Bruno Méndez conta como descobriu Democracia Corinthiana e lembra lance marcante de Vagner Love

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Por Meu Timão

Bruno Méndez chegando à Arena Corinthians no jogo do último domingo, contra o Ituano

Bruno Méndez chegando à Arena Corinthians no jogo do último domingo, contra o Ituano

Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

O zagueiro do Corinthians, Bruno Méndez, contou em entrevista a um site uruguaio sobre a sua experiência até aqui como jogador do Corinthians. Contratado em fevereiro do ano passado, o defensor disse que havia lido sobre a Democracia Corinthiana anteriormente e lembrou sua surpresa com um lance de Vagner Love assim que chegou.

"Eu sabia da Democracia Corinthiana porque li em um livro do Eduardo Galeano (famoso autor uruguaio) que o Joaquín Noy me deu de presente", contou Méndez ao site La Diaria, citando um ex-companheiro de Montevideo Wanderers e um livro que juntou pensamentos de Galeano após a morte do autor.

Segundo Méndez, porém, ninguém cita o movimento liderado pelo meia Sócrates no começo da década de 80 nos vestiários do clube. "Sinceramente, desde que eu cheguei não se fala disso. Sabem que aconteceu, mas não se fala. A torcida continua usando a camisa do Sócrates, porém", comentou, derretendo-se pela história alvinegra.

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"O Corinthians tem uma história muito bonita, é o clube do povo. São quase 40 milhões de torcedores. Você percebe isso quando viaja. Vai ao Norte, vai ao Sul, sempre vai ter gente te esperando no aeroporto, no hotel. É uma torcida que não para de cantar nunca", contou.

Méndez, aliás, ainda usou um lance marcante dele com Vagner Love para explicar a diferença que vê no Corinthians em relação aos outros clubes do futebol brasileiro, principalmente pela imagem de "jobo bonito" do país.

"O pessoal imagina que a torcida vibra pelo jogo bonito, mas no primeiro jogo que eu vim assistir o Vagner Love deu um carrinho e o pessoal levantou da cadeira. 'Estamos no Uruguai', falei eu. Isso não acontece nos outros times. Aqui eles querem sangue, sangue no olho. Jogar com o sangue no olho", concluiu Méndez.

Veja mais em: Bruno Méndez.

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