Sylvinho se irrita, rebate boatos sobre possível pedido de demissão e responde críticas
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Por Julia Raya e Rodrigo Vessoni

Sylvinho se mostrou irritado sobre os boatos de um possível pedido de demissão
Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
O Corinthians se despediu de 2021 com derrota para o Juventude. Após a partida, o treinador Sylvinho rebateu críticas e se mostrou bastante irritado com um boato sobre um possível pedido de demissão.
A continuação de Sylvinho para 2022 era incerta, mas foi confirmada por Roberto de Andrade logo após o jogo. Com isso, questionado sobre um suposto desejo de pedir para deixar o clube, o treinador se mostrou bastante irritado e expôs nunca ter pensado nisso.
"É triste o que a gente vive, de notícias falsas, do qual a gente tem que perder tempo, e eu perdi. Perdi umas 24 horas falando com assessoria, ligando pra pessoas, respondendo quem me ligava, falando com pessoas sérias, perguntando se há fundamento nisso, e logicamente não há, nunca houve. Não passou pela minha cabeça pedir demissão, se os objetivos estão sendo alcançados, estamos sendo respaldados pela diretoria, presidente, atletas, ambiente é ótimo. Jamais passou na minha cabeça. Agora olha o cúmulo que vivemos, sou obrigado a vir aqui e gastar tempo pra explicar isso, que jamais passou na cabeça, e vou desmentir isso. É surreal, não podemos perder tempo aqui. É irresponsabilidade de quem cria este tipo de notícia e planta essa situação. É ridículo esse momento. Vamos falar de coisas substanciais e que realmente vale a pena", externou o treinador em entrevista coletiva.
Questionado sobre alguns nomes do elenco que vêm recebendo críticas assim como ele mesmo, Sylvinho foi direto. O treinador optou por deixar que o assunto sobre nomes do elenco seja tratado na coletiva dos diretores de terça-feira, e ainda rebateu críticas feitas ao seu trabalho.
“Volto a dizer sobre cobrança. Com relação ao Luan, para eu não perder a linha de raciocínio, assim como nosso diretor Roberto de Andrade, diretor Alessandro Nunes, vão estar colocando em pauta muitos assuntos a partir de terça-feira relacionados a nossa construção de grupo. Eles vão poder se estender com aquilo que nós temos nos últimos 10, 12, 15 dias conversado. Com relação as cobranças, elas são absolutamente normais. Como nosso diretor Roberto de Andrade disse, nós cumprimos com o objetivo", afirmou o técnico de início.
"Você pegar um Corinthians no qual o cenário externo ele duvidava que o time ia se manter em primeira divisão. Assim eu peguei o time. A pauta era essa. Em nenhum momento em 38 rodadas nós tivemos, ali perdeu, caiu, vai para a zona de rebaixamento, ou empatou e está em zona de rebaixamento. Nós não estivemos em zona de rebaixamento e o trabalho foi se construindo até virada de primeiro turno, sexto lugar. Quero entender... são aqueles mais inteligentes que a gente encontra na rua, e mais nos liga e conversam é grande, é muita gente. Elogiando o trabalho, dizendo 'é o momento de uma camisa poderosa como a do Corinthians entrar numa Libertadores direto' para um cenário exterior de 'o time vai cair para a segunda' e nós em nenhum momento corremos risco. Foi realmente um grane trabalho mas nós queremos sempre mais. Sim, as pressões vem, é normal, as cobranças vem, a camisa é forte, e nós estamos preparados para 2022", completou logo em seguida.