Júlio César: ídolo do Timão e popstar

Júlio César: ídolo do Timão e popstar

As mãos que fizeram inúmeras defesas difíceis na caminhada rumo ao penta ainda não tiveram descanso, ficaram calejadas. Mãos do ídolo Júlio César, venerado pelos fanáticos corintianos que não mediram esforços para garantir, no máximo, 15 segundos ao lado do camisa 1, durante uma sessão de quatro horas (11h até às 15h) de autógrafos em uma loja oficial do clube, no centro de Guarulhos - cidade natal do arqueiro. Estima-se que mil pessoas foram ao local para ver o goleiro do título.

'Hoje minha mão está trabalhando muito, mas depois vai ter o descanso merecido', brincou o carismático goleiro. 'A ficha ainda não caiu totalmente (da conquista do penta do Brasileirão). Fico muito feliz com o carinho da torcida, que faz tudo para tirar uma foto e um pegar um autógrafo. É muito gratificante', disse, referindo-se aos torcedores que se aglomeravam em uma fila do lado de fora da pequenina loja.

'Teve gente aqui que chegou às 7h só para garantir um local na fila. Aqui está lotado demais', disse Thiago, gerente da loja e amigo de Júlio César. Durante os dias normas, o estabelecimento fatura R$ 10 mil, mas em apenas uma hora do goleiro no local, o arrecadamento foi atingido. 'Certamente vamos triplicar isso', disse Thiago.

'Se já está assim com o título brasileiro, imagina se a gente ganhar a Libertadores do ano que vem (risos)', brincou Júlio César, a todo momento com o sorriso estampado em seu rosto. 'Ele é lindo e carismático demais. Ele é muita raça, corintiano desde pequeno e jogou até com o dedo quebrado (durante a vitória por 2 a 0 contra o Botafogo, no primeiro turno do Brasileiro, Júlio quebrou o dedo mínimo da mão direito e prosseguiu no jogo)', disse Renata Oliveira, 16 anos, no fim da fila por um autógrafo e há mais de uma hora embaixo de um forte sol. 'Se for preciso ficar o dia inteiro, eu fico', disse.

'Não tenho a proporção do que isso significou para essa torcida. Sei que é um sonho de criança que estou vivendo. Daqui alguns anos estarei sendo lembrado como Neto e Ronaldo, que estão vivendo isso até hoje pelo título de 1990. Fico feliz de saber que, daqui a 50 anos, lembrarão que o Júlio era o goleiro do penta', concluiu.

Fonte: Marca Brasil

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