Leandro Britto
A diretoria teve tempo suficiente para agir no mercado e poderia ter feito escolhas mais simples e eficientes. Jogadores como o do Maceió, o René e até o goleiro da Portuguesa eram opções viáveis, acessíveis e que poderiam reforçar o elenco sem grandes dificuldades. No entanto, preferiram deixar tudo para a última hora.
O mais difícil de entender é a estratégia financeira. Em vez de investir de forma mais equilibrada, gastando pouco em peças úteis, o clube parece disposto a entrar em uma longa “novela” por Arthur Cabral, envolvendo um valor altíssimo, na casa de um milhão e meio. Isso contrasta completamente com a postura de economia adotada em outras negociações.
Essa falta de planejamento gera frustração no torcedor. Não se trata apenas de contratar nomes, mas de agir com inteligência, antecipação e coerência. Enquanto oportunidades mais simples passam, o clube se prende a negociações complicadas, caras e incertas, o que acaba comprometendo o andamento da temporada.
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