Zenon responde críticos da Democracia Corinthiana e ressalta importância de evento no PSJ

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Por Andrew Sousa e Vitor Chicarolli, no Parque São Jorge

Zenon foi um dos principais jogadores do Corinthians na década de 80

Zenon foi um dos principais jogadores do Corinthians na década de 80

Divulgação / Corinthians

A Democracia Corinthiana é um dos grandes marcos da história do Corinthians. Mesmo prestigiado, inclusive sendo homenageado em evento no Parque São Jorge nessa segunda-feira, há quem critique o movimento. Questionado sobre o tema durante a ação especial, o ex-jogador Zenon foi firme.

"Nós conseguimos realizar esse projeto porque tinha um grupo de jogadores fantásticos. Jogadores de mente aberta, com muita responsabilidade. Para você criar um projeto desse, tem que ser responsável, se não não anda. Tínhamos a liberdade que queríamos e a responsabilidade na hora do trabalho", disse ao Meu Timão, antes de rebater quem não aprova o período.

"Quem fala mal é porque tem mágoa ou ciúme. Muitos falam que era uma bagunça. Mas aí eu pergunto: como uma bagunça seria bicampeã paulista, disputaria duas semifinais de Brasileirão, disputaria um terceiro título em 1984? Um time bagunçado não chega em lugar nenhum, mas focado e com responsabilidade chega no objetivo", completou.

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Deixando os críticos de lado, o ídolo alvinegro fez questão de valorizar o gesto do Corinthians, intermediado por Walter Casagrande, no Parque São Jorge - ao lado de outros nomes do passado, o ex-meia recebeu uma camisa e um diploma.

"Eu acho muito importante o clube fazer isso com ex-jogador. Isso faz com que o atleta fique feliz. Só temos que parabenizar o Corinthians por esses festas. Fico muito grato com o clube", afirmou.

Além de Zenon, nomes como Zé Maria, Ataliba, Rivellino, Wladimir e o próprio Sócrates, representado pelo irmão, foram homenageados antes de almoço especial nas dependências do Corinthians.

Veja mais em: Ídolos do Corinthians, História do Corinthians, Parque São Jorge e Democracia Corinthiana.

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