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Félix Rodrigues de Lima

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Posts e comentários do Félix

Última interação no site em 23/10/2020 às 14h29

  • Félix

    Félix comentou no post: "Vagner Mancini faz algo muito importante para a torcida do Corinthians"

    há 2 dias

    Mancini sabe o valor da transparência e pratica isso, diferente da chapa do presidente que por anos se autointitula 'transparência' e não é assim de fato. Enquanto o Andrés se diz transparente, Mancini não apenas cita, mas pratica.

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 2 dias

    Ah, esse é o Who Scored, mas é só em inglês

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Bem, tem alguns apps para obter esses dados, como o 365 scores e o SofaScore...agora essas faixas amarelas não são meus, é basicamente os donos do site que assim o fazem quando percebem que um determinado tópico está sendo bem visualizado ou possui a tendência de visualizar, como tem sido o meu caso, valorizando quem escreve ao mesmo tempo em que valoriza o próprio site.

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  • Félix

    Félix comentou no vídeo: "Olha os 'truques' de Mancini para Corinthians vencer o Vasco | E um grande problema"

    há 3 dias

    E pensar que muitos analistas rechaçaram a escalação e abordagem do Mancini...engoliram em seco!

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  • Félix

    Félix postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "E se revezassem os goleiros por campeonato?"

    há 3 dias

    Há tempos que o torcedor quer isso, mas o peso do nome e do dinheiro infelizmente sempre falou mais alto.

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Valeu pelo feedback, cara! Grato pela explicação!

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Obrigado pelo feedback! É que vi muito uma linha de 4 no ataque. Mas realmente faz sentido quando se lembra que nem sempre os meias jogavam aberto e que nem sempre era Cazares e Mantuan a irem na área, daí a má interpretação minha! Grato!

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Cacilda! Bem lembrado!

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Boa pergunta. Existe uma tendência em enfatizar que centroavante só faz gol de cruzamento, o que não é verdadeiro. Sempre acreditei que, uma vez que o time é ruim pra cruzar, dá certo chegar a bola até a área para o centroavante chutar. Boselli sempre preferiu assim, por mais que seja bom em cabeceio...e lembre-se de que Léo Natel, além de meia esquerda, é centroavante, então creio ser apenas um ponto de vista de treinador que acredito ser perfeitamente mudável. Por outro lado, Mancini provou que o Corinthians pode jogar sem centroavante.

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  • Félix

    Félix postou em Análise dos jogos, no tópico "Análise do jogo Vasco e Corinthians: nó tático"

    há 3 dias

    Esse jogo pode ter sido um divisor de águas no âmbito estratégico. Mancini fez alterações bem específicas que mostraram um estilo muito específico. Dentro de uma abordagem ofensiva, vimos jogadores muito dispostos a esquecer o último jogo mostrando as suas qualidades.

    O time veio bem modificado. Sem nenhum centroavante, vimos um time com muito mais mobilidade e presença de área, sufocando o adversário, mas ao mesmo tempo tomando sufoco também devido a descida dos laterais. Vamos ver os detalhes do jogo.

    PRIMEIRO TEMPO

    É preciso salientar o nível tático do time. Mancini, inteligentemente, colocou um 4-4-2 sem centroavante e gerando às vezes um 4-2-4 em ataque, com os volantes e meias com características extremamente polivalentes: Ramiro, que é volante, podia trocar de posição com Éderson; Vital podia trocar de posição com Mantuan e Cazares; Xavier também podia trocar com Éderson; Cazares, naturalmente, podia fazer a transição pelo meio. Nenhum volante e meia ficava fixo numa área do campo. Várias vezes Ramiro virou centroavante. E Xavier várias vezes tirou a bola da defesa.

    Os primeiros minutos foram das duas equipes se estudando. Corinthians criou algumas chances com Mantuan e Ramiro. Vasco criou fortes perigos, uma delas quase Cássio falhou ao largar uma bola defensável. Mas foi no lance seguinte, após o escanteio, saiu o gol, de Gustavo Mantuan – o nosso representante da Seleção Sub-20 – que foi premiado com o primeiro gol pelo Corinthians, criado por ele próprio, num contra-ataque fulminante e com assistência de Cazares, aproveitando a falha defensiva.

    Defensivamente, vimos algumas vezes a quebra de linha na nossa defesa, o que foi preocupante. Talles Magno e Ribamar quase fizeram gols devido a essas falhas.

    O mapa de calor revela o quanto o Vasco jogou atrás e o Corinthians ocupou o meio-campo – embora houvesse a necessidade de puxar mais a linha de ataque com os volantes. Mas parte disso é explicado pela descida dos laterais que desguarneciam a defesa e consequentemente a linha do meio-campo. E no mapa com pontos, podemos ver que tanto o Corinthians quanto o Vasco foram agressivos: 7 chutes do Vasco e 8 do Corinthians, sendo que, no gol, foram 5 do Vasco e 2 do Corinthians – o outro chute foi do Cazares aos 32 do primeiro tempo num chute facilmente defendido. Esses 5 chutes do Vasco foram todas dessas quebras de linha de defesa que falei a pouco.

    SEGUNDO TEMPO

    No início houve chances dos dois lados, mas houve certo perigo quando o Vasco aproveitou a descida do Fábio Santos e contra-atacou pela direita e cruzando com perigo para Magno, que dividiu com Cássio. Noutro lance, deixaram Ribamar (se não me engano) com liberdade pra finalizar com perigo na trave, deixando Mancini muito irritado. Houve dois gols do Corinthians corretamente anulados, mas um pênalti questionável.

    E a falta de preparo físico nos puniu: apesar de ainda sermos insinuantes na área, houve contra-ataques com frequência do Vasco. O gol do Ribamar, de letra, foi numa cobrança de escanteio com Ribamar se infiltrando ali.

    As substituições de Mancini foram pensadas em contra-ataques efetivos. O tempo todo ele pedia pra adiantar as linhas mais à frente para tanto, mas Vasco se aproveitava de um Fagner cansado e atacava. Tanto que aos 37 do segundo tempo o Fagner demorou meio mundo pra voltar, deixando só Marllon, Gil e Fábio Santos pra defender. E num escanteio, numa falha de Gustavo Silva, o lado direito de Fagner ficou exposto, mas o próprio Gustavo corrigiu a falha. Mas no finalzinho, Everaldo corre sozinho e faz um golaço num desvio de Henrique, encobrindo o goleiro.

    RESUMO DO JOGO

    Olhem só nesse mapa com pontos o quanto o Vasco (laranja) nos agrediu. Mas o mais interessante é que o Corinthians finalizou muito na área – antes, com Coelho, essas finalizações mal existiam. Ressaltei no último artigo do jogo contra o Flamengo o quanto o time evoluiu no ataque – e nesse jogo ficou muito evidente isso.

    E outro grande mérito está nas interceptações: o Corinthians interceptou 12 vezes – Éderson e Marllon 2 vezes, e tirando Luan, Gustavo Silva, Mantuan, Xavier e naturalmente Cássio, o resto da equipe interceptou uma vez. Vasco só interceptou 5 vezes.

    Fagner, que passou 50 vezes a bola, concentrou a maioria de seus passes na defesa devido ao recuo no segundo tempo; Fábio Santos idem. Ramiro, Cazares e Xavier interagiram muito nos passes, gerando toda a blitz. Vital era o mais agraciado com isso, e ele novamente jogou muito bem.

    Há um detalhe crucial a ser dito: Mantuan, que jogou quase todo o jogo, passou a bola apenas 13 vezes, Everaldo passou a mesma quantidade. Isso se deve ao fato de, novamente, terem explorado mais o Cazares e o Vital – isso deve ser corrigido, igualando o máximo possível o passe entre os jogadores, evitando a previsibilidade e consequentemente a perca de bola.

    CONCLUSÃO

    Pegamos um time em crise, com jogadores sentindo de última hora, mas com forte ataque e mobilidade na defesa. O trunfo do Mancini se deu ao não jogar com centroavantes – e não colocou nenhum deles no segundo tempo –, pondo jogadores que trocam de posição o tempo todo. Pessoalmente, queria que colocasse o Araos ao invés do Gustavo Silva, e Roni no lugar de Camacho, fortalecendo o contra-ataque. E Luan fez outra partida excelente, jogando na sua posição verdadeira. Marllon e Gil jogaram bem, apesar de alguns erros: fizeram o que deveria ser feito e foram seguros em lances capitais.

    Com paciência e preparo físico, podemos ser uma equipe altamente competitiva. Ainda acredito em uma equipe aguerrida. Esse jogo provou que podemos jogar sem um centroavante, e também provou a polivalência de muitos jogadores. Por isso foi um nó tático: porque o inesperado fez a diferença, porque um time que armou com um 4-3-3 com boa recomposição defensiva não esperava essa polivalência dos jogadores. Que continuemos assim.

    VAI, CORINTHIANS!

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