Vice, Loss defende equipe e cutuca rigor excessivo de árbitros com comemoração

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Por Meu Timão

Depois do revés nos pênaltis, Loss conversou com a imprensa e analisou a atuação dos garotos do Timão

Depois do revés nos pênaltis, Loss conversou com a imprensa e analisou a atuação dos garotos do Timão

Meu Timão

Depois de perder o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior para o Flamengo, nesta segunda-feira, no Pacaembu, o técnico Osmar Loss teve de explicar o insucesso do Corinthians. Em entrevista coletiva, o treinador analisou o desempenho ruim da equipe no segundo tempo, defendeu o meia Matheus Pereira e criticou o rigor dos árbitros com os garotos.

“Quando o adversário vem, te amassa, é muito superior tecnicamente, essa é uma derrota que a gente de forma mais natural. Essa de hoje a gente vai demorar pra ingerir”, admitiu Loss, que viu o Timão ir para o intervalo vencendo por 2 a 0 e sofrer o empate antes dos dez minutos do período complementar.

Com o apito final, o título da competição acabou decidido nos pênaltis. Gabriel Vasconcelos, Claudinho e Matheus Pereira desperdiçaram suas cobranças e garantiram o triunfo do Flamengo. Questionado sobre a cavadinha do camisa 10, Loss foi incisivo. “O Matheus é um jogador muito talentoso. Ele tem versatilidade, bate de várias formas nos seus treinos. Uma delas é dessa forma”, ponderou.

“Aprendizagem pra todos eles. São meninos, eu sei que é uma situação muito complicada, é um esporte coletivo... A gente tem que ter maturidade nessa hora pra saber dar o apoio e a orientação correta, e é isso que eu vou fazer”, continuou o comandante, que ainda criticou o rigor dos árbitros em relação às comemorações dos jovens.

Ao ser perguntado por um jornalista se havia notado o cartão amarelo dado pelo juiz Rafael Gomes Felix da Silva ao goleiro Filipe, o técnico corinthiano lamentou a suspensão do zagueiro Léo Santos na final – o defensor recebeu o segundo cartão amarelo por celebrar um gol com a torcida na vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro, na última sexta, pela semifinal.

“Por exemplo, na Arena, nós tivemos um jogador que hoje não pôde jogar que é o Léo Santos, zagueiro, por causa de uma comemoração e ele tem 17 anos. Hoje tomamos o cartão por comemoração com o Gabriel, no início do jogo, o Flamengo também fez o seu gol e foi na frente da Fiel mostrar o gol, instigar um pouquinho”, prosseguiu.

“Acho que, o fato de ser menino, a gente tem que ter um pouquinho mais de orientação, não só nós treinadores, gestores do departamento de base, mas também o árbitro. Não precisa aplicar a regra ao fio da navalha, acho que isso, talvez de forma educativa, ajudaria demais. Acho que eles têm que aprender, porque isso pode tirar de uma decisão, foi o caso do Léo, mas tem que se manter controlado”.

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