Ex-analista do Timão cita dificuldade na Libertadores 2012 e revela bastidores de duelo com Chelsea

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Por Meu Timão

Corinthians bateu o Chelsea por 1 a 0 e conquistou o Mundial de Clubes de 2012

Corinthians bateu o Chelsea por 1 a 0 e conquistou o Mundial de Clubes de 2012

Daniel Augusto Jr. / Agência Corinthians

Sete anos se passaram e a temporada de 2012 segue viva na mente de todos os corinthianos espalhados pelo planeta. Com isso, Thiago De Rose, membro do CIFUT (Centro de Inteligência do Futebol do Corinthians) naquele ano, decidiu contar bastidores de sua antiga função no clube e também de determinados detalhes do título da Libertadores e até mesmo do Mundial de Clubes.

"Eu era um dos caras do famoso CIFUT. Eu comandava a área mais administração, parte 'fora do campo' enquanto o Fernando Lázaro, que foi da Seleção recentemente, comandava a parte de campo, análise dos adversários etc. Éramos em cinco e trabalhávamos todos na mesma sala no CT.", escreveu em seu perfil do Twitter.

"Edu Gaspar dava muita moral para o nosso trabalho. Carille também sempre ia trocar ideia conosco. Fora claro o Tite e o Cléber Xavier que estavam em contato direto com o Fernando. Também estavam lá o Robson Amorim, o André (hoje supervisor de futebol) e o Felipe, atualmente no São Paulo", completou.

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Para Thiago De Rose, o momento mais delicado na impecável campanha da Libertadores de 2012 foi o duelo com o Santos, válido pela semifinal do torneio. Isso porque o rival do litoral paulista contava com um grande nome no elenco: o atacante Neymar. O ex-analista, no entanto, admitiu que a classificação para a grande decisão do torneio sul-americano deu confiança para todo o grupo comandado pelo técnico Tite.

"A Liberta 2012 foi um marco pra nós, especialmente a semi contra o Santos. Lá dentro, o sentimento é que seria muito difícil de passar pelo time do Neymar e a galera realmente esmiuçou e caprichou no trabalho", expôs.

"Depois da vitória contra o Santos a confiança geral foi lá pra cima e a gente realmente sentia que estávamos em uma missão e que não tinha como não ganhar a Libertadores e depois o Mundial. Não sabíamos como, mas sabíamos que de algum um jeito ia acontecer", detalhou.

Thiago não viajou até o Japão naquela temporada, mas teve papel importante na montagem da equipe alvinegra para o duelo com o Chelsea, pela final do Mundial de Clubes. Ele foi um dos responsáveis pelo levantamento de cada detalhe do time inglês, como esquemas táticos e pênaltis batidos e defendidos. E ainda precisou destrinchar como foram todos os gols do rival ao longo de 2012.

Veja mais em: Mundial de Clubes e Libertadores da América.

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