Pela 28ª vez, São Jorge venceu o Dragão

Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria, Bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito aos irmãos

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Pela 28ª vez, São Jorge venceu o Dragão

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Pela 28ª vez, São Jorge venceu o Dragão

Primeiro Título na Arena a gente nunca esquece

Foto: Danilo Augusto Jr. Agência Corinthians.

Amigos fieis:

Antes da final, cravei que seríamos campões, não por soberba, mas por conhecer a história e o DNA do nosso amado Corinthians.

Voltamos a jogar com a raça que deve ser inseparável de quem veste o manto mosqueteiro.

Quando isso acontece, uma misteriosa troca de energia entre os jogadores e 30 milhões de torcedores faz com que a alquimia da vitória se materialize.

E foi isso que aconteceu, em primeiro lugar, graças à Fabio Carille.

Enquanto os "especialistas" exaltavam a “modernidade” europeia do SPFC; o “futebol-arte” para o Santos; e as "estrelas" do Palmeiras, nosso treinador sabia que “aqui é Corinthians”.

Aqui, valem a organização, a humildade, o procedimento, a disciplina e a alma.

Por isso Carille confiou nos jovens da base. Gente que, como ele, precisam suar a camisa para vencer na vida.

Por isso Jô foi tão importante. Ele é cria do Terrão. A preleção que o atacante fez antes do primeiro jogo da final, quando disse” isso aqui é Corinthians”, vai muito além das palavras. Sintetiza algo que só nós sabemos e os demais nunca saberão.

Talvez por isso, analisando friamente os nomes dos jogadores, os sabichões da bola tenham rotulado o Timão como 4ª força.

Cometeram um pecado mortal. Quando o assunto é Corinthians, a aparência tem certa importância; mas o essencial, como diria Saint Exupéry, é invisível aos olhos.

Mais ainda quando se debruça sobre o clube fundado por operários, que sempre enfrentou dificuldades e superou todas elas.

Vocês erraram, sabichões. Não analisem o Corinthians sem colocar nessa equação uma força estranha, inexplicável, que emana daquele escudo.

O magnetismo do sangue suor e lágrimas da mais apaixonada das torcidas.

O espírito de luta de quem veste as armas de Jorge.

E o Santo Guerreiro venceu o Dragão da frieza dos analistas.

Isso aconteceu pela 28ª vez.

Veja mais em: Campeonato Paulista.

Coluna do Roberto Gomes Zanin

Por Roberto Gomes Zanin

Jornalista, diretor da RZ Assessoria de imprensa, bicampeão do mundo. Não sou ligado a nenhuma corrente política do clube. Quero apenas o melhor para o Timão. Discorde à vontade, mas com o respeito.

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