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Timão empata com o Palmeiras em jogo de pouca inspiração na Neo Química Arena

Timão empata com o Palmeiras em jogo de pouca inspiração na Neo Química Arena

Jhony Inacio / Meu Timão

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Clássico truncado

Corinthians se segura com dois a menos e empata Dérbi truncado pelo Brasileiro

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O Corinthians entrou em campo neste domingo pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em duelo disputado na Neo Química Arena, o Timão empatou com o Palmeiras por 0 a 0 e segue sem triunfar no torneio nacional.

A primeira etapa foi marcada por um jogo truncado e de forte intensidade física entre as equipes, que tiveram dificuldades na criação ofensiva, com muitas faltas e pouco tempo de bola rolando. O Timão tentou controlar a posse, mas encontrou obstáculos para avançar no ataque. As melhores chances vieram em finalizações de longa distância, sem grande perigo. O embate seguiu tenso após a expulsão de André Luiz por gesto obsceno, mantendo a pouca criatividade no clássico.

O segundo tempo foi marcado pela resistência do Corinthians mesmo com inferioridade numérica diante do Palmeiras. A equipe alvinegra chegou a atacar com perigo em alguns contra-ataques, mas teve dificuldades para sustentar a posse. O rival controlou o jogo, porém encontrou obstáculos para furar o sistema defensivo rival. A expulsão de Matheuzinho ampliou o cenário adverso para o Timão. Ainda assim, a defesa comandada por Diniz se manteve sólida e segurou o empate até o fim.

Com o resultado, o Corinthians estaciona nos 11 pontos conquistados e segue na 16ª posição da tabela do torneio nacional. O tropeço amplia o jejum da equipe, que não vence há oito partidas pelo Brasileiro, já que o último triunfo ocorreu em 19 de fevereiro, diante do Athletico-PR, na Arena da Baixada.

Anota aí, Fiel! - O Corinthians volta a campo na próxima quarta-feira, 15, para encarar o Santa Fe, da Colômbia. O confronto, válido pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, acontece às 21h30, na Neo Química Arena.

Escalação

Para o confronto, Fernando Diniz terá uma série de desfalques. Além de André Ramalho, suspenso pelo acúmulo de cartões , a comissão técnica do Corinthians enfrenta baixas principalmente por questões médicas. As novidades na lista de ausências são o zagueiro João Pedro Tchoca, com dores no púbis, o lateral-direito Pedro Milans, que sofreu entorse no tornozelo esquerdo, o volante Charles, com problema no calcanhar direito, e Fabrizio Angileri, que apresenta um estiramento no músculo posterior da coxa esquerda. Somam-se a eles os atletas que seguem em recuperação:

  • Memphis – tratando uma lesão muscular na parte anterior da coxa direita;
  • Gui Negão – estiramento de grau 2 no músculo posterior da coxa direita;
  • Kaio César – lesão no músculo posterior da coxa direita;
  • Hugo Farias – em recuperação de uma artroscopia no menisco lateral do joelho direito.

Com isso, Diniz mandou o seguinte time a campo: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Yuri Alberto.

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No banco de reservas, estiveram à disposição: Kauê, Vitinho, Pedro Raul, André Carrillo, Matheus Pereira, Allan, Zakaria Labyad, Luiz Gustavo Bahia, Iago Machado, João Vitor 'Jacaré', Dieguinho e Jesse Lingard.

Já o Palmeiras, comandado pelo auxiliar-técnico João Martins, que substitui o suspenso Abel Ferreira, escalou um time composto por: Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Murilo e Khellven; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan e Mauricio; Sosa e Flaco López.

O jogo

Primeiro tempo

O Corinthians iniciou o confronto com a proposta de valorizar a posse de bola desde o setor defensivo, buscando construir as jogadas com passes curtos. A equipe tentava acelerar o ritmo quando encontrava espaços, adotando uma estrutura em 2-3-4-1. Nesse sistema, os laterais avançavam como alas, ampliando o campo ofensivo. Raniele recuava entre os zagueiros para facilitar a saída de bola e dar mais segurança na construção.

O início da partida foi marcado por um jogo truncado e de muita intensidade física. Em apenas três minutos, quatro faltas já haviam sido cometidas, além de discussões constantes entre os jogadores. O ritmo da partida ficou prejudicado, com pouca bola rolando. Tecnicamente, o duelo apresentava baixo nível, com dificuldades claras das equipes em organizar jogadas ofensivas.

O time comandado por Fernando Diniz tentou sua primeira investida ofensiva aos nove minutos. Em jogada construída no campo de ataque, Bidon encontrou Matheus Bidu pelo lado esquerdo da área. O lateral tentou dominar, mas acabou cometendo falta em Giay no momento da disputa. A jogada, que poderia gerar perigo, foi interrompida rapidamente pela arbitragem.

Na sequência, o cenário do jogo pouco se alterou, mantendo o padrão de muitas faltas e disputas intensas no meio de campo. As equipes adotavam uma postura mais física, o que resultava em constantes interrupções. A criatividade ofensiva seguia limitada, com poucas jogadas trabalhadas e dificuldades na progressão ao ataque.

O confronto continuava tenso, com ambas as equipes tentando aproveitar erros pontuais do adversário. O primeiro chute a gol do clássico surgiu nesse contexto. Aos 20 minutos, Yuri Alberto recebeu na intermediária esquerda e arriscou de longe, finalizando no centro do gol. A tentativa, no entanto, não levou perigo e foi defendida com tranquilidade por Carlos Miguel.

A equipe rival só conseguiu levar perigo leve aos 28 minutos. Andreas Pereira cobrou uma falta rasteira pelo lado direito do ataque, tentando encontrar companheiros que se movimentavam na área. A defesa corinthiana, atenta, conseguiu afastar o lance sem maiores dificuldades, mantendo o placar inalterado.

O Corinthians respondeu pouco depois, aos 30 minutos, em uma jogada pelo lado esquerdo. Matheus Bidu acionou Yuri Alberto, que avançou até a lateral da área. O camisa 9 tentou a finalização, mas acabou chutando mascado, com a bola saindo pela linha lateral do lado oposto. A jogada refletiu a dificuldade ofensiva da equipe.

Com o passar do tempo, o clima na Neo Química Arena se tornou ainda mais tenso. As disputas no meio-campo ficaram mais acirradas, e o número de faltas aumentou consideravelmente. O jogo seguiu fragmentado, com constantes paralisações e pouca fluidez. A intensidade física continuava sendo o principal destaque da partida.

O momento mais crítico aconteceu aos 35 minutos, após uma disputa entre André Luiz e Andreas Pereira. O jogador corinthiano protagonizou um gesto obsceno, o que levou o árbitro Flávio Rodrigues de Souza a ser chamado pelo VAR. Após a revisão, o volante recebeu cartão vermelho direto, deixando o Corinthians com um a menos em campo.

Mesmo com a desvantagem numérica, o Corinthians ainda tentou agredir o adversário. Aos 37 minutos, Garro cobrou falta na área e encontrou Gabriel Paulista. O zagueiro tentou fazer o desvio para Yuri Alberto na pequena área, mas a bola acabou saindo pela linha de fundo. Foi uma das raras tentativas mais organizadas da equipe.

Nos minutos finais da primeira etapa, o equilíbrio permaneceu entre as equipes. As disputas físicas seguiram intensas, resultando em cartão amarelo para Matheuzinho após falta em Khellven. Com pouca inspiração ofensiva de ambos os lados, o primeiro tempo se encerrou sem gols, refletindo um clássico marcado mais pela intensidade do que pela qualidade técnica.

Segundo tempo

O Corinthians retornou do intervalo sem alterações promovidas por Fernando Diniz, mantendo a proposta adotada na primeira etapa. Mesmo com um jogador a menos, a equipe buscava controlar a posse de bola e acelerar quando encontrava espaços. A prioridade era evitar que o rival criasse chances claras. Do outro lado, o Palmeiras tentava usar a vantagem numérica para se impor.

Apesar da inferioridade, o primeiro ataque foi do Timão logo no primeiro minuto. Kayke arriscou de fora da área e exigiu boa defesa de Carlos Miguel. Na sequência, Gabriel Paulista apareceu na área após lançamento e tentou um voleio. A finalização, no entanto, saiu fraca e foi defendida sem dificuldades pelo goleiro adversário.

O Palmeiras respondeu aos três minutos, em jogada ensaiada de escanteio pelo lado direito. Maurício recebeu passe de Allan na entrada da área e finalizou com força. A bola exigiu boa intervenção de Hugo Souza, que evitou a abertura do placar. Foi uma das primeiras chegadas mais perigosas da equipe visitante.

Nos minutos seguintes, o jogo seguiu equilibrado, com pouca criatividade ofensiva de ambos os lados. O Corinthians se fechava bem, tentando bloquear os espaços e explorar contra-ataques. No entanto, tinha dificuldades para encaixar transições rápidas. Já o Palmeiras mantinha a posse, mas encontrava resistência na marcação adversária.

Mesmo em cenário adverso, o Corinthians mostrava competitividade e buscava surpreender. Aos 14 minutos, Kayke fez boa jogada individual pela direita e superou a marcação. Ele acionou Breno Bidon no centro da área, que teve a chance de finalizar. Porém, Murilo apareceu bem para cortar e impedir a conclusão.

A resposta palmeirense veio dois minutos depois, novamente com Allan pela direita. O jogador driblou Matheus Bidu e cruzou para o meio da área. Gabriel Paulista afastou o perigo, mas houve contato com Flaco López, que pediu pênalti. A arbitragem, no entanto, mandou o jogo seguir.

Aos 20 minutos, o Corinthians quase marcou contra em lance dramático. Allan cruzou para a área, e Gabriel Paulista tentou fazer o corte. A bola acabou indo em direção ao próprio gol, no canto esquerdo. Hugo Souza fez uma defesa espetacular para evitar o gol e manter o empate.

A partida seguiu com muitos duelos físicos e constantes interrupções por faltas. Aos 25 minutos, o Corinthians sofreu outro duro golpe com mais uma expulsão. Matheuzinho se envolveu em confusão e acertou o rosto de Flaco López. Após revisão do VAR, o árbitro aplicou o cartão vermelho direto ao lateral.

Com dois jogadores a menos, o Corinthians precisou se reorganizar rapidamente. Diniz promoveu a entrada de André Carrillo no lugar de Garro, reforçando o sistema defensivo. O Palmeiras respondeu com mudanças ofensivas, colocando Luighi, Felipe Anderson e Arthur. As substituições buscavam aumentar a pressão no campo de ataque.

Mesmo em situação extremamente adversa, o Timão ainda encontrou espaço para contra-atacar. Aos 29 minutos, Bidon lançou Yuri Alberto pelo lado direito. O atacante avançou em velocidade e finalizou na entrada da área. Carlos Miguel fez mais uma defesa segura, evitando o gol alvinegro.

Apesar da ampla vantagem numérica, o Palmeiras tinha dificuldades para transformar posse em perigo real. As tentativas vinham, em sua maioria, de finalizações de longa distância. Flaco López e Sosa arriscaram, mas sem precisão. A melhor chance veio aos 35, em cabeceio do centroavante, defendido por Hugo Souza.

Na reta final, novas alterações foram realizadas pelas duas equipes, com Lingard substituindo Kayke e Evangelista no lugar de Marlon Freitas, buscando ajustar o ritmo da partida. O Corinthians reforçou sua estratégia defensiva, enquanto o Palmeiras seguiu tentando pressionar. Mesmo com uma finalização perigosa de Andreas que resultou em grande defesa de Hugo, o time alvinegro segurou o empate até os minutos finais.

Veja mais em: Corinthians x Palmeiras, Dérbi, Campeonato Brasileiro, Neo Química Arena, Resultados do Corinthians e Próximos jogos do Corinthians.

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589 Comentários Comentar >

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  • Comentários mais curtidos

    Locatelli Lucas #468

    Atitudes infantis assim podem custar uma vitória, uma classificação e um rebaixamento.

    Psicológico zero dos nossos jogadores.

  • Rafael Bertini #688

    André juvenil e Matheusinho estava cavando a expulsão desde o início, entrou na pilha de um post do porco

  • Todos os comentários (589)

    Juliane Bauer #9.810

    Empate ficou bom tamanho

  • Reginaldo Guedes #161

    Empatamos de forma heróica contra as pepas, aliás, mais uma vez a CBF, roubou o Corinthians escandalosamente. Ex: o maldoso gustavo gomes, deu uma cabeçada intencional e muito maldosa, por trás na nuca do rodrigo garro, o que o juís e o var fizeram? Absolutamente nada; o bandido flaco lopes, aplicou uma cotoveladda breno bidon e o que o juiz e o var fizeram? Novamente nada. O André luis, coçou o saco. Os jogadores do porco, maldosamente apontaram para o juiz que teria sido para eles, rapidamente o juiz vai ao var e mesmo ficando claro, que ele apenas coçou, voltou e o expulsou. O mesmo raco lopes, agrediu o matheuzinho, impediu que ele saisse naturalmente para continuar a jogada e na tentativa de se livrar do agarrão, o matheuzinho acabou acertando acidentalmente a mão em sua cara de safado e o que o var faz? Chama o árbitro e de forma mal intencionada, mostra a jogada, como agressão e pronto, mais um jogador do expulso. Nesse momento juiz e conttrolador do var, comemoram, achando agora o jogo já estaria ganho, se fo#eram, porque nem assim os bandiso tiveram competência para ganhar.

  • Juliane Bauer #965

    Empate ficou bom tamanho

  • Marcelo Araújo #77

    Vai Corinthians

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