Clayson fala em esforço para aumentar resistência, melhorar finalização e evitar brigas

Clayson fala em esforço para aumentar resistência, melhorar finalização e evitar brigas

Por Andrew Sousa, Lucas Faraldo e Rodrigo Vessoni, no CT Joaquim Grava

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Clayson tem trabalhado para melhorar fundamentos com e sem a bola

Clayson tem trabalhado para melhorar fundamentos com e sem a bola

Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Desde que chegou ao Corinthians, Clayson apresenta mais dificuldades físicas do que técnicas. Em 2017, inclusive, era substituído em grande parte dos jogos que iniciava, pelo cansaço de marcar e atacar pelos lados. Em 2018, a evolução do atacante foi notória, mas ele quer mais.

"Melhorei muito a questão da parte física desde que cheguei. É uma posição complicada, somos os que mais correm ali, junto dos volantes. Então desgasta muito, mas eu melhorei bastante. Minha finalização, meu término de jogada, venho trabalhando bastante para isso e espero evoluir cada vez mais e corresponder em alto nível e sempre podendo ajudar o Corinthians por 90 minutos", afirmou, durante media day nesta quarta-feira.

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As atividades diárias do atacante, é claro, não são voltadas apenas à parte física. Drible, passe e finalização, sobretudo, também são muito trabalhados. O chute a gol, inclusive, é um dos pontos mais questionados pela torcida. E o camisa 25 tem uma justificativa para o baixo aproveitamento.

"Se você pegar para analisar um treino de finalização aí, eu sou um dos caras que finaliza muito bem. Só que chega no jogo, corre pra lé e para cá, a perna está cansada, dá um drible e pega errado, mas eu estou evoluindo. Tem muitos momentos que não é força, é jeito", explicou.

Na final do Paulistão, não foi nem o cansaço e nem a finalização que chamou atenção negativamente: foi o destempero. Novamente envolvido em confusão, o atacante foi expulso e desfalcou a equipe na segunda partida diante do Palmeiras. O psicológico também tem sido trabalhado por Clayson, mesmo admitindo que dificilmente vá mudar.

"É verdade (preciso evoluir nisso). Mas ali dentro de campo eu vivo o jogo, vivo o momento. Eu sou um cara que não gosto de perder, defendo a minha camisa do começo ao fim, então se eu achar que tenho que brigar pelo que é certo dentro de campo, eu vou brigar sim. Mas é sempre procurando o melhor para o Corinthians", pontuou.

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