Mauro

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Vai entender a imprensa"

    há 10 meses

    A revisão da marcação do pênalti no domingo não foi a primeirfa.

    Vuaden cancelou um pênalti a favor do Santos num jogo da Copa do Brasil contra o Flamengo.

    Egídio, lateral do Palmeiras, expulso em Chapecó retornou ao jogo após conversa entre o juiz e o 4.o árbitro.
    A relevância do que ocorreu no domingo é que foi numa final.
    Isso revela uma tendência positiva.
    Árbitros e departamentos de arbitragem têm preferido suportar o desgaste se justificando após as partidas, do que chancelar erros que alterariam o desfecho natural das mesmas.
    A arbitragem tem mudado ao longo dos anos.
    Antigamente era um trio de arbitragem, e os bandeiras só marcavam impedimento. Hoje formam uma equipe de 5 em que todos colaboram o tempo todo.
    Toda competição esportiva tem suas regras e é de suma importância que se consiga aplicá-las usando todos os recursos possíveis.
    No tênis há o juiz, fiscais de linha mas há também o recurso tecnológico do desafio.
    No futebol americano a equipe de arbitragem tem seis juízes e tem o vídeo.
    No vôlei há os juízes, juízes de linha e apontadores, e há o vídeo.
    Aparentemente, no futebol brasileiro, os responsáveis pela arbitragem estão mais comprometidos em impedir a ocorrência de erros graves de marcação, do que a imprensa, que simplesmente se perdeu no tema, defendendo inclusive posições absurdas do tipo, marcação de pênalti inexistente é menos grave que auxílio externo.
    Por que?
    Ninguém diz.
    A esses todos quero lembrar a trágica performance do juiz Amarilla no jogo Corinthians e Boca Junior em 2013, quando fomos vergonhosamente alijados da competição.
    Nós corintianos permanecemos com nosso inconformismo e mágoa contidos. Estive no Pacaembu naquela noite e gostaria que qualquer providência tivesse sido tomada contra os desmandos do árbitro, mesmo que fosse a interferência externa.
    O senhor Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, a quem passarei a chamar de 'O ridículo', se insurgiu contra um processo que ele mesmo defende, que é a revisão de decisões quando necessárias.
    O que ele chamou de interferência externa poderia ter sido chamado de árbitro de vídeo.
    O que realmente importa é que o pênalti foi equivocado e o cancelamento da marcação foi correto.
    Somos campeões e domingo começamos uma nova campanha pelo brasileiro, contra o Fluminense, que deve estar treinando há pelo menos 10 dias.
    Portanto, pegadinha à vista.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A torcida desorganizada"

    há 11 meses

    Neto. A ideia é criar o fundo como se fosse um fundo de investimento qualquer com rentabilidade, possibilidade de resgate e regras claras de utilização.

    Tenho pensado sobre isso e pretendo retornar ao tema.

    Se tudo correr bem ainda em abril lançamos nosso fundo.

    Um abraço.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A torcida desorganizada"

    há 11 meses

    Também penso assim Olson.

    Voltarei ao tema novamente para que possamos criar o fundo e mudar o cenário na gestão do futebol brasileiro.

    Muitos são contra mas acredito que de 10 a 15% dos torcedores participariam o que seria mais do que suficiente.

    Um abraço.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A torcida desorganizada"

    há 11 meses

    Em que momento a torcida vai realmente se organizar?
    A Gaviões da Fiel surgiu no final dos anos 60, basicamente com a finalidade de facilitar o acesso de seus associados aos jogos.
    Os mais antigos com certeza se lembram das longas filas que se formavam no Pacaembú para a aquisição de ingressos.
    E acompanhar o time em outros estádios deveria ser mais complicado ainda - transporte, alimentação, ingresso, com certeza justificaram o surgimento das torcidas organizadas, para permitir a muitos curtirem sua paixão pelo time.
    O cenário mudou substancialmente, os ingressos são adquiridos eletronicament, e o acesso às arenas hoje é mais fácil, mas as organizadas continuam porque se tornou um negócio, e hoje seus objetivos são mais amplos, inclusive de natureza política.
    Mas eu diria sem medo de errar que mais de 95% dos torcedores não têm nenhuma filiação, seu objetivo único é acompanhar o time e vê-lo fortalecido e disputando títulos. A esses vou chamá-los de torcida desorganizada.
    É a desorganizada a maior geradora de receitas do clube.
    Quer indo aos jogos, quer comprando produtos licenciados ou adquirindo pacotes pay-per-view, direta ou indiretamente é a desorganizada a responsável pela quase totalidade das receitas do clube.
    Sabemos todos que o mundo do futebol é frequentado por pessoas de caráter duvidoso a procura de ganhos excepcionais, desde empresários e jogadores até dirigentes, e isso se deve à falta de transparência que envolve as negociações dos grandes clubes.
    Por que então, em tal cenário, a torcida desorganizada não pode se organizar e canalizar recursos para o seu próprio programa de investimentos?

    Deveriamos criar nosso próprio fundo e é nisto que deveríamos nos concentrar.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Já passou da hora"

    há 11 meses

    Por que a torcida no futebol aceita um papel passivo diante das más gestões?

    Por que o torcedor não se vê como um investidor?

    O cenário arrecadatório do Corinthians é declinante ao passo que seus compromissos financeiros são crescentes.
    Cabe aí uma análise sobre as receitas, custos e ações da torcida.
    A partir de 2010, o Corinthians procurou diversificar suas receitas para aumentar seu faturamento.
    Em 2007,57% das receitas do clube vinham da venda de jogadores. Esse percentual veio declinando até 2015, quando voltou a subir e ser importante no fluxo de caixa, diante da crise do endividamento.
    A TV, que na época do clube dos 13 representava 20% das receitas, em 2015 já respondia por 47% delas, tendo crescido no triênio 16/17/18 por conta do aumento das cotas, mas deverá cair 30% no próximo triênio, mesmo com o aumento do pay-per-view.
    O licenciamento de produtos passou a ser uma outra fonte de receitas, até então inexistente. Em 2013, a rede de lojas Poderoso Timão era a maior do planeta no gênero com 140 franqueados, e faturou naquele ano cerca de 200 milhões. Hoje a rede deve possuir menos de 80 lojas, o faturamento caiu, e os lojistas enfrentam muitos problemas com fornecedores.
    Em 2016 o Grêmio liderava o ranking de faturamento de produtos licenciados com 16 milhões. O Corinthians que já liderou o segmento e chegou a faturar 21 milhões, naquele ano faturou somente 8,9 milhões, e não tem previsão para 2018.
    É certo que o Corinthians carece de planejamento e gestão adequada de tudo que envolve sua marca.
    A Arena, outra potencial geradora de receitas, tem capengado. O tour pela Arena deverá crescer mas a exploração de outras propriedades dependerá da melhora da economia e do ambiente de negócios em geral.
    Basicamente o faturamento vem da bilheteria, mas a manutenção e operação são caras - De cada 100 reais arrecadados, 40 são custos e despesas de manutenção.
    Até o programa Fiel Torcedor, que lideramos por anos seguidos, teve reversão e é hoje muito menor do que poderia ser. É o programa do gênero que entre os grandes clubes brasileiros, menos recurso por associado gera ao clube, hoje algo como 50%.
    Esse é outro programa mal administrado pelo clube.
    Tudo isso é há muito sabido de todos.
    O faturamento da TV, a gestão da marca, as negociações com a CEF, e todas as ações que podem aumentar as receitas dependem basicamente da atuação da diretoria e a torcida muito pouco pode fazer.
    As questões que ficam para a torcida são :
    Por que participar de um programa fiel torcedor se metade do valor vai para o operador. Caso a anuidade fosse destinada exclusivamente a um fundo da própria torcida, geraria 20 milhões anuais, metade do valor a ser amortizado no ano, junto à CEF. Os ingressos continuariam sendo comprados pela internet. O torcedor perderia somente a prioridade para a compra.
    Por que gastar 200 milhões em produtos licenciados, dos quais o clube verá somente 10 milhões, se esse valor, depositado num fundo da própria torcida, seria capaz de pagar o estádio em 2 anos.
    Estas ações são dependentes única e exclusivamente da torcida, que deveria criar um fundo próprio, com regras transparentes de utilização que garantiriam a saúde financeira do futebol corintiano no futuro, e tudo isso sem gastar mais do que já gasta.

    Não devemos nos esquecer que nós corintianos somos uma torcida que tem um time.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Qur’An da casa do povo"

    há 11 meses

    Caro Kelvin.

    A Arena Corinthians realmente representa tudo isso que você brilhantemente colocou.

    Parte da torcida pensa que as dificuldades financeiras que o clube vive são consequência dela, pela destinação das rendas para o pagamento do financiamento. Não concordo pois muitos clubes com situação financeira muito melhor que a nossa pouco arrecadam com rendas - caso do Flamengo que joga em um estádio menor que a fazendinha e que nunca está cheio.

    A Arena Corinthians é a Meca do torcedor corintiano. Muitos sonham em visitá-la e certamente já é um ponto turístico da cidade.

    O Barcelona incrementa a economia da cidade em 1,5%, através de turistas que vão a seus jogos e visitam seu museu.

    Acredito que no caso do pagamento da Arena, a torcida terá que se envolver mais. Não bastará lotar o estádio em dias de jogos.

    Um abraço

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Finanças - O problema de sempre"

    há 12 meses

    Caro Cleder. Grato pela informação. Você tem razão quanto à data limite para publicação do balancete. Nenhum clube publicou ainda o de 2017. Mas em anos anteriores publicávamos no final de setembro uma prévia. Desta vez ela foi antecipada para junho, omitindo todo o segundo semestre, e em junho já estava ruim. O Palmeiras publica balancetes mensais e tem a posição consolidada até novembro de 2017. Um abraço.

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Finanças - O problema de sempre"

    há 12 meses

    Caro Larry.

    A matéria foi divulgada pelo Globoesporte e em 1/3/2018 e esta disponível no portal G1 da Globo. Quanto ao Rosenberg, eu sei que Balotelli foi só um exemplo mas o contexto não é. Com as finanças em frangalhos, sem conseguir renovar com Balbuena e com a possibilidade de perdermos jogadores na janela de julho conforme divulgado pelo próprio Carille após o jogo contra o Santos, as declarações dele não passam de devaneios. Um abraço

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  • Mauro

    Mauro postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Finanças - O problema de sempre"

    há 12 meses

    No bojo dos devaneios de Rosenberg sobre a contratação de Balotelli, um fato passou meio desapercebido que foi a situação financeira do clube.

    Embora seja de conhecimento geral a dificuldade financeira que o clube vive há anos, Andrade, o último presidente, passou os três anos de sua gestão cortando despesas e equilibrando as finanças, e o resultado final é que ele provavelmente conseguiu dobrar a divida que recebeu de Gobbi, que já tinha conseguido dobrar a dívida que recebera do próprio Sanchez.

    Segundo Wesley Melo, novo responsável pelo departamento financeiro do clube, o fluxo de caixa é negativo em 8 milhões ao mês o que projetaria um aumento do endividamento até o final do ano em mais de 100 milhões, algo insustentável.

    Wesley afirma ainda que a saída seria o aumento de receitas através de novas parcerias, algo que no momento parece inviável.O cenário para as receitas é de diminuição. Os novos contratos de TV que vigorarão a partir de 2019 deverão reduzir as receitas em cerca de 30%, e o cronograma de desembolso é pior, devendo impactar o fluxo de caixa mais ainda.

    Embora eu acredite que a não contratação de Pablo tenha se devido mais a lambanças de seu agente, a não renovação de Balbuena acende uma luz vermelha de outra natureza. Deve ser basicamente devida à falta de dinheiro e não a intransigência dos agentes como o noticiário às vezes sugere.

    Circulou uma informação de que a pedida era de 4 milhões de euros de luvas, algo imediatamente desmentido por Balbuena, e posteriormente pela diretoria.

    Indispor o jogador com a torcida não irá forçá-lo a assinar por qualquer valor.

    Se temos dificuldades para renovar contrato com um zagueiro que tem jogado muito e quer permanecer no clube, imaginem qual deve ser o problema real.

    Estamos entrando em março e nada ainda do balancete de 2017.

    Esta informação deveria estar disponível antes da eleição.

    Só viemos a saber dos estouros orçamentários de Andrés Sanchez e Mário Gobbi, e dos atrasos de salários depois da eleição de Roberto de Andrade.

    O pior é que ninguém explica o endividamento.

    Certeza uma só - não se deve à Arena.

    Embora suas receitas sejam retidas para o pagamento do financiamento, a maioria dos clubes brasileiros tem menor endividamento e fluxo de caixa melhor do que o Corinthians, sem contar com receitas de jogos - o Flamengo joga em um estádio menor que a fazendinha e nem sempre lotado, e o São Paulo joga sempre em um Morumbi vazio.

    O estatuto do clube deveria exigir em anos eleitorais, a entrega de balancete prévio em janeiro, para que os eleitores no mínimo saibam a situação real do clube antes de votarem.

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  • Mauro

    Mauro postou em Off topic, no tópico "Impressiona esse modo de contratar"

    há 12 meses

    Detalhe.

    Veio um zagueiro do famigerado Garcia, reserva na Ponte Preta, e do qual não precisávamos e que nos custou mais 1 milhão, é só conseguiu depois que o amigo chegou à presidência.

    Depois querem saber porque Balbuena não renova. Não adianta ter um discurso de contenção salarial e jogar dinheiro fora com contratações duvidosas. O elenco sabe quando vem um craque ou um jogador mediano.

    O atacante Matheus, que parece uma oportunidade de mercado, ninguém sabe quanto custou.

    É a famosa transparência.

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