Ídolos do Timão escolhem Romarinho para compor ataque no Mundial

Ídolos do Timão escolhem Romarinho para compor ataque no Mundial

Romarinho é o escolhido para compor ataque com Emerson

Romarinho é o escolhido para compor ataque com Emerson

Foto: Alan Morici / Agência O Dia

Já pensando na disputa do Mundial de Clubes, em dezembro, Tite tem em sua cabeça 10 titulares, faltando apenas um. O técnico admite que ainda não sabe quem será o parceiro de Emerson Sheik no ataque corintiano. Na briga estão Guerrero, que tem a preferência tática do treinador.

Romarinho, que vive a melhor regularidada do setor, Jorge Henrique, que era titular na conquista da Libertadores, e Martínez, o argentino que encantou com sua habilidade em pouco. Para ajudar o treinador na análise do parceiro ideal de Sheik, o MARCA BRASIL pediu para que ex-ídolos do Corinthians apontassem a dupla de ataque. E os ‘grandes’ vencedores foram Emerson e Romarinho.

'O ataque é Emerson e mais um. Não importa quem', afirmou Luizão, ex-atacante campeão do mundo em 2000 pelo Timão, deixando seu voto em aberto sobre o segundo nome. O que não aconteceu com o resto dos entrevistados.

Herói do título paulista de 1977, Basílio apontou a dupla Emerson Sheik e Romarinho como sua preferida. O ex-jogador, que já deu declarações que o camisa 11 fará o gol do título mundial, também acha melhor dois meias. 'Jogam os dois mais o Douglas e o Danilo', afirmou o Pé de Anjo.

A opinião de Basílio também foi igual a dos ex-atacantes Waguinho, que atuou na década de 70, e Paulo Sérgio, destaque do início dos anos 90. Este último por sinal, além de escolher Romarinho, criticiou a insistência em Guerrero, que ele observa desde o futebol alemão, onde jogou por longo tempo. 'Ele não entrosou no Bayern (Munique) com sei lá quantros anos de clube, vai entrosar no Corinthians em poucos jogos? Não', afirmou.

Preferido por Tite, que quer ter um centroavante para ter presença de área, Guerrero acabou sendo escolhido por Biro-Biro, ex-jogador da década de 70 e 80, e Tobias, ex-goleiro do Corinthians nos anos 70. No entanto, o peruano só jogaria no esquema com três atacantes, sacando Douglas da armação. Junto com Guerrero, entraria o argentino Martínez.

Reportagem de Felipe Piccoli e André Pires

Fonte: Marca Brasil

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