Clayton

36 anos , de Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Clayton Soares

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Aqui é Corinthians

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Última atividade no site em 28/11/2017 às 15h45

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Atividades do Clayton no Meu Timão

Última interação no site em 29/09/2017 às 16h13

  • Clayton

    Clayton postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Sem Timão, sem audiência, chupa Renata fan e Esgoto Aberto kkkkkkkkkkkkkk"

    há 8 meses

    Enviiei um email para a gillette, Não consumo mais produtos e serviços que patrocinem o programa

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  • Clayton

    Clayton postou em Off topic, no tópico "Pavilhão Nove - Um Final de Semana para Esquecer."

    há 3 anos

    Passados mais de 500 anos e a população brasileira ainda não aprendeu a filtrar as informações que recebem. Qualquer um que apareça engravatado frente aos televisores tem o poder de convencer toda uma nação, que seja por preguiça, lassidão ou ignorância não procura saber a verdadeira razão dos fatos.

    A chacina ocorrida sábado, dentro da sede da torcida do Corinthians, Pavilhão Nove tem gerado diversos comentários, em que recebem destaque, os que afirmam piamente que se tratavam apenas de ladrões.

    E a imprensa, marrom como sempre, chega a ser cor-de-rosa, tendenciosa fazendo uma alusão imprópria com acontecimentos de outrora, como se uma das vitimas fosse de fato o assassino na Bolívia. Não Foi.

    A imprensa inclusive tem o poder de inverter a situação e colocar em papel de “culpado” os que na verdade são “vítimas”, que foram assassinadas de maneira cruel, covarde e impiedosa.

    8 pessoas que estavam trabalhando para o Corinthians, de forma gratuita, para que você pudesse ver, sentir e viver a festa que te faz ser corintiano. Onde o Corinthians costuma ser o mais forte. Na arquibancada.

    E agora julgar se tornou a palavra de ordem, sem saber de suas histórias, de suas famílias e de suas vontades, apenas de sua maior prioridade. O Corinthians sempre esteja onde estiver.

    Ali não morreram apenas 8 pessoas. Ali morreram dezenas, centenas, quiçá milhares, de pessoas que conheceram os torcedores que eram mais do que os nomes que agrande maioria apenas leu no noticiário. Eram amigos, filhos, maridos e pessoas que acima de tudo lutavam pelo Corinthians.

    Entrar no mérito das imperfeições é no mínimo injusto, já que nem eu, nem você e acredite, nem a senhora sua mãe é perfeita.

    Quem sai bradando que todo torcedor organizado é marginal, é tolo, ignorante ou apenas desinformado. Não sabe das campanhas feitas por essas instituições, e duvido que levante o traseiro de uma cadeira, para levar um brinquedo em favelas ou instituições carentes, como fazem a Gaviões da Fiel, a Camisa 12, a Pavilhão Nove e tantas outras torcidas que existem por aí. Por que não sabe? Por que isso não vende. E a imprensa não divulga.

    Mas a maioria das pessoas estão muito ocupadas assistindo Faustão para saber das benfeitorias de uma Torcida Organizada e assim preferem acompanhar e seguir o mais fácil que é denegrir a imagem de quem se foi. Fazendo aumentar ainda mais a dor de um amigo, de uma mãe ou de um filho que perdeu o seu próximo.

    Uma dor que ultrapassou a 1000 km de distância, onde também eles fizeram amigos, e que no domingo não choraram apenas a dor da desclassificação, choraram a perda de amigos que sempre estiveram a disposição de ajudar aqueles que eles sequer tinham obrigação.

    Uma dor que ultrapassou as cores e bandeiras rivais que compartilharam da perda como se fossem seus.

    Não sei o que falar para os mais íntimos que sofrem com a dor da perda desses 8 guerreiros, mas agradeço por tudo o que eles fizeram pela nação Corintiana. Cada bandeira que vi estendida do Corinthians pela Pavilhão Nove que me deu ainda mais orgulho de ser Corintiano.

    Obrigado a vocês guerreiros, e que descansem na paz de Deus.

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  • Clayton

    Clayton postou em Off topic, no tópico "Corinthians! A paixão que move o futebol em Mato Grosso do Sul."

    há 3 anos

    é nois Mano! Vai Corinthians..

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  • Clayton

    Clayton postou em Off topic, no tópico "Corinthians! A paixão que move o futebol em Mato Grosso do Sul."

    há 3 anos

    Ninguém tá dando desculpas irmão, apenas estamos enaltecendo a força que o Corinthians tem, mesmo nas regiões mais distantes.

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  • Clayton

    Clayton postou em Off topic, no tópico "Corinthians! A paixão que move o futebol em Mato Grosso do Sul."

    há 3 anos

    Falou tudo irmão! Corinthians é Corinthians Sempre.

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  • Clayton

    Clayton postou em Off topic, no tópico "Corinthians! A paixão que move o futebol em Mato Grosso do Sul."

    há 3 anos

    Nós aqui em Mato Grosso do Sul, com mais de 1.000 km de distância, em um estado em que todo o resto do Brasil pensa ser tomado por índios e onças, também sofremos, também torcemos e nós reunimos para ver o Coringão! Talvez sejamos a exceção à regra, em um lugar onde pantaneiros se imaginam cowboys, onde a pesca, pasmem, é mais prazerosa que o futebol e onde se pode contar nos dedos da mão esquerda, os atletas que tiveram uma carreira promissora. Muller, Alberto Luís, Keirrison e...! Mais alguém? Não que eu me lembre.

    Aqui é assim, torcer pelo Corinthians é muito mais difícil e complicado, temos que criar uma infinidade de desculpas e atestados para conseguir dois dias de folga no trabalho para poder viajar tantos quilômetros e assistir UMA partida apenas; temos que nos contentar em ver as melhorias da Arena Corinthians pelas fotos ou por imagens da televisão; quando podemos, nos “quebramos” todos só para conseguir a atenção de alguém da comissão técnica e o que não faríamos para termos estampado na estante uma foto com os ídolos do passado, Biro-Biro, Vampeta e Marcelinho que vira e mexe jogam uma partida festiva nos campos aos arredores ou chegam para inaugurar uma loja ou outra. Lutamos até para conseguirmos os ingressos, nesses únicos jogos que nos obstinamos à assistir, se não fosse a lealdade da torcida corintiana, teríamos ficado prostrados frente a praça Charles Muller enquanto Romarinho, Sheik e cia brilhavam na final da Libertadores de 2012.

    Mas isso não faz de nós pantaneiros menos corintianos! Pelo contrário, o que não mata deixa mais forte; e fortes estamos, gritando, cantando e incentivando com energias positivas, mesmo que direcionado para às telas dos televisores, seja nos bares com TV a cabo, nas varandas com churrasqueiras com amigos, ou de joelhos orando, no silêncio do quarto dos fundos.

    E após o apito final, nos estreitamos com os outros tantos corintianos espalhados pela cidade, gritamos Vai Corinthians! Quando vemos uns aos outros, e mesmo tão distante, também temos os Gaviões, a Pavilhão e a Camisa 12; as organizadas que apoiam toda e qualquer iniciativa que leve o símbolo do Timão e que se for preciso, até brigam para proteger o nome Corinthians.

    Dos moradores de Itaquera até os Loucos presentes no Japão, essa paixão que move um bando de loucos a cantar, gritar e fazer a festa na arquibancada, algum dia do passado mais distante viajou mais de mil quilômetros e plantou uma semente alvinegra no estado do Mato Grosso do Sul, que assim como tantos outros estados respiram e vivem Corinthians.

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