Jorge Rodriguez
A mecânica do acidente é fácil de imaginar com as informações que há. Apesar que algumas pessoas desinformam mais do que ajudam.
Avenida central, mão dupla, sem canteiro, tudo plano, vai virar à esquerda. Liga o pisca-alerta, olha para frente, reduz velocidade (40?) e vira. A moto vindo na direção contraria, da mesma avenida principal, sem canteiro, mão dupla deve ver a indicação da caminhonete que vai virar.
Batida: lateral direita abrindo a lataria da porta para fora. Isto é, a moto pegou no carro porque não deu tempo para brecar. A velocidade da moto não era baixa. Agravando a situação de estar sem capacete. Óbito.
A quantidade de álcool informada é baixa e como a lei da região diz que acima de 1 g/lt estaria dentro da lei. Houve desinformados que falaram que a lei nesse lugar era 0. Ignorância desinformar.
Mas, essa quantidade afetaria os sentidos ao ponto de não ver uma moto de frente vindo velozmente? Que estaria tão distraído para fazer a conversão mesmo vendo a moto?
As pessoas dirigem em un certo grau automático. Ligar o pisca-alerta, diminuir quando vai virar, etc.
Acredito que a moto vinha a velocidade elevada, não viu a indicação do veículo e colidiu. Sem capacete.
O Rodrigo não teve nenhuma culpa. É mais vítima do que infrator. Sem limpar a barra. Claro que tem alguns fatores negativos. A taça de vinho que bebeu, a hora da noite para um atleta (aniversário?) Pero bem, acho que vida de jogador de futebol bom, tem que ter história para um tango. Saiu pequeno de casa para ir a jogar futebol, sofreu, cresceu longe dos pais e agora uma fatalidade. Mas deve ser muito bom para ter tango. E ele é.
Vai Corinthians!
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