Robson Gomes
Parabéns aos que ficam idolatrando pessoas. O Tite, esse mesmo que muitos ainda tratam como um “salvador da pátria”, teve duas oportunidades claras de retornar ao Corinthians, clube que o projetou e onde ele escreveu seu nome na história. E o que ele fez? Simplesmente virou as costas.
Quando o clube mais precisava de estabilidade, liderança e alguém que realmente conhecesse o ambiente, ele preferiu seguir outro caminho. Fica claro que o discurso bonito sobre gratidão, identificação e respeito ao Corinthians não passa de retórica.
Enquanto parte da torcida insiste em viver do passado e venerar nomes, a realidade escancara que o Corinthians precisa de gente comprometida com o presente e futuro do clube. Gratidão não é via de mão única. O clube também merecia esse retorno.
Tite fez sua escolha — e o torcedor tem o direito de questionar. Porque, no final, quem veste a camisa todo jogo, quem sente o peso das derrotas e carrega a paixão, é o torcedor.
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