Carlos

27 anos , de Belo Horizonte

Carlos Alessandro

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Última interação no site em 31/10/2015 às 06h42

  • Carlos

    Carlos postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Palmeirense na infância,revelado pelo Corinthians e encantou-se com o Galo"

    há 3 anos

    Ídolo do Atlético, Marques foi um dos destaques do Campeonato Brasileiro de 1999, que terminou com o Corinthians campeão logo contra o Galo. Curiosamente, o ex-atacante foi revelado pelo Timão, mas fez história mesmo no Alvinegro de Minas Gerais. Sua ligação com o clube é tão forte que ele hoje reside em Belo Horizonte, embora seja natural de Guarulhos, onde ainda vive a sua família palmeirense. Em entrevista à Gazeta Esportiva, o ex-jogador revelou o passado alviverde e ainda reforçou a torcida pela equipe de Levir Culpi na atual decisão nacional.

    &Ldquo;Meu pai torcia pelo Palmeiras. Então, enquanto menino, fui palmeirense. Quando entrei no Corinthians, com 12 para 13 anos, eu me transformei em corintiano. Não é demagogia, não sei se estava naquela fase de poder mudar de time, porque criança tem essas coisas. Assim que entrei no clube, comecei a me identificar com os amigos. Depois de treinar, ia assistir ao time profissional. Adorava ficar uma meia horinha lá. Tinha o sonho de um dia estar ali. Então, fui corintiano com muito amor enquanto vesti a camisa”, garantiu.

    Marques não virou a casaca apenas uma vez. “Hoje, torço muito pelo Atlético. É o Galo que preenche a minha paixão pelo futebol. A torcida tem um carinho inimaginável por mim. É muito legal esse reconhecimento. Fui ídolo do time em um momento difícil, sem estrutura adequada, lugar para treinar, saindo pela cidade procurando um campinho, e os salários eram atrasados. Conseguir trazer um jogador de ponta para o clube era quase impossível”, recordou.

    Antes de chegar ao Atlético, Marques ainda defendeu o Flamengo a contragosto, em 1996, e acabou emprestado ao São Paulo no ano seguinte a pedido do então iniciante técnico Muricy Ramalho. O atacante sofreu com lesões e não conseguiu se firmar no Tricolor. “Aí, veio o convite do Galo em um momento em que buscava alavancar minha carreira. Diria que foi um tiro no escuro, mas queria enfrentar. Tinha tudo para não dar certo. O time foi formado faltando dois dias para o início da competição. Estranhamente, o negócio fluiu. A partir do primeiro ano, recebi muito carinho da torcida no Mineirão. Criaram até música. Foi um amor à primeira vista”, brincou.

    Laços com o Atlético

    O segundo amor – o primeiro foi o Palmeiras – de Marques, no entanto, era outro. O ídolo atleticano chegou a dizer que desejava se aposentar pelo Corinthians quando despontou no Terrão. Entretanto, em um dia bastante emotivo, pendurou as chuteiras pelo Galo em 2010. “Com a camisa do Atlético-MG, fiz 386 jogos. Sou muito grato por toda a base que o Corinthians me forneceu, por ter me criado como atleta profissional e me mostrado os caminhos. Mas a minha carreira evoluiu de uma forma positiva em outro lugar. Fiquei muito feliz de ter me aposentado no Galo. Tive três passagens (1997-2002,2005-06,2008-10), e sempre foi o meu porto seguro, a minha casa, tanto é que fiquei em Belo Horizonte. Meus laços foram criados aqui”, discursou o ex-atacante.

    Marques já começara a pensar assim em dezembro de 1999. Agora se dizendo “calejado” porque havia enfrentado o Corinthians anteriormente, por Flamengo e São Paulo, o principal jogador do Atlético naquela final de Campeonato Brasileiro foi instigado pelo jornal A Gazeta Esportiva a enaltecer a sua ligação com o Timão. “Falei isso em 94?”, perguntou à reportagem, rindo, quando questionado sobre os planos de encerrar a carreira no clube do Parque São Jorge.

    Aquele confronto com o Corinthians pelo Atlético, contudo, foi mais breve do que ele esperava. O jogador sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda no início da primeira das três partidas da final de 1999, vencida pelo Galo por 3 a 2, no Mineirão. O baque foi tamanho que Humberto Ramos, técnico atleticano na época, comparou Marques a Messi e a Neymar em uma conversa com a Gazeta Esportiva.

    &Ldquo;Imagine o Barcelona na Champions League. Eles têm um jogo importante contra o Bayern de Munique, e o Messi não joga e entra o Pedro. Para nós, foi mais ou menos isso. Ele era uma referência no elenco. A ausência foi um dos fatores fundamentais para não termos conseguido a vitória no último jogo. Nunca vai dar para saber, mas tenho a convicção de que, se o Marques estivesse em campo, não perderíamos aquele título. Todos dependíamos dele, e não havia substituto à altura. Sinceramente, ele era muito mais essencial para nós do que o Neymar é para a Seleção”, alardeou Humberto, criticado por apostar em Curê como substituto no segundo jogo com o Corinthians (2 a 0 para o adversário). No terceiro (0 a 0), o escolhido foi Lincoln.

    Marques até hoje se lamenta. “Era um campeonato muito massacrante, com jogos difíceis a toda hora. Infelizmente, a perna falhou no momento decisivo. Já sabia que não poderia disputar as outras partidas. Embora tivesse feito tudo o que era possível, era uma lesão muscular muito forte, no posterior da coxa. Tentamos até algumas novidades médicas, tomei infiltração, fiz loucuras para poder jogar. Mas tive que respeitar o músculo, que se curaria com o tempo”, resignou-se, dizendo que sentiu “uma mistura de frustração, tristeza e raiva” em 1999. “Era o momento mais importante da história do clube até então, e eu tinha uma importância considerável na equipe, sabia que ela sentiria. No dia da última partida, fiz um teste para ver se dava, mas a perna estava arrebentada. Esse foi o grande drama da minha carreira.”

    O drama se tornou maior porque o Atlético amargou o vice-campeonato. Na segunda partida da decisão, Marques foi flagrado pelo jornal A Gazeta Esportiva na segunda fileira de uma cabine do Morumbi, ao lado de dirigentes e torcedores do Galo. “Parecia mais um garoto, com o boné virado para trás. A tensão aumentou quando Luizão fez o primeiro gol. Aí, a cada ataque, ele se levantava da cadeira, como para empurrar o grupo”, descreveu o periódico, para quem o atleta falou com saudosismo sobre o Corinthians após olhar para as arquibancadas do estádio. “A torcida empurra o time.”

    Dezesseis anos depois, Marques também quer empurrar um Alvinegro para o título nacional. “É difícil, mas a história do Atlético se confunde com essas nuances ‘impossíveis’. A turma não costuma jogar a toalha até que, matematicamente, não tenha mais chances”, acreditou, antes de desassociar a “final” de 2015 àquela de 1999. “Hoje, os times são muito parelhos. Em 99, a disparidade era muito grande. Éramos um time de 12,13 atletas que podiam manter o nível. O Corinthians tinha um esquadrão. Aquele foi um momento único, conseguimos jogar a final mesmo com todas as dificuldades, mas o futebol brasileiro é muito ingrato, prioriza só o primeiro lugar. Mesmo sem o título, deixamos 18 concorrentes para trás”, ressaltou.

    Marques fala com a propriedade de quem já trabalha como comentarista esportivo. Após a sua aposentadoria, ele chegou a ingressar na política, como deputado estadual pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), com a segunda votação mais expressiva de Minas Gerais. Nas últimas eleições, não conseguiu se eleger. E parece já não contar com votos de corintianos pelo País caso retome a carreira de parlamentar. “Se o Campeonato Brasileiro acabar assim, vou ficar muito triste pelo Galo. Tenho todo um carinho pelo que o Corinthians fez na minha vida, mas gosto muito do Atlético. Não ficaria com a alma lavada se o Corinthians ganhasse”, avisou o ex-palmeirense, às vésperas do jogo decisivo de domingo, no Independência.

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  • Carlos

    Carlos postou em Humor, no tópico "Força ao America MG - Vergonha aos Pateticanos"

    há 3 anos

    América-MG é o melhor de minas, todos Cruzeirense e atleticano são chatos igual Palmeirense.

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  • Carlos

    Carlos postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "milton neves lixo e patético mineiro"

    há 3 anos

    As galinha tem que arranjar um pasto pra bater as pelada e deixa a casa do América!Milton-boi sonso.

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  • Carlos

    Carlos postou em Humor, no tópico "Ai mim deu medo em!"

    há 3 anos

    Até a Infração passou na frente do vascaído!

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  • Carlos

    Carlos postou em Humor, no tópico "Ai mim deu medo em!"

    há 3 anos

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  • Carlos

    Carlos comentou na notícia: "Love deixa nas mãos da diretoria, mas abre portas do Timão para Pato"

    há 3 anos

    Que novidade!

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  • Carlos

    Carlos postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Será Que Gosta?"

    há 3 anos

    Notícias em destaque

    ESPN.com.br

    Álbum de ouro do futebol mundial tem só Corinthians e Flamengo do Brasil

    A Panini irá lançar no Brasil um álbum de figurinhas especial com os clubes mais tradicionais do mundo do futebol.

    A coleção será chamada de 'Fifa 365: o Álbum Dourado do Mundo do Futebol' e deverá ser lançada em breve. No site da Panini já é possível ver a lista de cromos.

    Apesar de uma sessão dedicada aos campeões do Mundial de Clubes - onde Internacional e São Paulo estão presentes -, só Corinthians e Flamengo estão no álbum com figurinhas de jogadores.

    Outros times que possuem cromos no álbum são Real Madrid, Barcelona, Ajax, Anderlecht, Paris Saint-Germain, River Plate, Boca Juniores, entre outros.

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  • Carlos

    Carlos postou em Humor, no tópico "Duplo sentido nessa manchete kkk"

    há 3 anos

    Ai dar!duro de engolir!tem que ser Bambis!

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  • Carlos

    Carlos comentou na notícia: "Eliminado pelo Palmeiras, Internacional reclama de título corinthiano"

    há 3 anos

    Viraram não, sempre foi motivo de chacota!

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  • Carlos

    Carlos comentou na notícia: "Mano se empolga em comemoração e faz nova versão do Leke Leke"

    há 4 anos

    Ahah!

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