Guilherme critica diretoria por desmanche; Marlone culpa 'sistema'

Guilherme critica diretoria por desmanche; Marlone culpa 'sistema'

Por Meu Timão

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Em coletivas, a dupla de meias do Timão comentaram o desmanche da equipe

Em coletivas, a dupla de meias do Timão comentaram o desmanche da equipe

Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians

Após uma temporada abaixo da média, o Corinthians vive um período de reformulação de sua equipe após desmanche do elenco campeão brasileiro no ano passado. Com isso, os meias alvinegros Guilherme e Marlone se posicionaram sobre o ano turbulento. Enquanto o primeiro culpou a diretoria do clube, o camisa 8 preferiu colocar a situação à cargo do “sistema”.

"Eu não estou aliviado de estar nessa posição, não. O grupo que temos, a quantidade de jogos que tivemos na mão e não vencemos... Claro que isso acontece com todos, mas não sinto alívio”, comentou Guilherme durante entrevista coletiva no CT Joaquim Grava, nesta segunda-feira.

“Sou um cara vencedor, vim para um clube vencedor, meus companheiros são vencedores, como vou ficar aliviado? Mas se 30 pessoas de um clube vão embora e outras 30 chegam é uma situação atípica", completou o meia, destacando saídas do clube como fator decisivo da irregularidade do time.

Compartilhando opiniões com o companheiro de posição, Marlone não tirou a responsabilidade dos maus resultados em campo da atual equipe corinthiana. "Nossa cabeça não tem esse alívio, não. Quando estávamos aqui víamos o Corinthians lá em cima e chegamos aqui com essa responsabilidade. Poderíamos estar numa classificação melhor. Mas teve muitas mudanças durante o ano, o que não nos tira a responsabilidade. Tudo o que aconteceu demora um tempo para firmar. Mas vamos pegar nossa última ficha para tentarmos a classificação à Libertadores", declarou.

Ainda sobre as irregularidades em campo, o meia classificou o desmanche alvinegro como consequência do sistema do futebol. Para Marlone, times grandes e campeões como o Corinthians tendem a receber propostas por seus jogadores com maiores proporções.

"Uma marca como o Corinthians desperta atenção depois de um ano como foi 2015. Quando você se destaca no Corinthians é normal virem propostas, é o sistema que funciona assim. Mas o normal do Corinthians não é estar onde estamos hoje, e seria sim lá em cima, brigando por título. É a grandeza, a história do clube, torcida acostumada com coisas grandes. Mas nós tivemos oscilações durante o campeonato, a gente sabe que o normal não seria o que estamos brigando agora, mas espero que possamos aprender muitas coisas que aconteceram esse ano para entrar no ano que vem mais preparados e melhores”, finalizou.

Veja mais em: Marlone, Guilherme e Mercado da bola.

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