Comentaristas criticam anulação do gol de Gustavo: 'Na Europa, não teria nem discussão'

Comentaristas criticam anulação do gol de Gustavo: 'Na Europa, não teria nem discussão'

Por Meu Timão

Gustavo, que teve gol mal anulado, segue sem balançar as redes pelo Corinthians

Gustavo, que teve gol mal anulado, segue sem balançar as redes pelo Corinthians

Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

O Corinthians foi prejudicado pela arbitragem na noite dessa quarta-feira, na Arena, contra o Atlético-MG, no empate em 0 a 0 válido pelo Campeonato Brasileiro. Com orientação do auxiliar Bruno Boschilla, o árbitro Rodolpho Marques Troski anulou um gol legal de Gustavo. Comentaristas esportivos criticaram a marcação de uma suposta falta do atacante no zagueiro Gabriel, da equipe mineira.

"Se fosse na Europa, no Campeonato Inglês, na Liga dos Campeões, não teria nem discussão. Ninguém estaria repetindo este lance (na TV) para reclamar de alguma coisa. E aqui ele foi anulado (...) Houve o toque, ok. Mas futebol é jogo de contato. Isso não é nada", disse Sérgio Xavier Filho, comentarista do Sportv.

"Ele (bandeira) estava do outro lado. Como ele enxergou essa falta, eu não sei (...). Para mim, não é nada. O toque do Gustavo é muito mais para proteger do contato do que para empurrar o adversário. Ele vem com velocidade e protege para não dar cabeçada no ombro do adversário. Para mim, é lance normal (...) Se dá gol, ninguém do Atlético-MG ia reclamar", completou Roger Flores, também do Sportv.

Um dos poucos que tentaram defender a decisão da equipe de arbitragem foi Sálvio Spinola, da Espn. Na visão do ex-árbitro, há um contato de Gustavo nas costas de Gabriel antes de a bola chegar, o que caracterizaria falta. Rapidamente, no entanto, ele foi rebatido pelo colega de emissora Zé Elias, que destacou o fato de, no momento do contato entre os atletas, o beque do Atlético-MG já ter perdido o tempo da bola.

"A bola ainda não chegou, e o Gustavo já está com o braço fazendo carga sobre o jogador do Atlético-MG. Essa ação (do Gustavo) impede o Gabriel de chegar na bola (...) Na regra, isso tem o termo "carga". É carga nas costas", argumentou Sálvio.

"Mas em momento algum o Gabriel toca na bola. A bola já tinha passado (no momento do contato). Ele erra a bola, ele perde o tempo. Assim não vejo falta", retrucou Zé Elias, que teve apoio dos demais profissionais que estavam no estúdio.

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