Kemelli lembra transição do futsal para o campo e detalha sonhos com a camisa do Corinthians

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Por Meu Timão

Kemelli foi campeã do Brasileirão e Libertadores pelo Corinthians feminino em 2021; goleira busca título paulista

Kemelli foi campeã do Brasileirão e Libertadores pelo Corinthians feminino em 2021; goleira busca título paulista

Staff Images Woman/ CONMEBOL

Em sua primeira temporada pelo Corinthians, a goleira Kemelli já fez parte de dois títulos conquistados pela equipe em 2021. Além do Brasileiro e da Libertadores, a arqueira agora busca a tríplice coroa para seguir realizando seus sonhos no Timão.

"Meu maior sonho é sempre vencer, ganhar títulos, me tornar a melhor na minha posição. Já ganhei o Brasileiro, a Libertadores... falta o Paulista agora para coroar o ano. Queremos o Mundo, queremos esse campeonato e, obviamente, ganhar pela Seleção", afirmou a goleira em participação no programa Pega Essa, Ronaldo!, da Corinthians TV.

"A Seleção Brasileira Feminina não tem nenhuma Copa do Mundo, então quem sabe poder estar lá, ajudar a equipe a ganhar uma Copa, uma Olimpíada. Com certeza, são sonhos que podem se tornar realidade em breve e trabalho muito para isso", completou Kemelli.

Titular na meta de Arthur Elias, Kemelli chegou ao Timão em 2021 vinda do Internacional. Vista como uma grande promessa pela comissão técnica e estafe do Corinthians feminino, a goleira alvinegra nem sempre achou que o futebol de campo seria o local em que brilharia.

"Eu comecei no futsal, então era mais fácil porque eu sempre tava ali. Mas eu gostava de fazer gol, então se eu tava no gol, eu gostava de fazer gol a gol. Eu tinha um pouco mais dessa habilidade de pegar a bola, sair driblando. Ai quando comecei em um time mesmo, lá na minha cidade, o técnico falou que precisava que eu ficasse no gol e eu não queria. Ai fizemos um trato de atuar como goleiro-linha. Ai fui ficando", lembrou a arqueira.

"Depois me colocaram no campo e assustei. A trave era muito maior, eu jogava futsal, achei que não ia conseguir. Mas ai fiquei, peguei Seleção com 14, 15 anos, e entendi que era ali que tinha que ficar. Quando comecei a jogar campo, eu não tinha fundamentos de campo. Então sair de gol, tempo de bola... eu só defendia como se fosse futsal. Depois fui aprendendo e evoluindo e, em um ano, eu já era goleira titular da Seleção (de base). Era um dom que Deus me deu, era ali que eu tinha que ficar", finalizou Kemelli.

A busca pela tríplice coroa continua neste sábado. O Corinthians visita o São Paulo pelo primeiro jogo da final do Paulistão Feminino, às 16h, no Estádio do Morumbi. O duelo de volta é na próxima quarta-feira, dia 8 de dezembro, às 21h, na Arena Barueri.

Confira na íntegra a entrevista de Kemelli a Ronaldo Giovanelli

Veja mais em: Kemelli e Corinthians Feminino.

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