Os representantes de uma nova era, Fabinho Soldado e Matheus França!(exceto Rubens Gomes)
Num clube quebrado (R&T deixou o clube nesta situação assombosa, que beira o escárnio) que se fosse um empresa já teria aberto falência (graças a torcida que tem não fechou as portas, e nem á de fechar) e toda esculhambação de herança da antiga diretoria, teve uma dificuldade no início desta gestão, tanto por descrédito e desconfiança do mercado quanto a vontade de mostrar que estavam trabalhando e fazendo de tudo pelo clube que acabava colocando os carros na frente dos bois.
Passada a euforia inicial, e vendo os erros cometidos, a diretoria empossada, começou a tomar outros rumos, contratando Fabinho Soldado que aceitou este desafio quando estava tranquilo na gávea e (este que não era do primeiro e nem do segundo escalão de executivos do futebol) que está trabalhando firmemente na reconstrução da equipe.
E após isso, veio António que viu no clube uma chance de alavancar sua carreira.
Depois veio Matheus França (como ele prefere ser chamado agora nesta nova fase dele) que se recusou a ir para General Severiano que tinha uma proposta melhor, para retornar ao parque São Jorge após a primeira tentativa não ter dado certo.
Que ele seja o símbolo do começo de uma nova era no clube, onde temos visto jogadores e técnico preferirem o Corinthians.
Querer estar no clube, querer jogar e fazer o trabalho bem feito dentro de campo.
Saber que jogar no Corinthians é um responsabilidade muito grande, tanto dentro de campo e fora dele.
Jogar com alegria e se não tiver qualidade técnica, ter ao menos garra e raça e se doar em campo atrás do resultado.
Que seja o início de uma reconstrução política, futebolística e social no clube, na figura de Matheus França que incorporou a mística da camisa e desejou vesti-la (se vai desempenhar um excelente futebol vai ser outra história).
Dele, e dos outros contratados se esperam no mínimo o desejo de estar em campo com a camisa, de honrar a torcida que a mais de um século acompanha o time, e se não for na tática que seja na raça, como era antigamente (que se lembra da épica cena do lateral direito Zé Maria com a camisa manchada de sangue na final do Paulista de 79) e era a marca do Corinthians .
Que este ano ele (e todos no clube, do faxineiro ao presidente) represente a nova era de glórias, independente das vitórias, mas que seja vendida cara a derrota dentro de campo, pois isso faz parte do futebol.
E VAI CORINTHIANS!
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