Rincón comenta nível do futebol brasileiro e relembra briga com Marcelinho: 'Às vezes tem que bater'

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Por Meu Timão

Freddy Rincón relembrou briga com Marcelinho Carioca e Edílson Capetinha

Freddy Rincón relembrou briga com Marcelinho Carioca e Edílson Capetinha

Divulgação

Ídolo do Corinthians, o colombiano Freddy Rincón foi o capitão da equipe em conquistas importantes para o clube. O ex-volante disse seguir acompanhando o futebol brasileiro mesmo de Cali.

Em participação no Mesa Redonda, da TV Gazeta, o volante comentou o momento do futebol brasileiro e analisou como era o futebol de antes, com ele, Vampeta e Muller - comentaristas da emissora.

"É claro que acompanho o campeonato, até por todo tempo que morei no Brasil. Se falar do nível, o futebol brasileiro é um dos maiores, quando é assim, mesmo que não esteja dos melhores... eu estou estranhando que hoje é tudo provocação. O futebol não é aquele que o Muller, o Vampeta e eu jogávamos. Mas é mais provocação do que jogar o futebol bonito que o futebol brasileiro oferecia", afirmou Rincón.

Durante a entrevista, o colombiano caiu na risada após uma brincadeira feita por Vampeta, seu ex-companheiro de time e que, junto com ele, marcou história no meio de campo do Corinthians.

"Freddy, sabe quem tá te mandando um abraço, aqui no WhatsApp? O Marcelinho Carioca...", brincou o ídolo brasileiro, fazendo todos os convidados do programa rirem. O colombiano prontamente respondeu: "Ô Vampeta, você tirou meu sono. (risos)".

Rincón foi questionado pelo apresentador Flávio Prado se as brigas com Marcelinho Carioca e Edílson Capetinha chegaram a ser efetivas. Sem perder o humor, o ídolo colombiano relembrou os desentendimentos, mas que apenas um dos companheiros de equipe protagonizou uma briga com ele.

"Eu tenho um defeito muito grande. Eu sou muito honesto. Se não gosto, não gosto. E o Marcelinho aprontou demais. Às vezes você fala "ah, tem coisa que fica no futebol", mas não pode... Jogador como o Marcelinho às vezes tem que bater, né. O Edílson ficou no quase", afirmou Rincón.

Por fim, o ex-volante do Timão, que chegou a comandar a equipe Sub-23 do clube e teve passagens por outras equipes, afirmou que não tem intenção em seguir como treinador. Segundo o ídolo alvinegro, a carreira não alavancou na Colômbia por situações incômodas com presidentes e que prefere seguir com outros projetos.

"Eu dirigi São Bento, São José, o Sub-23 do Corinthians, do Atlético-MG... só que cheguei na Colômbia como assistente e aqui é muito mais difícil. Aqui, como também existe no Brasil, sabemos que existe, o presidente quer mandar no técnico, e aqui é pior. E como meu temperamento é aquele que vocês conhecem, eu prefiro ficar na minha e fazer outras coisas", finalizou Rincón.

Freddy Rincón defendeu o Corinthians em 158 jogos, divididos em duas passagens. Na primeira delas, foi capitão na conquista do Mundial de Clubes, em 2000, além dos brasileiros de 1998 e 1999 e o paulista de 1999.

Veja mais em: Ídolos do Corinthians.

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