Gustavo
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34 anos , de Conceição do mato dentro

Gustavo Cardoso de Souza

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Sou um corinthiano por opção, por paixão... corinthiano até morrer...

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Chupa Dudu! kd o chapéu?"

    há 5 anos

    chupa dudu!
    não falou que iria tirar o chapéu se fizesse gol? Tira agora miniatura...

    Tira o chapéu pra 1800 corinthianos presentes e um time de guerreiro.

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Que narrador é este da FOX SPORTS!"

    há 5 anos

    O cara é show de bola! Melhor narração de um jogo do Corinthians.

    VAI CURINTHIANS!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Dudu promete tirar o chapéu se fizer gol"

    há 5 anos

    É isso mesmo, Dudu promete tirar o chapéu se fizer gol contra Corinthians ou São Paulo.

    Tite! Cola o Ralf nele e mostra quem é Corinthians.

    Ferro nele, moleque folgado.!

    Vai Corinthians!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Para renovar, Guerrero pede 30% menos do que espera ganhar no exterior"

    há 5 anos

    Guerrero cedeu um tiquinho na negociação para renovar contrato com o Corinthians. O jogador havia pedido US$ 7 milhões de uma só vez a título de luvas, e o clube ofereceu US$ 5 milhões. Na última reunião com a direção alvinegra, Bruno Paiva, um dos agentes do peruano, informou que o atacante aceitaria os US$ 5 milhões de luvas, desde que os US$ 2 milhões restantes fossem diluídos no contrato.

    Ou seja, Guerrero não topou diminuir o valor total que receberia pelo novo acordo. Ele apenas facilitou o pagamento e ainda aguarda uma definição do Corinthians.

    Assim, definiu que precisa diminuir eventuais perdas caso prefira seguir em seu time atual. Então, aceita no máximo receber 30% menos em relação ao que ganharia para jogar nos Emirados Árabes, de acordo com proposta que o jogador afirma ter. O valor total pedido por ele já coincide com essa diferença.

    #VAI CORINTHIANS!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Gil, Gamarra negro!"

    há 5 anos

    Calma? Porque? O gol desde o ano passado vem sendo o jogador mais regular do brasileiro.

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Gil, Gamarra negro!"

    há 5 anos

    Se for pra seleção vamos perde-lo. Nega seleção Gil, Monstro!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Gil, Gamarra negro!"

    há 5 anos

    O Melhor zagueiro do Brasil!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Emirates Arena ou Arena Emirates? o q acharam do acordo?"

    há 6 anos

    Bom dia galera, se a notícia for realmente verdade, seria um ótimo acordo para o Timão, o que vocês acham disso tudo? Opinem...

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Desde 1º de setembro de 1910, todos os dias são especiais "Mauro Beting""

    há 6 anos

    O cara é palmares doente, mas até ele se rendeu ao Corinthians, e concordo com ele em tudo, afinal, aqui É CORINTHIANS!

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  • Gustavo

    Gustavo postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Desde 1º de setembro de 1910, todos os dias são especiais "Mauro Beting""

    há 6 anos

    É hoje. Será sempre.

    Este texto escrevi há três anos. Vale ainda. Porque o Corinthians só ficou maior e melhor para os rivais. Para o corintiano, ele é o mesmo. Sempre foi. Ali é Corinthians.

    Será sempre assim. Até depois do fim do mundo que é deles. De novo.

    O Corinthians não precisa de data para celebrar. Só precisa de Corinthians.
    Pode parecer mesquinho para os outros, onanista, até. Mas isso é Corinthians para quem de fato importa – o corintiano. Basta existir.
    O fiel não precisa de jogo, de estádio, de adversário, de futebol, de campeonato, de gol, de vitória, de título.

    O corintiano só precisa do Corinthians para ser feliz.

    Só precisa de outro corintiano para fazer festa. Ele se encontra pela rua e confraterniza como se visse um Luisinho, um Marcelinho, um Neco, um Neto, um Rivellino, um Sócrates, um Wladimir, um Cláudio, um Biro-Biro, um Zé Maria, um Basílio, um Gilmar, um Brandão, vários Ronaldos. Um ídolo. Um corintiano. Que não precisa ser craque, pode até ser bagre. Desde que saiba que a camisa não é um símbolo. É tudo. É Corinthians.

    Não é um bando de loucos. É um corintiano. Definição precisa e perfeita. Completa e complexa. Mas simples como um torcedor que ama o time como ama a família. Se não torce de fato mais pelos 11 que jogam por todos que pelos entes queridos. Afinal, é tudo do ente. É tudo doente. É tudo Timão.

    O Corinthians não é a vida de um corintiano.
    Antes de ser gente ele é Corinthians.
    Por isso tanta gente é Corinthians. Num Brasil imenso e injusto socialmente, o campeão dos campeões paulistas é dos maiores fatores de inclusão, justiça e igualdade no país.

    Não por acaso é nação dentro deste continente que foi dele em 2012, deste mundo que é dele desde então. Tem regras complicadas, tem razões malucas, tem paixões regradas. Tem de tudo e tem para todos no Parque São Jorge. Na casa por usucampeão Pacaembu. No Morumbi tantas vezes palco das festas. No Maracanã invadido em 1976, campeão mundial em 2000. No Japão reconquistado em 2012. Em Itaquera construída. Nas tantas praças brasileiras que viraram casas corintianas em títulos e troféus. Até mesmo nas dores que não murcharam amores. Até mesmo nas vergonhas nos gramados e nos sem-vergonhas das tribunas e tribunais, o Corinthians sempre soube ganhar como raros, e até soube perder como poucos. Mesmo perdendo a cabeça e perdendo o juízo. Mas jamais perdendo o coração.
    Doutor, eu não me engano, mesmo que meu coração seja o oposto do corintiano, não há nada que bata tanto e por tantos como esse que se diz maloqueiro e sofredor, graças a Deus!

    Esse prazer de eventualmente sofrer é exclusividade alvinegra. Esse amor não se explica. É um presente. É um dom. É uma doação, mesmo quando mais parece uma danação. É sina que não se explica, que fascina até quem não é, até quem não gosta. Não sei explicar o Corinthians. Nem os corintianos conseguem.
    Mas nada disso é preciso. O que importa é que sempre haverá no estádio e em cada canto um fiel. Um estado de espírito alvinegro. Um torcedor que acredita sem ter por que; que torce sem ter por quem; que joga sem ter com quem.

    Listar os títulos corintianos não é fácil. Mais difícil é compreender um torcedor que até se orgulha dos fracassos. Até na segunda dos infernos. Em 2008, vi gente acreditando como sempre desde 1910. Vi fiel não abandonando. Não parando. Acreditando. Corintianando.
    Fiel pode até ser rebaixado – mas não se rebaixa. Raros sabem perder e ganhar como nenhum outro jamais venceu.
    Ainda mais raros (embora muitos) nasceram sabendo que quem ama não perde. Podem até ter times melhores. Mas mais amados?
    Nestes 103 anos, não conheço igual.
    Até porque este domingo não é um dia especial.
    Desde 1º. De setembro de 1910, todos os dias são especiais.
    Todos são dias de Corinthians.

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