Antonio Assis
Até quando o Corinthians vai fechar os olhos para o que está acontecendo com o time feminino?
O trabalho do técnico Piccinato à frente da equipe vem deixando muito a desejar. O que estamos vendo em campo está muito abaixo do que esse elenco pode render. É difícil encontrar qualquer padrão de jogo, organização tática ou evolução coletiva. O time parece perdido, sem intensidade, sem ideias? E isso, mesmo depois de uma longa pré-temporada e meses de trabalho.
Vale lembrar que, em 2024, os títulos conquistados vieram graças a um elenco muito acima da média. Era um grupo que contava com mais da metade das jogadoras convocadas para a seleção brasileira. O time vencia porque as jogadoras resolviam, não por causa de um modelo tático bem executado ou de um trabalho brilhante do técnico. Ficava evidente que o sucesso não era fruto de um grande comando técnico.
E a diretora de futebol, Iris, qual o papel dela em tudo isso? Porque, até agora, parece que é nenhum. A direção se manteve inerte diante da queda visível de desempenho desde o ano passado. O time não empolga, não evolui, e ninguém se manifesta. Até quando vai durar esse silêncio? Até a eliminação bater à porta?
O Corinthians sempre foi referência no futebol feminino, mas essa postura passiva diante de um rendimento tão abaixo do esperado mancha esse histórico. Já passou da hora de uma resposta. O torcedor merece mais respeito.
O trabalho do técnico Piccinato à frente da equipe vem deixando muito a desejar. O que estamos vendo em campo está muito abaixo do que esse elenco pode render. É difícil encontrar qualquer padrão de jogo, organização tática ou evolução coletiva. O time parece perdido, sem intensidade, sem ideias? E isso, mesmo depois de uma longa pré-temporada e meses de trabalho.
Vale lembrar que, em 2024, os títulos conquistados vieram graças a um elenco muito acima da média. Era um grupo que contava com mais da metade das jogadoras convocadas para a seleção brasileira. O time vencia porque as jogadoras resolviam, não por causa de um modelo tático bem executado ou de um trabalho brilhante do técnico. Ficava evidente que o sucesso não era fruto de um grande comando técnico.
E a diretora de futebol, Iris, qual o papel dela em tudo isso? Porque, até agora, parece que é nenhum. A direção se manteve inerte diante da queda visível de desempenho desde o ano passado. O time não empolga, não evolui, e ninguém se manifesta. Até quando vai durar esse silêncio? Até a eliminação bater à porta?
O Corinthians sempre foi referência no futebol feminino, mas essa postura passiva diante de um rendimento tão abaixo do esperado mancha esse histórico. Já passou da hora de uma resposta. O torcedor merece mais respeito.
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