Rosenberg reclama de espaço que Andrés tem no Corinthians

Rosenberg reclama de espaço que Andrés tem no Corinthians

Rosenberg reclama de espaço que Andrés tem no Corinthians

Rosenberg reclama de espaço que Andrés tem no Corinthians

Vice-presidente eleito, Luís Paulo Rosenberg hoje acompanha o Corinthians à distância. Braço direito da gestão de Andrés Sanchez, permaneceu apenas um ano ao lado de Mário Gobbi e agora se divide entre críticas e lamentações. Para ele, o clube poderia ter chegado perto do Barcelona em termos de faturamento. Mas Rosenberg se define como um cara realmente ousado.

Nesta entrevista ao UOL Esporte, ele analisa o quadro eleitoral e ratifica o apoio para que Antônio Roque Citadini seja o candidato contra Ilmar Schiavenato, Roberto de Andrade e Paulo Garcia. Rosenberg, por sinal, faz críticas duras aos dois últimos. Sobretudo a Roberto, com quem compartilhou duas gestões.

Em sua análise, Luís Paulo ainda mudou o discurso recente em relação a Andrés Sanchez. Há um mês, em entrevista à Espn, fez ataques duros. Agora, define o ex-presidente como uma espécie de Luiz Inácio Lula da Silva do futebol. Mas reclama do espaço que é concedido a ele.

O que estou vendo são dois candidatos. Um que representaria a quarta vez do mesmo grupo no poder, e acho isso uma contradição com o nome do grupo. Não vejo renovação e nem transparência. E vejo outro que é perdedor contumaz. O clube já demonstrou que rejeita.

NR.: Garcia foi candidato derrotado nas últimas duas eleições

Roque é um nome excelente. Tem comportamento ético acima de qualquer suspeita. Com a visibilidade que ele tem, teria surgido alguma coisa. Uma pessoa educada, que se representa no meio do futebol e empresarial sem nenhuma nódoa. E isso é importante para buscar patrocínios. Parte do nosso sucesso era a credibilidade que tinha na época. E tendo essas características, ele entende de futebol. Compreende um orçamento, dificuldade financeira. Você nunca vai ouvir besteira de que dívida é aquilo que já foi vencido, mas sim que já foi gerado. Ele é capaz de aglutinar pessoas preparadas.

O Andrés delega muito. Na negociação, tinha uma liberdade de ação muito grande. O foco era debatido para onde levaríamos o Corinthians. Foi fácil trabalhar com Andrés. Ele é uma liderança especial, comparado ao Lula. O que não teve de educação formal, teve de grandeza de horizontes. Quando Mário foi eleito, passei um ano tentando manter o espírito de levar o Corinthians a ser o Barcelona. Essa é a diferença entre o Mario e eu. Eu sou ousado por natureza, ele é extremamente cauteloso.

Se não concordo como o presidente administra, eu caio fora. Quem foi eleito pelos sócios para tocar o clube foi o Mário. O papel do vice é substituir nas ausências, e eu cumpri rigorosamente o que foi pedido. Agora, o trabalho adicional em período integral, de dar consistência econômica ao clube, não. Peguei e fui embora.

Acho que primeiro você teve dificuldade externa. A economia de hoje não era a mesma de quatro anos antes. Acho que o Corinthians precisava de mais ousadia em relação ao Andrés. Um voo internacional muito agressivo, de respeitar orçamento, de intervir no futebol e na base para dar a consistência econômica que a gente não tinha. O Mário considerava isso muito ousado. Eu não sei administrar cautelosamente. Para mim, Corinthians é Barcelona.

O Roberto administrou a passagem de campeão mundial para quase Série B em 2013. Era um diretor de futebol que pouco comparecia. As operações de compra e venda foram um fracasso, houve um descaso orçamentário fantástico e dinheiro jogado fora. Ele deveria ter humildade.

O Andrés tem uma paixão pelo Corinthians que ninguém mais tem. Abre mão de família, de relação amorosa, e mora na frente do Corinthians. Se deixar, ele vai ser 24 horas por dia de Corinthians. Cabe ao presidente e diretor de futebol definirem a contribuição dele. A responsabilidade nunca é dele do que acontece. 'Não funcionei por que o Andrés interferia" Ele formalmente não recebeu delegação dos sócios para se responsabilizar. Acho isso muito difícil. Ele não entrou com um tanque no Parque São Jorge.

Não sei como está conduzida. Para pagar mais que ele está recebendo, até logo. Vamos buscar o Zé Paulo, o Tocantins, vamos apostar na nossa gente.

Fonte: Terceiro Tempo

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