Empresa OMNI é dona do Corinthians

Fórum do Corinthians
Tópico Épico Entenda as regras

Timao #1.153 @timaoetudo em 01/11/2016 às 15:28

Como pode o Presidente Banana dar 50% da receita do nosso fiel torcedor pra essa empresa e agora a revista época mostra que ele também deu 30% do nosso estacionamento da Arena, o nosso patrimônio físico dado assim de graça? Tá NA HORA DA REVOLUção, TIRAR ESSE PRESIDENTE NEM QUE SEJA NA #[email protected]% DA, FORA ROBERTO DE ANDRADE, RENUNCIA SEU LADRAO.

1.124 visualizações e 45 respostas neste tópico

Avaliação do tópico:

Responder tópico

Melhores respostas

Ciro Hey #53 @ciro.hey em 01/11/2016 às 16:13

Tinha que pedir uma auditoria nesses contratos todos com a OMNI.

A lei também cuida para que contratos leoninos sejam feitos e prejudiquem um lado..

Se os contratos são comprovadamente por interesse qualquer beneficiar apenas uma das partes, pode ser revisto pelo conselho e fazer com que a empresa reponha os danos e quem assinou os contratos seja responsabilizado penalmente por isso.

Resta alguém ter peito pra fazer isso acontecer lá dentro

Caveirudo El Loko #3.002 @dirtysanchez em 01/11/2016 às 17:33

A OMNI, que possui capital social de apenas R$ 10 mil, estando localizada, em sede alugada, na Rua Brigadeiro Vilela, nº 114, em nome da Sra. Marta Alves de Souza Cruz, ingressou no Corinthians assim que Andrés Sanchez assumiu a presidência, em 2007, por indicação de Luis Alberto Bussab (então diretor), com o nome de OMNISYS, à época, sediada na própria residência de sua proprietária (no papel), Rua Fernando Pessoa, 462.

Sua função era controlar o acesso de associados no clube, além do banco de dados do Corinthians.

Pouco tempo depois, foi denunciada pela ex-controler alvinegra, Nilza Fiuza, que havia brigado, à época, com Andrés, de operar um esquema de 'Caixa 2' no Parque São Jorge, além de fraudar a lista de eleitores.

Anos depois, já com o nome de OMNIGROUP, com a anuência do Conselho Deliberativo alvinegro (que, com medo de Andrés Sanchez, não teve coragem de, mesmo com as provas em mãos, expulsar a empresa pelos desvios de conduta do passado), indicou o fornecedor das urnas eletrônicas das últimas eleições, absolutamente contestadas pela oposição.

A OMNI, mesmo com histórico complicado, acabou, antes, agraciada com a conta do 'Fiel Torcedor', pela qual é remunerada em expressivos 50% de comissão sobre a comercialização do plano, quando o praxe de mercado é pagar entre 10 e 30%.

Em 2015, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões.

Esse pequeno histórico de favorecimentos à OMNI (que inclui, até, dar o nome da empresa a um teatro dentro do Parque São Jorge), serve como preambulo para revelar que, dentro do Corinthians, apesar da empresa estar em nome da Sra. Marta Alves (de posses e currículo modestos), todos sabem que o verdadeiro proprietário seria o deputado federal Andrés Sanchez (PT).

Razão pela qual, o dirigente alvinegro ofereceu a empresa ao Bradesco (não foi o banco que demonstrou interesse inicial), como forma de, se fechado o negócio, receber, por intermédio de terceiros (no caso, terceira), o valor da pretendida comissão, cerca de R$ 90 milhões (além do montante negociado com clube).

Últimas respostas

Jonathan M. Da Silva #2.752 @jonsccp82 em 13/04/2017 às 13:19

Há alguns diretores que transformaram o Corinthians como meio de vida.

É impressionante como alguns contratos e vínculos com empresas são suspeitos.

No caso da OMNI, segundo dizem, existiria um percentual pago pelo Corinthians que é muito acima daquele praticado pelo mercado em contratos de gestão de programas de associados.

Angel #282 @sccp.angel em 13/04/2017 às 12:07

" "

Que absurdo!

Só orando para o Corinthians se livrar dessa corja.

Publicidade

Angel Sccp #282 @sccp.angel em 13/04/2017 às 12:07

Que absurdo!

Só orando para o Corinthians se livrar dessa corja.

Caveirudo #3002 @dirtysanchez em 01/11/2016 às 17:33

" "

A OMNI, que possui capital social de apenas R$ 10 mil, estando localizada, em sede alugada, na Rua Brigadeiro Vilela, nº 114, em nome da Sra. Marta Alves de Souza Cruz, ingressou no Corinthians assim que Andrés Sanchez assumiu a presidência, em 2007, por indicação de Luis Alberto Bussab (então diretor), com o nome de OMNISYS, à época, sediada na própria residência de sua proprietária (no papel), Rua Fernando Pessoa, 462.

Sua função era controlar o acesso de associados no clube, além do banco de dados do Corinthians.

Pouco tempo depois, foi denunciada pela ex-controler alvinegra, Nilza Fiuza, que havia brigado, à época, com Andrés, de operar um esquema de 'Caixa 2' no Parque São Jorge, além de fraudar a lista de eleitores.

Anos depois, já com o nome de OMNIGROUP, com a anuência do Conselho Deliberativo alvinegro (que, com medo de Andrés Sanchez, não teve coragem de, mesmo com as provas em mãos, expulsar a empresa pelos desvios de conduta do passado), indicou o fornecedor das urnas eletrônicas das últimas eleições, absolutamente contestadas pela oposição.

A OMNI, mesmo com histórico complicado, acabou, antes, agraciada com a conta do 'Fiel Torcedor', pela qual é remunerada em expressivos 50% de comissão sobre a comercialização do plano, quando o praxe de mercado é pagar entre 10 e 30%.

Em 2015, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões.

Esse pequeno histórico de favorecimentos à OMNI (que inclui, até, dar o nome da empresa a um teatro dentro do Parque São Jorge), serve como preambulo para revelar que, dentro do Corinthians, apesar da empresa estar em nome da Sra. Marta Alves (de posses e currículo modestos), todos sabem que o verdadeiro proprietário seria o deputado federal Andrés Sanchez (PT).

Razão pela qual, o dirigente alvinegro ofereceu a empresa ao Bradesco (não foi o banco que demonstrou interesse inicial), como forma de, se fechado o negócio, receber, por intermédio de terceiros (no caso, terceira), o valor da pretendida comissão, cerca de R$ 90 milhões (além do montante negociado com clube).

José Das Couve #11.924 @jose.das.couve em 06/11/2016 às 19:42

Está na cara quem é o dono dessa empresa. Essa quadrilha do Andrés Sanchez está sugando o clube na nossa cara!

Vamos jogar isso pra imprensa. Vamos atrás da verdade e derrubar esse bando de vagabundo!

Caveirudo #3002 @dirtysanchez em 01/11/2016 às 17:33

" "

A OMNI, que possui capital social de apenas R$ 10 mil, estando localizada, em sede alugada, na Rua Brigadeiro Vilela, nº 114, em nome da Sra. Marta Alves de Souza Cruz, ingressou no Corinthians assim que Andrés Sanchez assumiu a presidência, em 2007, por indicação de Luis Alberto Bussab (então diretor), com o nome de OMNISYS, à época, sediada na própria residência de sua proprietária (no papel), Rua Fernando Pessoa, 462.

Sua função era controlar o acesso de associados no clube, além do banco de dados do Corinthians.

Pouco tempo depois, foi denunciada pela ex-controler alvinegra, Nilza Fiuza, que havia brigado, à época, com Andrés, de operar um esquema de 'Caixa 2' no Parque São Jorge, além de fraudar a lista de eleitores.

Anos depois, já com o nome de OMNIGROUP, com a anuência do Conselho Deliberativo alvinegro (que, com medo de Andrés Sanchez, não teve coragem de, mesmo com as provas em mãos, expulsar a empresa pelos desvios de conduta do passado), indicou o fornecedor das urnas eletrônicas das últimas eleições, absolutamente contestadas pela oposição.

A OMNI, mesmo com histórico complicado, acabou, antes, agraciada com a conta do 'Fiel Torcedor', pela qual é remunerada em expressivos 50% de comissão sobre a comercialização do plano, quando o praxe de mercado é pagar entre 10 e 30%.

Em 2015, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões.

Esse pequeno histórico de favorecimentos à OMNI (que inclui, até, dar o nome da empresa a um teatro dentro do Parque São Jorge), serve como preambulo para revelar que, dentro do Corinthians, apesar da empresa estar em nome da Sra. Marta Alves (de posses e currículo modestos), todos sabem que o verdadeiro proprietário seria o deputado federal Andrés Sanchez (PT).

Razão pela qual, o dirigente alvinegro ofereceu a empresa ao Bradesco (não foi o banco que demonstrou interesse inicial), como forma de, se fechado o negócio, receber, por intermédio de terceiros (no caso, terceira), o valor da pretendida comissão, cerca de R$ 90 milhões (além do montante negociado com clube).

Aresilva Silva #600 @adelcio em 04/11/2016 às 09:30

Putz, é verdade, tem mais esse também. Consegue imaginar o que tem de caroço neste angu?

Caveirudo #3002 @dirtysanchez em 01/11/2016 às 17:26

" "

O Teatro Corinthians também amigo!

B Real #360 @louco.por.ti.corint1 em 01/11/2016 às 22:19

Essas informações deveriam ser postadas todos os dias no fórum até que alguém tome providências!

Caveirudo #3002 @dirtysanchez em 01/11/2016 às 17:33

" "

A OMNI, que possui capital social de apenas R$ 10 mil, estando localizada, em sede alugada, na Rua Brigadeiro Vilela, nº 114, em nome da Sra. Marta Alves de Souza Cruz, ingressou no Corinthians assim que Andrés Sanchez assumiu a presidência, em 2007, por indicação de Luis Alberto Bussab (então diretor), com o nome de OMNISYS, à época, sediada na própria residência de sua proprietária (no papel), Rua Fernando Pessoa, 462.

Sua função era controlar o acesso de associados no clube, além do banco de dados do Corinthians.

Pouco tempo depois, foi denunciada pela ex-controler alvinegra, Nilza Fiuza, que havia brigado, à época, com Andrés, de operar um esquema de 'Caixa 2' no Parque São Jorge, além de fraudar a lista de eleitores.

Anos depois, já com o nome de OMNIGROUP, com a anuência do Conselho Deliberativo alvinegro (que, com medo de Andrés Sanchez, não teve coragem de, mesmo com as provas em mãos, expulsar a empresa pelos desvios de conduta do passado), indicou o fornecedor das urnas eletrônicas das últimas eleições, absolutamente contestadas pela oposição.

A OMNI, mesmo com histórico complicado, acabou, antes, agraciada com a conta do 'Fiel Torcedor', pela qual é remunerada em expressivos 50% de comissão sobre a comercialização do plano, quando o praxe de mercado é pagar entre 10 e 30%.

Em 2015, por exemplo, recebeu R$ 6 milhões.

Esse pequeno histórico de favorecimentos à OMNI (que inclui, até, dar o nome da empresa a um teatro dentro do Parque São Jorge), serve como preambulo para revelar que, dentro do Corinthians, apesar da empresa estar em nome da Sra. Marta Alves (de posses e currículo modestos), todos sabem que o verdadeiro proprietário seria o deputado federal Andrés Sanchez (PT).

Razão pela qual, o dirigente alvinegro ofereceu a empresa ao Bradesco (não foi o banco que demonstrou interesse inicial), como forma de, se fechado o negócio, receber, por intermédio de terceiros (no caso, terceira), o valor da pretendida comissão, cerca de R$ 90 milhões (além do montante negociado com clube).

Paulo Paulo Paulo #46 @paulo.52 em 01/11/2016 às 20:34

Enquanto Bob, Andrés e Negão não forem apeados do poder, no PSJ, esqueça! A OMNI continuará dando as cartas. É muita grana que rola, muita. E tem que se tomar cuidado com os contratos que esse cretino presidente assina, pois é capaz de enroscar o Clube por mais tempo do que já enroscou. Sócios do SCCP não têm atitude, ou são omissos ou cúmplices: fato!

Cleder Rogerio Maximo #91 @timao01 em 01/11/2016 às 20:32

Funciona assim normalmente:

Timão que paga essa empresa, que tem um fornecedor de qualquer coisa que pertence a um conselheiro do Timão.

Fácil né?

Tipo instituto Lula.

Adriano Reis #1.523 @adriano.reis.moraes em 01/11/2016 às 19:33

Do que as coisas andam terá que ser na base do chute na bunda, pra tirar ele de la#essaeminhaopiniao

Eder Ottolini Balbani #691 @ederbalbani em 01/11/2016 às 19:26

Cancelei meu FT em protesto a isso. Não vou sustentar um monte de ladrão. Quando tivermos um FT honesto e voltado para o crescimento do Corinthians, volto a me filiar,

Henrique Silva #3.543 @henrique.silva84 em 01/11/2016 às 19:20

A oposição e as organizadas não tomam atitude. Tem que tirá esse lixo.