Orçamento 2021 do Corinthians prevê R$ 500 milhões em receitas; veja os números detalhados

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Diretoria do Corinthians fez um orçamento conservador para 2021, com base em diversas receitas; clube quer cortar cerca de 20% dos gastos

Diretoria do Corinthians fez um orçamento conservador para 2021, com base em diversas receitas; clube quer cortar cerca de 20% dos gastos

Rodrigo Coca / Agência Corinthians

O orçamento 2021 do Corinthians prevê uma arrecadação bruta de cerca de R$ 500 milhões e um pequeno lucro ao término da temporada. Ou seja, entre os valores que entrarão e o dinheiro que será gasto, o clube tem uma previsão de fechar no azul.

As principais fontes de receita do clube serão as mesmas dos últimos anos: direitos de TV, patrocínios, Fiel Torcedor, contribuição dos associados, royalties, licenciamentos da marca e, claro, venda de jogadores (direitos econômicos).

O Meu Timão teve acesso a alguns números do documento que foi encaminhado a conselheiros que eram membros do Conselho de Orientação e do Conselho Fiscal antes da eleição da última terça-feira, que elegeu novos representantes. Após aprovação (ou ajustes) do Cori e do CF, o orçamento passará pelo crivo do Conselho Deliberativo.

A maior parte da receita de 2021 do Timão, como é praxe, virá das cotas de televisão (Paulistão, Copa do Brasil e Brasileirão). O clube prevê cerca de R$ 200 milhões em direitos de transmissão dos seus jogos na temporada.

Em relação à venda de atletas, o Corinthians prevê R$ 70 milhões em 2021. Uma receita que pode ser considerada bastante plausível, já que o clube obteve valores superiores em quatro dos últimos cinco anos: 2016 (R$ 144 mi), 2017 (R$ 97,8 mi), 2018 (R$ 118,9 mi) e 2020 (R$ 186 mi). O único ano abaixo foi 2019 (R$ 45,2 mi).

Já em termos de metas a serem atingidas em campo, o orçamento também está bastante conservador. A previsão é de um mínimo de recebimento financeiro pelas oitavas de final da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana, além de um sétimo lugar no Brasileirão.

A disputa da Libertadores 2021 não consta na previsão orçamentária, sendo vista como um grande plus financeiro em caso de confirmação. E não é por menos: a cota para participar dos três jogos da fase de grupos, por exemplo, renderá aos clubes nada menos do que US$ 3 milhões (cerca de R$ 16 milhões). Esse não apontamento da Libertadores no orçamento já tinha sido noticiado pelo GloboEsporte.com.

Em tempo: o orçamento prevê cerca de R$ 25 milhões de bilheteria em 2021, mas um valor que seguirá sendo repassado para o fundo que administra a Neo Química Arena, não sendo possível a utilização pelo clube (como acontece desde 2015).

Veja mais em: Parque São Jorge, Ações de marketing, Duílio Monteiro Alves e Diretoria do Corinthians.

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