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Comentário de Marcelino em 'Discurso de 'derrota esperada'...'

Marcelino Lima

Eu já tinha simulado minhas contas aqui antes do tropeço no Majestoso, que passou e que jamais saberemos, infelizmente, como seria termos 11x11 ou mesmo até 11x10, e do vacilo contra o Inter.

Eu ando meio que obstinado pela campanha do Vitória, que, após arrancar um empate ontem, contra o Galo, segue à nossa frente apenas pelo saldo de vitórias (8x6). Para mim é ai que a roda pega, por quê? Teremos de vencer o rubro-negro baiano, na casa deles, pois se até a data do duelo (13/11) os números forem os mesmos, a gente ficaria à frente do Leão na tabela. Depois seria só administrar? Não.

Derrotar outros três adversários diretos, dois deles como visitantes, Cuiabá (em ascensão) e Criciúma, além do sempre surpreendente e casca de ferida Athletico, nosso próximo jogo (não se fiem pelo péssimo momento do Furacão!), é obrigatório, para, ao menos, conseguirmos sair dos últimos 4 postos. Depois é segurar as pontas, claro que com vitórias será ideal, contra Palmeiras, Bahia, e Cruzeiro, todos em Itaquera. Em bater a Raposa e o Esquadrão de Aço até acredito, já em quebrar o jejum contra o alviverde...

O que o time tem produzido recentemente me agrada, pois vejo qualidade técnica e intensidade em campo, o que faz crer na possível saída do grupo de risco e permanência na Série A, matemática à parte! Contudo, tão importante quanto vencer o mais possível daqui para a frente, é errar quase nunca, na escalação inicial, nas substituições, como os Diaz fizeram contra o Colorado. Em campo, também não; eu sempre vejo o Corinthians sofrer muito quando está sem a bola e o adversário, como o Inter, é bem organizado e tem capacidade técnica acima da média, e ai as pernas pesam.

Seja como for, em cada partida, todos os nossos jogadores precisarão ter foco e bom controle mental, pois podem também ser decisivos. Alguns, como Garro, Depay, Coronado, Talles, Martinez, André Ramalho, Yuri e Romero, além de Bidon e Carrillo, fora o Hugo Souza, sempre nos salvam. O resto será rezar e, sério: eu morro de medo do Matheuzinho, do Torres e do Hugo, toc toc, toc!

em Post > Discurso de 'derrota esperada' não cabe mais ao Corinthians

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