à lesão que o médico via. Até agora não me convenci”, disse Érika à revista Marie Clarie.

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Sem saber o que fazer ou quando iria voltar para casa, a jogadora acompanhou o primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo e vibrou a cada gol da vitória por 3 a 0 em cima da Jamaica. O único problema é que não poderia estar ali, em campo, para ajudar as companheiras.

“Passou tanta coisa na minha cabeça. Não é que eu estava ali fora por um simples jogo perdido. Não. Naquele momento, eu não poderia mais estar fazendo o que mais gosto, jogar futebol. E numa Copa do Mundo”, disse.

Dessa maneira, se reinventou. Com apoio da comissão técnica e das jogadoras, o coordenador de futebol feminino da CBF solicitou ao presidente da entidade que ela permanecesse no grupo, para seguir dando apoio às companheiras. E foi exatamente o que ela fez.

Nos bastidores, Érika passou a dar orientações e tranquilizar as jogadoras, principalmente do setor defensivo e para Mônica, sua companheira no Corinthians. Com as observações do lado de fora do campo, procurou ajudar e dar dicas sobre os problemas que tinha visto na derrota de virada para a Austrália, pensando no confronto decisivo com a Itália.

E o apoio da defensora do lado de fora foi fundamental. O Brasil conseguiu não sofrer nenhum gol da Itália e conquistou uma vitória fundamental para se classificar para a próxima fase. Agora, Lelê e Mônica, remanescentes do Corinthians na Seleção Brasileira, enfrentarão a França ou a Alemanha nas oitavas de final da competição e terão uma outra alvinegra do lado de fora as incentivando.

Veja mais em: Corinthians feminino e Corinthianos na Seleção.

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