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Últimas respostas
@alex.kid em 17/11/2023 às 18:18
Vou ensinar a conta mágica do Dubingo: vou comprar precatórios (que são títulos que não sei nem se receberei no vencimento) e pago 30 milhões pois teve 90% de desconto no valor de face (uma vez que são títulos de altissimo risco). Dai vou no banco com esses títulos e digo: eles valem 300, posso abater da divida total?
Não tinha dinheiro para pagar a parcela até 10 dias atrás, na vulgo sabatina vergonhosa que ele deu. Agora num passe de mágica consegue uma proposta para quitar a NQA? E você fazendo contas para justificar a mágica?
Esquece isso, se ainda tivesse a CPI das Pirâmides Financeiras, devia levar o Dubingo lá para explicar como ele fez dinheiro aparecer.
@advocacia-bonato em 17/11/2023 às 17:44
Não entendi. Nossa dívida de 850 milhões não inclui a dívida do estádio, que é mais 500 milhões, considerando o pagamentos dos 100 milhões desse ano.
Se quitar a arena, restariam os 850.
49 % dos FII gerariam uma receita de quanto para que ficássemos positivos em 200mi?
@vladimir.cibulskis em 17/11/2023 às 15:36
Acredita em papai noel né?
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@wilker.cardia1 em 17/11/2023 às 15:27
Lá frente, com as contas estáveis, é possível fazer uma oferta de recompra de ações e aumentar esse percentual de 51%.
Basta saber usar todo o potencial comercial que a Arena tem...
@maicon.martins6 em 17/11/2023 às 15:27
Na realidade era pra arena estar sendo quitada em 2027 com o plano da PROCOPA, graças ao Andrés sanchez que deixou de pagar o financiamento da arena pra forçar um novo contrato a dívida passou pra 2040.
Agora eles aparecem com a solução.
O Corinthians perdeu 7 anos de bilheteria, só pagou JUROS de 2014 até agora.
@lucas.ps.timao em 17/11/2023 às 15:26
Se quitarem a Arena não tem porque vender 49% dela.
Essa dívida de 850 milhões se resolverá em no máximo dois ou três anos com certa tranquilidade.
@israel.sccp em 17/11/2023 às 15:22
Meu amigo, se podemos ter a arena quitada em menos de duas décadas, com 100% das receitas, para que abrir mão de 49% das receitas para sempre? Os dois anos mais difíceis são este e o próximo, depois as parcelas ficam menores.