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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dentre as obviedades de Textor está a de exportar seu produto, coisa que não é defendida por Beting"

    há 6 horas

    Em seu texto o consultor/jornalista Erich Beting quis desmerecer a clareza de visões do novo dono do Botafogo reduzindo a apenas obviedades, acessível no link a seguir:

    https://maquinadoesporte.com.br/opiniao/opiniao-john-textor-escancara-vira-latice-brasileira-na-gestao Opinião: John Textor escancara a 'vira-latice' brasileira na gestão Opinião: John Textor escancara a 'vira-latice' brasileira na gestão Americano é tratado como visionário enquanto expõe show de obviedades sobre temas banais da gestão esportiva maquinadoesporte.com.br

    Mas ele não tratou de um tema que não só não é obvio como vai de encontro a uma visão de mundo que Erich Beting tem é possível verificar no minuto 21:57 do vídeo mais abaixo

    Nas duas entrevistas citadas por Beting, a que Textor concedeu ao ge e a que concedeu a Gabriela Moreira no campo do Nilton Santos, estão claras a preocupação e a estratégia de Textor de exportar seu produto, coisa que Beting não considera como importante, verificável no minuto 21:57 do vídeo mais abaixo.

    Vou recortar os trechos que mencionei:

    Para Gabriela Moreira disse: 'Eu preciso mostrar esse amor pelo Botafogo para o mundo.'

    Para o ge disse: imagem a seguir

    Eu estou ao lado da obviedade defendida por Textor, mas negada por Beting.

    O erro de Beting é confundir país com grande população a um mercado consumidor grande.

    O Brasil tem muita gente é verdade, 210 milhões, mas em boa parte deles, cerca de 160 milhões, no final do mês, após pagar conta de luz, água, comida, e outras necessidades básicas, não sobra nenhuma receita para consumirem.

    Ou seja, o mercado consumidor no Brasil é de 50 milhões, e de pessoas que em sua maioria não sobram muita receita para consumirem relativamente a sociedade com renda per capita muito maiores que as nossas.

    Então se temos que um fazer paralelo, estamos mais perto da Nigéria e Paquistão, que também possuem populações grandes e mercados consumidores pequenos, do que para os Estados Unidos ou China, como Erich sugere.

    Além disso somos uma economia que registra baixo crescimento potencial a vários anos, a expectativa para os próximos anos gira na casa de 1% ao ano, baixíssimo, ou seja as linhas de receita da Liga se está for focada no mercado interno, leia-se bilhete de ingresso, patrocínio, direitos de transmissão, venda de produtos licenciados estarão atrelados a esse baixo crescimento da economia brasileira.

    Precisamos focar em comercializar nossos produtos com mercados ricos, com moeda forte mesmo, e não focar no mercado interno, coisa errada sugerida por Erich Beting.

    [A partir do minuto 21:57 do vídeo a seguir]

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Escolhas e suas consequências, Alemães não quiseram investidores Premier League se beneficia Haaland"

    há 1 dia

    Na formação da Bundesliga alemã, foi uma escolha dos clubes que não fosse permitida a entrada de bilionários, porque isso, segundo entendimento deles, desvirtuaria o desporto.

    Em condições iguais de disputa a Bundesliga alemã deveria ser a principal e mais bem sucedida liga do mundo, por estar em um país com mais tradição em vitórias, com grandes públicos nos estádios, população grande e rica, mas essa pequena escolha lhe trouxe como consequência uma perda relativa enorme.

    A Alemanha e sua liga não são uma 'ilha a parte no mercado global', eles estão em um mundo competitivo, ocorre que na ilha do reino unido, seus concorrente decidiram por outro formato, permitiram o investimento de bilionários estrangeiros.

    A consequência disso é que um bilionário dos emirados árabes, dono do City, acaba de conseguir oferecer um melhor contrato para um dos melhores valores técnicos (jogador) da Bundesliga alemã, Haaland acaba de acertar com o Man City.

    Borussia Dortmund e Bundesliga acabam de serem enfraquecidos, perderam comparativamente para os concorrentes Man City e Premier League.

    Pensando do ponto de vista do fã de futebol ao redor do mundo, eles irão preferir assistir a Bundesliga que preservou os valores do desporto, ou vão se interessar e ver o Haaland atuando na Premier League?

    Vamos aguarda, mas eu arriscaria que vão querem assistir ainda mais a Premier League.

    Se isso acontece com a Alemanha, um país super rico, imaginem como nós do Brasil, um país pobre não pode acontecer... Caso fizermos escolhas erradas, desalinhadas com nossos objetivos, podemos colher consequências bem diferentes de nossos objetivos iniciais?

    Quem defende que devemos dividir a receita das principais marcas do Brasil igualmente com os times menores, deve ser honesto e dizem da consequência disso, a de que será mais barato e mais fácil relativamente a nossos concorrentes levarem nossos valores técnicos, e que o jogo por aqui perderá em qualidade e em interesse pelos fãs

    Desonestidade intelectual e hipocrisia são marcas presentes nas discussões da liga brasileira:

    https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/05/10/oficial-manchester-city-confirma-a-contratacao-de-haaland.htm Oficial: Manchester City acerta com Dortmund a contratação de Haaland Oficial: Manchester City acerta com Dortmund a contratação de Haaland O Manchester City anunciou que chegou a um acordo com o Borussia Dortmund pela contratação do atacante Haaland uol.com.br uol.com.br

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Andrés Sanchez anunciará se será o CEO da LIBRA - Podcast De Lavada - 21h30"

    há 1 dia

    https://youtube.com/watch?v=jzdCZpYPXac ANDRÉS SANCHEZ- De Lavada Podcast #01 - 2ª Temporada - YouTube ANDRÉS SANCHEZ- De Lavada Podcast #01 - 2ª Temporada - YouTube a LIVE de ESTREIA da nossa 2ª temporada é com Andrés Sanchez. O ex-presidente do Corinthians (2007-12 e 2018-20), ex-diretor de futebol da CBF e ex-deputado... youtube.com youtube.com

    Mande sua pergunta no Twitter do João Paulo Capellanes através do link a seguir:

    https://twitter.com/capelareal/status/1526152184487886848 https://twitter.com/capelareal/status/1526152184487886848 twitter.com twitter.com

    Andrés é a favor de a LIBRA já iniciar mesmo que os 40 clubes não assinem? Qual deve ser o mínimo para começar, 16 clubes?

    Como Andrés vê um cenário com duas Ligas acontecendo em paralelo no futebol brasileiro, a LIBRA e a Liga Forte Futebol?

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "John Textor, o sr perceberá que amor não é suficiente pra lotarmos estádios, vou tentar te ajudar"

    há 1 dia

    As torcidas que lá amam não amam como cá, John?

    Mas as torcidas que lá frequentam estádio não frequentam como cá...

    https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2022/05/15/textor-chora-com-virada-do-bota-e-fala-sobre-premier-nao-amam-como-aqui.htm Bota: Textor chora e fala sobre Premier League: 'Não amam como aqui' Bota: Textor chora e fala sobre Premier League: 'Não amam como aqui' Após a vitória por 3 a 1 sobre o Fortaleza, John Textor, investidor do Botafogo uol.com.br uol.com.br

    O grupo do Forte Futebol propõe reduzir o peso e discutir os critérios embutidos no cálculo da parte de engajamento para distribuição das receitas dos direitos, mas não propõem nada para aumentar a ocupação de seus estádios

    LiBra quer 30% da receita de direitos de transmissão para a categoria engajamento, Liga FF quer 25%, além disso quer discutir da plausabilidade de alguns critérios, que são:

    - Média de público nos estádios;

    - Base de assinantes no PPV;

    - Número de seguidores e engajamento nas redes sociais;

    - Audiência na televisão aberta;

    - Tamanho da torcida.

    Agora, qual é o diagnóstico do porquê os estádios no Brasil não estão constantemente lotados, qual a origem do problema, qual estratégia de ação tomar para mitigar ou resolver esse problema?

    Vou me arriscar a fazer isso aqui.

    Vou comparar ligas europeias que possuem alta ocupação de estádios com ligas também europeias que possuem baixa ocupação de estádios, isso reduzirá a margem de erro da análise porque é possível travar vários parâmetros que são comuns aos países onde essas ligas estão e variar apenas alguns parâmetros

    O parâmetro do poder aquisitivo dos torcedores é próximo de um país para o outro, o parâmetro da paixão pelo futebol também, o parâmetro da tradição de vencerem campeonatos seja de clubes ou seleção também, o parâmetro da infraestrutura dos estádios e do acesso as arenas também, então qual pode ser um parâmetro que muda da sociedade italiana, por exemplo, para alemã ou inglesa, que faz com que a ocupação dos estádios na Serie A italiana sejam menores do que as verificadas na Bundesliga alemã ou na Premier League inglesa?

    Na minha opinião é o parâmetro da percepção e da relação que os indivíduos de cada sociedade guardam com sua comunidade, vou explicar melhor.

    Se nós dividirmos a cultura europeia entre a do sul católica romana e as tribos germânicas pagãs do norte, nós perceberemos que na cultura católica romana o vínculo que cada indivíduo se percebe e se relaciona está na família, comunidade para um católico do sul da Europa vem a séculos sendo construído como sendo a sua família.

    Já nas tribos germânicas do norte da Europa, que por séculos se defenderam das invasões, escravização e exploração romana, o vínculo que cada indivíduo se percebe e se relaciona está em um grupo de pessoas maior do que a sua família, comunidade para eles pode ser o seu vilarejo, a sua região, o grupo que fala a sua língua ou sotaque, mas o fato é que sua percepção de comunidade está em uma camada maior do que sua família.

    Pra mim a consequência disso é que quando surgiu o fenômeno do futebol no final do século 19 a conversão de torcedores nas culturas nórdicas em torno de seu time de futebol como uma comunidade ficou mais automática e direta do que nas culturas católicas romanas, e através dos anos conseguiu-se construir uma tradição da comunidade em torno de assistir a partidas do time que representa aquela comunidade.

    Pessoas que vão assistir ao jogo do Hamburgo na Alemanha, ou do Southhampton na Inglaterra, não estão apenas indo assistir a um jogo de futebol, onde pode-se perder, ganhar ou empatar, estão indo para fazer parte de sua comunidade entorno daquele time de futebol.

    Como fazemos o paralelo disto com a sociedade brasileira?

    Gosto muito da citação do Eduardo Giannetti da Fonseca para a formação do povo brasileiro: “Somos um povo com alma em Iorubá, filtrada pela ternura Ibérica, a disponibilidade Tupi para alegria e o folguedo, que possui vitalidade e espontaneidade, sem perder o doce sentimento da existência. O dom da vida como celebração imotivada.”

    Ou seja, somos a mistura das tribos africanas, com as tribos indígenas e a cultura católica dos ibéricos e italianos.

    Parece que a cultura católica para o tema da percepção de cada indivíduo da dimensão da comunidade se sobressaiu no povo brasileiro em detrimento da percepção do que as tribos africanas e indígenas possuem, temos nossa família como principal comunidade, e isso não será mudado, é um dado do sistema, não conseguiremos mudar a cultura da nossa sociedade do dia para a noite com uma ação orquestrada, ela deve ser respeitada.

    Mas se nós olharmos para os estádios brasileiros, mesmo que em sua maior parte vazios, sempre existe uma parte dele que registra-se presença de pessoas, são os locais reservados as torcidas organizadas, e isso se dá justamente por conta de cada indivíduo que frequenta aquele local se sentir parte da comunidade daquela torcida, antes do apito iniciar o jogo ou após o apito final, os integrantes daquela comunidade interagem fora dali, se conversam, trocar mensagens, continuam participando daquele comunidade no dia a dia, ir aos jogos juntos torna-se mais uma atividade das atividades que aquela comunidade compartilha.

    Na minha opinião aí está a chave da questão, os times devem identificar em suas cidades, porque são os habitantes de uma cidade os potenciais frequentadores de estádios, as diversas comunidades temáticas que existem, vou elencar algumas: comunidade fitness, comunidade da gastronomia, comunidade dos dentistas, comunidade dos advogados, comunidade de amigos de infância, usando as plataformas digitais para fazer tal identificação.

    Dentro de cada uma dessas comunidades seguirá o mesmo padrão das pesquisas de torcida, uma porcentagem deles não tem time de futebol e não se interessa pelo jogo, existe uma outra porcentagem que torcem pelo time A daquela cidade, outra porcentagem que torcem para o time B daquela cidade. Os times e a liga devem criar um mecanismo de juntar, de alertar e de induzir interação entre os torcedores de cada time dentro de cada comunidade para que os estádios brasileiros reúnam a soma das diversas comunidades de uma cidade que torçam para o time em questão

    Então, como exemplo, em um estádio, 10% da ocupação serão torcedores daquele time que se reuniram através da comunidade da torcida organizada, 3% da ocupação serão torcedores daquele time que se reuniram através da comunidade fitness, e assim por diante, até atingirem 100% da capacidade dos estádios com os torcedores vindos das diversas comunidades.

    A minha aposta é que quando se conseguir isso, o vínculo dos torcedores com o programa de ir a estádios para assistir partidas de futebol será mais forte, o que elevará a média de público para todas as 38 rodadas do campeonato, independente da performance dos times.

    Com o advento das novas tecnologias, mudanças nos padrões das sociedades, e as redes sociais, vem se observando certo rompimento na lógica das tradicionais comunidades familiares da sociedade brasileira, os jovens, que têm acesso à informação e conteúdos diversos, estão com a possibilidade de não mais se limitar a mesma mentalidade, ou aos mesmo gostos e ou às mesmas formas de levar a vida que a comunidade de sua família oferecem ou tentam impor, hoje é possível fazer parte de comunidades temáticas se juntando a outras pessoas mesmo que ninguém de sua família tenha interesse por aquele tema.

    E é disso que uma liga brasileira tem que se debruçar para fomentar comunidades em torno do time, e em torno da cultura de se frequentar estádios.

    Temos que resgatar o senso de comunidade presentes nas tribos africanas e indígenas presentes no seio da alma brasileira, assim como as que existiam nas tribos germânicas.

    Existem duas dificuldades para implementar tal projeto:

    01) No setor de redes sociais existe uma espécie de oligopólio, onde só faz sentido para o usuário se cadastrar em uma rede caso as pessoas estejam lá, se os demais colegas com quem esperam trocar experiências estiverem espalhados em várias redes a lógica se quebra.

    02) A dificuldade em crescer uma rede social recém-criada em usuários e aumentar a capilaridade é muito difícil.

    Logo se a liga fosse criar a sua rede social ou demoraria muito para construir sua base de usuários, ou as pessoas não veriam valor em estar numa rede social onde não encontram as pessoas de sua comunidade

    Portanto o correto a se fazer seria se juntar a grande rede social já existente e se beneficiar do que elas já construíram, de já terem superado essas dificuldades.

    Inclusive, nos direitos de transmissão, algumas competições como a Libertadores, estão prevendo a comercialização dos direitos do highlights das partidas, que fazem total sentido para plataformas de vídeo curtos como o TikTok (que já conta com a contratação da voz de Galvão Bueno) ou do Reels do Instagram.

    Ou seja, no bojo da negociação de tais direitos para essas plataformas, poderiam estar um crossover, para que a essas redes sociais grandes forneçam as informações de onde estão as comunidades e permitam que a Liga possa desenvolver uma estratégia de comunicação com o intuito de reuni-los dos estádios de futebol da nova LIBRA.

    Mas definitivamente se escorar na premissa de que seja necessário maior competição em campo para que isso estimule a maior presença no estádio ou confiar no maior amor que as torcidas daqui possuem, já se mostrou equivocado, porque por mais equilibrado que um campeonato seja, ainda assim registraremos o 1º colocado e o 20º colocado, quem terminou por último jogou pior o amor arrefeceu, perpetuando a desculpa para a baixa presença de torcedores nos estádios, diferente do verificado na Premier League onde a relação do time com sua comunidade é muito mais forte, garantindo que mesmo os times de pior desempenho mantenham alta suas médias de ocupação.

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Como pode ter gente que aceita esse papinho do presidente do florminenC?"

    há 1 dia

    Vamos analisar com clareza e entender o que está acontecendo.

    O Corinthians foi um time criado por operários em uma época em que futebol era só de elite para a elite, nos primeiros anos já se destacou e conquistou o direito de disputar campeonatos oficiais, se sagrando campeão em cima dos times da elite.

    Em 1910, ano de criação do Corinthians, vários e vários clubes foram criados, muitos morreram no meio do caminho, outros continuaram, mas sem o mesmo sucesso do Corinthians que mesmo em período sem títulos continuou ver sua torcida e influência na sociedade crescer.

    Na cidade e estado que levam o nome de sp, nem mesmo um clube homônimo se consolidou como o principal desta cidade e estado, fato pouco observado ao redor do mundo, vide Roma, com Roma e Lazio, vide Paris com PSG e algum outro time da capital francesa qualquer, contrariando a lógica, se tornou o time dos imigrantes nordestinos que migraram a sp.

    Vamos olhar o florminenC, clube da elite, conhecido como pó de arroz, por conta de episódios em que seus cartolas jogavam pó de arroz na cara de jogadores negros para embranqueça-los, time também de mais de 100 anos que pouco construiu, pouco conquistou, não é nem mesmo a segunda força de sua região, o time que em 1976 sabedor de que sua torcida não preencheria todo o maracanã, convidou a torcida do Corinthians, que atravessou a rodovia Dutra e dividiu o estádio, time que teve de se valer de sua influência política em uma sociedade em que a carteirada é comum para retroceder de seu fracasso da Serie C para a Serie A.

    Pois bem, o presidente desse clube da elite diz que o justo é, times populares como o Corinthians que geram todo o interesse comercial da Liga, dividam mais igualmente com esse clubinho de elite centenário e fracassado essa receita que ele gera, porque se em mais de 100 anos o resultado foi uma marca fraca com pouco torcedor, agora ele promete que com as receitas mais bem divididas eles vão transformar suas equipes e o campeonato será superbacana.

    Nem mesmo Mario acredita que o valor esteja na divisão igualitária da receita para crescer o bolo, se ele acreditasse nisso, ele se reuniria com os clubes que comungam da mesma tese e iriam aumentar seu bolo, mas não o fazem, porque ele sabe que o que sairia da aposta nessa tese seria um pequeno “cupcake”.

    Ele quer que as grandes marcas aceitem essa narrativa porque sabe que o maior valor criado, o bolo maior, se dá a partir das grandes marcas do futebol brasileiro, e após se conseguir as grandes receitas, ele quer que esses times dividam com a instituição dele que fracassou durante esses mais de 100 anos de existência.

    [Na entrevista ao Seleção SporTV acessível no link abaixo, a partir do minuto 18:42 veja a ótima pergunta do jornalista Lino]

    Porque o movimento forte futebol propõem limitar a formação da liga entre os 40 times das series A e B, porque não incluem mais times das Series C e D? (inclusive o florminenC nem poderia estar nessa liga antes de pagar a Serie C no campo)

    E Mario até gagueja para responder, fala que é assim na Europa, então copiaram o modelo. Mas a verdadeira resposta oculta é que eles não querem dividir poder de barganha e receita com os times da Serie C, mas não aceitam sua posição de time menos importante para o negócio e querem sugar receitas geradas pelas grandes marcas do futebol nacional.

    No Brasil, o poste mija no cachorro, e tem gente na opinião pública que aceita e defende isso...

    https://ge.globo.com/sportv/programas/selecao-sportv/noticia/2022/05/13/presidente-do-fluminense-explica-posicao-dos-clubes-fora-da-libra-e-preve-como-sera-sem-um-consenso.ghtml Presidente do Fluminense explica posição dos clubes fora da Libra e prevê como será sem um... Presidente do Fluminense explica posição dos clubes fora da Libra e prevê como será sem um... Mário Bittencourt participou ao vivo do Seleção Sportv na tarde desta sexta-feira ge.globo.com

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  • Corinthians

    Corinthians comentou na notícia: "Corinthians faz projeto para entrar na modalidade do CS:GO; saiba mais"

    há 2 dias

    Boa! Gaules é fera!

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Acho que a galera boicotar o novo cronômetro do SporTV e Premiere foi um erro, a LIBRA tem que rever"

    há 2 dias

    Na Premier League eles fazem um dinheiro relevante com uma marca de relógios que adquiriu essa propriedade vinculada ao cronômetro das partidas, foi a marca Hublot.

    De início a Globo estava colocando apenas nos canais mais dedicados as classes A e B, através dos canais SporTV e Premiere.

    Acho que com a transmissão da LIBRA sendo centralizada, produzida pela liga, utilizar essa inovação será uma boa, na minha opinião não tira qualidade da transmissão, trás uma nova comunicação para o telespectador dos pontos chaves da partida e permitirá a LIBRA arrecadar mais!

    Uma TAG Heuer da vida, que tem investimentos em publicidade no esporte, principalmente no tenis e no automobilismo poderia ser um interessado em ser parceiro da LIBRA

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "John Textor é gênio! deu uma aula pra esses jornaleiros, formadores de opinião estúpidos do Brasil"

    há 3 dias

    https://ge.globo.com/negocios-do-esporte/noticia/2022/05/14/textor-explica-adesao-do-botafogo-a-libra-e-visao-para-a-liga-de-clubes-devemos-focar-em-uma-briga-nao-pelo-presente-mas-pelo-futuro.ghtml Textor explica adesão do Botafogo à Libra e visão para a liga de clubes: 'Devemos focar em uma... Textor explica adesão do Botafogo à Libra e visão para a liga de clubes: 'Devemos focar em uma... Em entrevista exclusiva ao ge, empresário americano discute distribuição do dinheiro dos direitos de transmissão, calendário e rivalidade fora de campo com... ge.globo.com

    Que a elite brasileira é uma porcaria todos nós sabemos, não digo a elite econômica, mas a elite esclarecida, que tem poder sobre os meios para discutir os temas do país, e ter a sua voz e opinião ouvidas e influenciar nas decisões.

    Os tais formadores de opinião, jornalistas e pessoas com acesso a mídia, não tem a menor capacidade de estarem discutindo os grandes temas da nação, não é a toa que somos uma sociedade pobre, e que desde 1980 tivemos duas décadas perdidas, a década de 1980 e a dos anos 2010

    Mas enfim, aí tem que vir um bilionário inglês, super bem sucedido para ensinar que uma coisa é como imaginamos um mundo ideal, outra é como o mundo funciona. Uma coisa é criar cenários com nossos corações, outra é levantar exemplos históricos, dados sobre decisões tomadas por outros mercados, e entender como o mundo funciona de fato, na prática, as questões de natureza positiva.

    Mas a entrevista de Textor ao ge dizendo do porque ele assinou com a LiBra é espetacular, vamos ver se os tontos da elite que dirigem os times pequenos, que estão aí a 100 anos e não cresceram nada até hoje, e os jornaleiros da mídia conseguem repensar melhor em como as coisas funcionam para tomarmos as melhores decisões que farão essa importante atividade econômica prosperar no Brasil e ser orgulho para a sociedade brasileira, assim como os produtores rurais brasileiros e a Embraer que exportam bilhões de seu produtos ao mundo, sendo os melhores do mundo no que fazem são.

    Vou transcrever duas respostas que me deixaram muito feliz, John Textor simplesmente gênio, mas quem tiver um tempo leia a entrevista, simplesmente genial:

    O problema para parte da opinião pública é que o futebol brasileiro aumentou a diferença entre os clubes maiores e menores. Esses outros dirigentes, do Forte Futebol, têm o discurso de equilibrar a distribuição do dinheiro. Isso é algo que te preocupa? A diferença entre Flamengo e Botafogo?

    – Estamos falando sobre 40 clubes, certo? O Botafogo está muito mais perto do topo do que da parte de baixo, em todas essas fórmulas. Não penso muito em 'nós contra o Flamengo', eu penso mais em onde estaremos no quadro total, entre primeira e segunda divisões. Nós estaremos na parte de cima. Em relação ao poder econômico do Flamengo, ele existe desde antes da minha chegada. Eu não posso fazer nada em relação ao fato de que eles têm 40 milhões de torcedores e 200 milhões de dólares em faturamento. É o que é. Mas quando você forma uma liga nova, veja, o socialismo não funciona. Você não vai criar uma liga nova dizendo que os grandes têm que dar aos pequenos e que esta é a única maneira que isso vai funcionar. Nós temos que entender que a realidade é a realidade. Temos que trabalhar juntos para aumentar a torta. O Flamengo está muito mais para dividir o futuro do que para dividir o presente.

    – É irracional que em qualquer negócio, com qualquer pessoa, alguém vá tirar dinheiro do bolso e vá te dar 25% das receitas deles, porque eles também estão em uma organização com equilíbrio. Eles não podem perder dinheiro nos primeiros anos para que os pequenos se sintam bem. Isso é algo que aconteceu por muitos anos e não sem razão. Eles têm uma grande e bem-sucedida organização, eles têm sido maiores e melhores. Nós odiamos isso, como rivais, mas é a verdade. Então, agora, veja o valor do Flamengo e do Corinthians. Quando estamos juntos em uma liga e pensamos além dos nossos horizontes, e queremos crescer internacionalmente, nós devemos estar felizes de estar juntos nesses outros mercados para trazer receitas e atenção para o futebol brasileiro. Flamengo, Corinthians, Palmeiras, os grandes clubes, eles vão dividir muito mais do crescimento, quando crescermos a torta. É por isso que estamos fazendo isso. Acho honestamente que da maneira como foi montado está bem justo. Agora temos que trabalhar juntos para aumentar a torta.

    Como reduzir essa diferença no longo prazo?

    – Francamente, eu olho para o total de faturamento do futebol brasileiro e acho bem baixo. Não tem praticamente nada do exterior. Como pode ser assim? O Brasil é honestamente um dos berços do futebol, e tem 5 milhões de dólares pelos direitos internacionais, no total? Ninguém está assistindo ao futebol brasileiro em nenhum lugar no mundo! Acho que temos que tomar uma decisão rapidamente em relação ao que essa parte muito pequena, doméstica, da torta de receitas, e começar a pensar em crescer internacionalmente, onde as receitas têm potencial para ser muito maiores. Isso vai beneficiar os clubes menores, e aqui te digo por quê. Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Botafogo, nós vamos investir internacionalmente, enquanto os clubes menores não vão. Eles vão pegar um percentual de todo o trabalho que nós fizermos, que eu faço, quando promovermos a marca do Botafogo e do futebol brasileiro pelo mundo. Então, se todo mundo puder ser paciente e perceber que os grandes clubes desta Libra vão investir, gastar e trabalhar além das fronteiras do Brasil, e trazer esse dinheiro de volta para a liga. É assim que isso vai funcionar, se todo mundo tiver paciência.

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Estação Corinthians-Itaquera será concedida, receberá mais e melhores serviços, parabéns ao Metrô-sp"

    há 3 dias

    Com a concessão, virão obrigações de investimento nas plataformas com portas de vidro que dão mais segurança ao usuário, melhorias nos sanitários, a estação contará com mais serviços sendo instalados, a possibilidade de venda do Naming Rights

    Enfim, melhorias para os usuários da ZL, parabéns ao Metro pela iniciativa!

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  • Corinthians

    Corinthians postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Qual é a maior marca esportiva brasileira? pergunte a uma estadunidense e a crianças"

    há 3 dias

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